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Pressão cresce, mas Câmara e Guedes detêm extensão do auxílio emergencial

Tema já divide o governo e está começando a dividir também o Congresso; por enquanto, chefes da pauta econômica ainda são contra a medida

Por Machado da Costa Atualizado em 4 mar 2021, 16h54 - Publicado em 24 nov 2020, 09h47

Membros da ala política do Executivo estão tentando forçar a barra para estender o Auxílio Emergencial para o próximo ano. Segundo o Radar Econômico apurou, lideranças no Senado estão de acordo com o diagnóstico vindo do Palácio do Planalto, de que não será possível retirar por completo o auxílio em 2021. Será necessário, ao menos, alguma transição. De qualquer forma, ficaria fora do orçamento o gasto extra, o que exigiria algum remendo orçamentário ou até mesmo o prorrogação do estado de calamidade.

Por outro lado, lideranças da Câmara, como o próprio presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) e ao menos dois dos candidatos à sucessão de Maia são contra a medida. Eles, neste momento, dão força a Paulo Guedes na posição contrária à extensão do Auxílio. Na segunda-feira, 23, Guedes confirmou o que havia adiantado o Radar Econômico: “há uma grande pressão dentro do governo para estender o auxílio”, afirmou, em uma live promovida pela consultoria Empiricus e pela corretora Vitreo.

Após esta semana, o tema do auxílio deve esquentar as discussões em Brasília. É esperado que o presidente Jair Bolsonaro bata o martelo sobre o tema logo nos primeiros dias após a definição do segundo turno das eleições municipais.

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