E então, Copom: Quando será e quanto?
O programa Mercado começa às 10h e vamos discutir a decisão do BC e do Fed
Em jornalismo, aprendemos cedo que são seis as perguntas que organizam qualquer história: quem, o quê, quando, onde, como e por quê. Pois bem: depois da decisão do Copom, que manteve a Selic em 15% ao ano, o mercado resolveu adicionar uma sétima — e bem pragmática: quanto? E claro, quando?
A taxa parada não surpreendeu ninguém, mas o comunicado decepcionou. Investidores apostavam num texto mais leve, capaz de acenar para um corte já em janeiro. Não veio. O BC manteve a vigilância, reforçou incertezas e deixou no ar a sensação de que a tesoura dos juros ainda não tem data certa para entrar em cena.
Lá fora, o Federal Reserve também entregou o esperado — mais um corte de 0,25 ponto, o terceiro consecutivo — mas mudou o jogo ao indicar apenas um corte para 2026, e não dois, como o mercado vinha precificando. A mensagem não passou despercebida: a inflação americana continua resistente, e a política monetária seguirá mais cautelosa.
Resultado?
Aqui e nos EUA, a dupla de perguntas que guiará o humor dos mercados agora é a mesma:
quando virá o corte — e, sobretudo, quanto será esse corte.






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