Vivo quer ser fintech: A ofensiva da telefonia no mercado de crédito
A empresa acaba de colocar na praça dois novos serviços de crédito: parcela pix e antecipação do saque aniversário do FGTS

De olho no potencial do segmento de fintech, a Vivo acaba de colocar na praça dois novos serviços de crédito: parcela pix e antecipação do saque aniversário do FGTS. Eles se juntam a um portfólio que gerou 425 milhões de reais de receita para a empresa em 12 meses (entre março de 2024 e março de 2023) e inclui oferta de empréstimo pessoal, consórcio de celular e seguros.
Os dois novos serviços de crédito são pilares da estratégia da Vivo para essa vertical em 2024. A empresa solicitou ao Banco Central do Brasil licença para atuar como Sociedade de Crédito Direto (SCD), visando ter mais flexibilidade para oferecer novos serviços e reduzir custos. Atualmente, a Vivo adota o modelo de bank as a service, com parceiros que fornecem soluções para que a marca possa atuar no segmento de fintechs. A ideia é que os dois modelos coexistam.
Os planos da Vivo para avançar no mercado de fintechs incluem ainda a reunião de seus serviços sob a marca Vivo Pay – a plataforma de soluções financeiras da empresa – e a unificação do acesso aos serviços pelo app Vivo, o que já está em andamento. O objetivo é aproveitar o potencial do aplicativo, que tem mais 22 milhões de usuários únicos e é o principal canal de interação dos clientes com a empresa.