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CNI apela a Davi e Motta por equilíbrio fiscal e racionalidade de gastos

Entidade apontou para uma necessidade de novas fontes de arrecadação que não impactem a dívida pública

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 fev 2025, 13h01 • Atualizado em 3 fev 2025, 13h09
  • A Confederação Nacional da Indústria (CNI) pediu, nesta segunda-feira, aos novos presidentes de Senado Federal e Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB), respectivamente, que promovam junto ao governo federal e ao judiciário a “racionalidade” dos gastos públicos e o compromisso com o equilíbrio fiscal do país.

    Assinada pelo presidente da CNI, Ricardo Alban, a nota afirma não haver mais a possibilidade de aumento de carga tributária, que cresceu 9,6% em 2024, segundo a entidade. Segundo Alban, a arrecadação precisa vir por meio do crescimento da economia e do combate ao mercado ilegal, e não a partir de mais oneração dos setores produtivos.

    A CNI também fez um apelo ao Banco Central por discernimento no tocante às movimentações da taxa básica de juros, a Selic.

    “É imperativa a utilização de outras ferramentas de política monetária que não impactem a Selic e, consequentemente, a dívida pública, tal como a utilização adequada dos depósitos compulsórios em conjunto com a restrição de aplicação automática dos depósitos à vista. A elevação dos juros não pode mais ser usada como ferramenta única de controle da inflação, pois não considera os efeitos impactantes dos juros e a taxa de câmbio embutida na própria inflação”, diz trecho da nota.

    Além disso, Alban informou que a CNI começará, já na terça-feira desta semana, a construir uma Agenda Legislativa da Indústria 2025, elaborada em parceria com as Federações Estaduais de Indústrias, Associações Setoriais e Sindicatos Nacionais incluindo as proposições prioritárias em tramitação no Congresso.

    De acordo com o presidente da entidade, as propostas da agenda servirão para qualificar o diálogo com o Legislativo e “promover crescimento econômico e social, em direção à criação conjunta de um país mais justo e desenvolvido”.

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