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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Privatização de Congonhas e Santos Dumont avança uma casa, diz governo

Leilão previsto para o primeiro semestre de 2022 inclui outros 14 aeroportos, mas mercado já vê com pessimismo disposição de Tarcísio em ano eleitoral

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 19 nov 2021, 16h20 - Publicado em 19 nov 2021, 14h30

Previstas para o primeiro semestre de 2022, as privatizações de Congonhas, Santos Dumont e outros quatorze aeroportos deverão avançar mais uma casa até dezembro, afirma o governo. As concessões pretendem captar investimentos privados estimados em 8,8 bilhões de reais.

Com a audiência pública referente à 7ª rodada de concessões aeroportuárias realizada em 22 de outubro, a Anac e o Ministério da Infraestrutura dizem estar empenhados em responder por escrito todas as contribuições recebidas durante o mês de novembro.

Uma vez encerrada essa fase, o processo poderá ser encaminhado para análise do Tribunal de Contas da União — a expectativa da pasta é que isso ocorra ainda em dezembro. Nesse cronograma, o edital está previsto para ser lançado no início de 2022 e, o leilão, realizado ainda no primeiro semestre do próximo ano.

Os ânimos do mercado, por outro lado, não estão nem de longe tão otimistas. Como mostra a edição de VEJA que está nas bancas, o setor já duvida de Tarcísio conseguir fazer grandes licitações em ano de campanha eleitoral. O ministro é o sonho de ouro de Bolsonaro na disputa ao governo de São Paulo.

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