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Bolsas de NY caem com PIB chinês e inflação nos EUA

Por Da Redação - 18 out 2011, 10h36

Por Luciana Antonello Xavier, correspondente

Nova York – As bolsas de Nova York abriram em queda, em meio às incertezas sobre a crise na zona do euro e às notícias de desaceleração do crescimento econômico da China e da inflação mais salgada que o esperado nos Estados Unidos. Hoje, as bolsas também devem oscilar em função da divulgação de balanços de gigantes corporativas como o Bank of America, o Goldman Sachs, a Apple e a Intel.

Às 11h35 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,36%, o Nasdaq recuava 0,08%, e o S&P 500 tinha leve queda de 0,03%.

A inflação nos EUA subiu mais do que o esperado no mês passado. O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA subiu 0,8% em setembro ante agosto, puxado pelos custos da energia. Analistas esperavam alta de 0,3% no índice.

Já a China, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 9,1% no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2010, um resultado abaixo dos 9,5% do segundo trimestre e dos 9,7% do primeiro. Por outro lado, as vendas no varejo cresceram 17,7% em setembro ante o mesmo período do ano passado, acima do crescimento de 17% em agosto. E a produção industrial subiu 13,8% em setembro na comparação anual, superando a previsão de alta de 13,3%.

Balanços

No campo corporativo, o Bank of America teve lucro líquido no terceiro trimestre de US$ 0,56 por ação diluída, ante prejuízo líquido de US$ 0,77 por ação diluída no mesmo trimestre do ano passado. Analistas esperavam lucro de US$ 0,28 por ação.

O Goldman Sachs teve prejuízo líquido de US$ 0,84 por ação no terceiro trimestre deste ano, ante o lucro líquido de US$ 2,98 por ação no mesmo período do ano passado. A receita, no entanto, cresceu 60%, para US$ 3,59 bilhões. Os resultados foram piores do que as estimativas dos analistas ouvidos pela Thomson Reuters, que esperavam prejuízo de US$ 0,16 por ação e receita de US$ 4,3 bilhões.

A Apple divulga seus resultados após o fechamento do mercado, assim como Yahoo! e Intel.

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