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O banho de água fria do Senado na política monetária do BC

Renan Calheiros reconhece limites do Banco Central diante da inflação e propostas da Abras podem ganhar força

Por Pedro Gil Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 24 abr 2025, 08h05 •
  • Durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos na terça-feira, 22, em que o presidente Gabriel Galípolo apresentou os trabalhos do Banco Central, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) traçou um diagnóstico direto: apesar dos esforços da autoridade monetária, “os preços dos alimentos não devem regredir com velocidade”, disse o senador.

    A fala reforça o entendimento de que os juros altos, embora importantes, não resolverão sozinhos o problema. A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) defende duas medidas imediatas: a antecipação da cesta básica nacional com ICMS zero, prevista na reforma tributária, e a reformulação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), com proposta de transferir a regulação dos vales alimentação e refeição para o Banco Central.

    Para a entidade, suas propostas podem ganhar força, pois é hora de alinhar instrumentos monetários e fiscais a uma política de alimentos mais eficiente.

    Segundo estudo da XP Investimentos, a antecipação dos efeitos da desoneração de ICMS sobre a cesta básica significaria uma redução de 0,89 ponto percentual sobre a inflação, permitindo que a alta de preços voltasse para perto da meta do Banco Central. As mudanças no voucher alimentação puxariam ainda mais preços para baixo. Com as duas medidas, os itens que compõem a futura cesta básica nacional de alimentos poderiam cair mais de 15%, segundo a Abras.

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