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Após tombo, Ibovespa oscila com impasse tarifário e inflação brasileira em foco

IPCA-15 um pouco acima do esperado e aproximação do prazo para taxação do Brasil mexem com os investimentos

Por Felipe Erlich Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 jul 2025, 12h06 • Atualizado em 25 jul 2025, 12h26
  • O Ibovespa, índice de referência do mercado financeiro, oscilou entre perdas e ganhos na manhã desta sexta-feira, 25. A variação do índice era de -0,2%, aos 133.550 pontos, por volta das 12h00. O desempenho sucede o tombo que o Ibovespa registrou no dia anterior, quando fechou em queda superior a 1% e distante dos mais de 140 mil pontos atingidos há menos de um mês. Os investidores avaliam o impasse tarifário entre Brasil e Estados Unidos, que se estende há mais de duas semanas, e novos números da inflação brasileira.

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, disse na quinta-feira que conversou com o secretário de Comércio dos Estados Unidos — um passo importante para o avanço das negociações então travadas entre os países. O setor privado, contudo, segue muito receoso de que nenhum acordo será firmado até o prazo para o início da sobretaxa de 50% contra o Brasil, no primeiro dia de agosto — daqui uma semana.

    A incerteza a respeito da questão tarifária permanece e prejudica investimentos. “Essa incerteza, especialmente para empresas com grande presença externa como WEG e Embraer, alterou a lógica do crédito”, diz André Matos, CEO da MA7 Negócios. “Aumenta a inadimplência potencial, aperta o financiamento e amplia a tendência à reestruturação em empresas já fragilizadas”.

    No cenário doméstico, o mercado financeiro foca nos números do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) divulgados nesta sexta-feira. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram uma inflação de 0,33% em julho, um pouco acima das expectativas do mercado. No mês anterior, a alta foi de 0,26%. No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 aponta para um aumento de preços de 5,30%, portanto acima do teto de 4,5% da meta de inflação perseguida pelo Banco Central — e muito acima do centro da meta, de 3%.

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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