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Haddad vê injustiça no tarifaço e terá nova reunião com secretário dos EUA

Ministro da Fazenda afirmou que governo recorrerá nas instâncias devidas contra as tarifas oficializadas pela Casa Branca

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 31 jul 2025, 10h17 • Atualizado em 31 jul 2025, 10h18
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira que o governo anunciará nos próximos dias um conjunto de medidas para atenuar os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

    Apesar da longa lista de itens que ficaram isentos da sobretaxa, Haddad avaliou que as medidas anunciadas pelo governo norte-americano nesta quarta-feira são muito injustas, e que terá uma nova reunião com o Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent.

    “Há muita injustiça nas medidas que foram anunciadas ontem, há correções a serem feitas, há setores afetados que não precisariam estar sendo afetados. Nenhum a rigor, mas há casos que são dramáticos, que deveriam ser considerados imediatamente. A assessoria do secretário Bessent fez contato com nós ontem e finalmente vai agendar uma segunda conversa. A primeira, como eu havia adiantado, foi em maio, na Califórnia”, declarou o ministro.

    Haddad ainda declarou que o governo deverá recorrer da decisão por meio das instâncias devidas, tanto nos Estados Unidos como em organismos internacionais.

    “Obviamente vamos recorrer, mas em instâncias devidas, tanto nos Estados Unidos quanto nos organismos internacionais, vamos recorrer dessas decisões no sentido de sensibilizar que isso não interessa, não é o Brasil, não interessa à América do Sul, nós estamos no mesmo continente, nós estamos por buscar mais integração, mais parceria”, completou.

    Entre os dez produtos que o Brasil mais exportou para os Estados Unidos no primeiro semestre deste ano, o café e a carne bovina são os únicos atingidos em cheio pela tarifa de 50% oficializada pela Casa Branca nesta quarta. O novo patamar tarifário passa a valer sete dias após a publicação da ordem.

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