Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Ataque hacker de hoje é simples e fatal, dizem especialistas

De acordo com especialistas, a agressão hacker é, de certa forma, simples e praticamente obriga as empresas a pagarem o resgate

Por Vinicius Pereira 12 Maio 2017, 17h43

Diversos países no mundo, incluindo o Brasil, foram alvos de um ataque hacker nesta sexta-feira (12). De acordo com especialistas, a agressão hacker é, de certa forma, simples e praticamente obriga as empresas a pagarem o resgate.

Conhecido como ransomware, o ataque busca travar o sistema dos computadores e instalar uma criptografia em todos os dados. Para que o dono da máquina possa acessá-los, é necessário fazer o pagamento de um resgate para que os hackers liberem uma ‘chave’ que libere os arquivos.

“É simples. O problema é que, a não ser que você consiga fazer a engenharia reversa, o que demoraria uns bons anos, ou ter um backup atualizado e procedimentos de recuperação de dados, não há outra solução que não seja pagar o resgate”, afirma Eduardo Batista, sócio da consultoria PWC.

Segundo alguns consultores, empresas brasileiras, inclusive, já teriam realizado o pagamento aos hackers, via bitcoins -as moedas virtuais.

Continua após a publicidade

Para Rafael Cortes, também da PWC, o processo começa com o usuário, que sempre é o alvo inicial dos hackers. “É um ataque conhecido. São diversas formas que eles utilizam, podem colocar um instalador para a pessoa baixar o arquivo, um Word ou Excel, direcionar a pessoa como a um anuncio web. Então o principal retorno de ataque é o usuário”, diz.

Para Batista, a massificação da rede mundial de computadores ajuda no compartilhamento do problema. “Em alguns segundos, algo que começa na Tailândia pode estar aqui”, diz.

Por isso, empresas e funcionários precisam se precaver das possibilidades, tanto que a Microsoft, ao entender a possibilidade que havia risco, já havia alertado e atualizado softwares para se garantir.

“Primeiro ponto em um ambiente corporativo é que os usuários sigam as regras do local, pois geralmente se ocorre algo é orientado que, por exemplo, não se utiliza o e-mail pessoal e qualquer feito pode abrir a porta”, diz.

“[As empresas] precisam pensar de maneira evolutiva na cibersegurança, fortalecimento de fundamentos de segurança de informação, atualização de sistemas, exploração da boa fé do usuário e implementando modelos evolutivos da maioria das informações”, conclui.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)