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Não há vencedores quando investimentos e PIB desabam, diz Rafaela Vitória

VEJA Mercado: economista-chefe do Banco Inter repercute retaliação da China a Trump e faz ressalvas sobre Brasil porque todo o mundo deve ser afetado

Por Diego Gimenes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 abr 2025, 08h45 • Atualizado em 4 abr 2025, 12h05
  • VEJA Mercado | 04 de abril de 2025.

    As bolsas europeias e os futuros americanos são negociados em fortes quedas na manhã desta sexta-feira, 4. O tarifaço promovido pelo presidente americano Donald Trump surpreendeu e provocou um tombo na cotação do dólar no Brasil. A moeda americana caiu 1,5% e fechou o último pregão cotada a 5,62 reais, o menor nível do ano e o mais baixo em seis meses. A desvalorização acentuada do dólar poderia se tornar uma arma para o presidente Lula contra a sua impopularidade nas pesquisas de avaliação porque pode provocar uma redução nos preços dos alimentos, dos combustíveis e facilitar a vida do Banco Central. O problema é que o dólar reverteu a tendência de baixa e dispara nesta sexta depois de a China anunciar tarifas de 34% contra todas as importações americanas.

    Destaque para a gasolina. O petróleo tipo brent desabou 7% em um dia e recuou para a casa dos 69 dólares por barril diante do temor de uma recessão nos Estados Unidos e de uma desaceleração no ritmo de crescimento das grandes economias por causa das tarifas de importação dos EUA. Além disso, a Opep surpreendeu e concordou em elevar a produção global da commodity em 411 mil barris por dia a partir de maio — número que responde sozinho pelos três últimos incrementos mensais de acordo com o plano anterior da entidade.

    Um dólar mais barato pode também aliviar as projeções de inflação e tornar menos ardilosa a tarefa do Banco Central de subir os juros da economia. O presidente do conselho da União Europeia já fala em estimular os negócios com países do Mercosul em reação contra Trump e cresce a expectativa sobre a postura que a China vai adotar a partir da política comercial americana. Diego Gimenes entrevista Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter. A especialista diz que a guerra comercial pode diminuir os investimentos no mundo inteiro e frear todas as projeções de crescimento econômico — cenário este em que todos os países saem perdendo, mesmo o Brasil, menos afetado pelas tarifas. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. Ouça também no Spotify!

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