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Quatro em cada dez brasileiros acham que economia piorou, segundo pesquisa

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Por Veruska Costa Donato 12 fev 2026, 06h35 • Atualizado em 12 fev 2026, 11h19
  • Apesar de indicadores como o desemprego no menor nível da série histórica, renda média recorde e inflação mais comportada, a sensação predominante entre os brasileiros é de deterioração. Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (11) mostra que 43% avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 24% enxergam melhora e 30% não percebem mudança. Economistas ouvidos pelo Radar Econômico associam esse descompasso entre os dados macroeconômicos e o humor da população ao impacto da Selic em 15% ao ano sobre crédito, consumo e custo de vida.

    Selic que se depender do Banco Central só cairá a conta-gotas em 2026. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçou a necessidade de “serenidade” na condução da política monetária. Segundo ele, a decisão do Copom de aguardar 45 dias antes de iniciar um novo ciclo busca maior confiança diante de um ambiente com “diversas fontes de incerteza”, agravadas pelo calendário eleitoral, “A palavra-chave é serenidade”, afirmou. No mercado, o recado foi interpretado como sinal de uma eventual redução de juros feita de maneira gradual.

    Apesar das dúvidas em relaçao aos cortes de juros e do pessimismo do brasileiro quanto à economia, a bolsa seguiu em direção oposta. Em meio ao fortalecimento do fluxo estrangeiro para mercados emergentes, impulsionado por dados positivos de emprego nos Estados Unidos, a bolsa brasileira renovou máximas. O Ibovespa avançou 2,03%, aos 189.699 pontos, registrando o 11º recorde em 2026 e rompendo pela primeira vez, ao longo do pregão, a marca dos 190 mil pontos. No câmbio, o dólar acompanhou o movimento e recuou 0,18%, encerrando o dia a R$ 5,18 — o menor nível desde maio de 2024.

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