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Mais brasileiros estão sacando dinheiro com frequência, aponta Datafolha

Pesquisa indica que 85% têm mais medo de ter o celular roubado do que a carteira

Por Felipe Erlich
21 nov 2023, 15h32

A maioria dos brasileiros conectados à internet, ou 54% da população, sacam dinheiro em caixas eletrônicos cotidianamente, mesmo dispondo de meios digitais para efetuar transações, como apontado por pesquisa do instituto Datafolha encomendada pela TecBan. O patamar é maior em 12 pontos percentuais em comparação com agosto de 2022, indicando a resiliência dos saques em meio à digitalização da economia. Quase 30% dos entrevistados dizem utilizar dinheiro físico como uma de suas principais formas de pagamento no dia a dia, enquanto 20% — concentrados especialmente nas classes C, D e E — recebem alguma remuneração em dinheiro físico. Para Marcos Mazzi, gerente executivo da rede de caixas eletrônicos Banco24Horas, os dados evidenciam que os dispositivos ainda têm um papel importante na inclusão financeira da população. “O dinheiro em espécie devolve ao cidadão um poder de compra e uma autonomia para poder usar seus recursos conforme sua conveniência”, diz.

No entanto, os dados coletados pelo Datafolha indicam que o principal motivador do saque de dinheiro em caixas eletrônicos é a falta de alternativa imposta por negócios que não aceitam métodos digitais de pagamento. Quase uma a cada quatro pessoas, ou 22%, que sacam cotidianamente o fazem por essa razão. Outros 15% dizem que a principal razão para sacar é o costume de fazer pagamentos em dinheiro, enquanto apenas 9% são motivados pela praticidade desse método de pagamento. A relevância da tecnologia na vida financeira dos brasileiros é ilustrada pelo fato de que, também segundo o estudo, 85% das pessoas têm mais medo de ter o celular roubado do que a carteira. Esse seria o principal medo financeiro dos entrevistados, acometendo 65%.

A pesquisa foi realizada entre 25 de setembro a 6 de outubro de 2023, pela internet, e tem abrangência nacional. Foram entrevistadas 1.519 pessoas, de todas as classes econômicas. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

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