Crescem apostas por corte da Selic em janeiro
Mercado esperava IPCA de 0,16%, mas veio a 0,09% em outubro
A divulgação simultânea da ata do Copom e dos dados de inflação de outubro, na manhã desta terça-feira, concentrou as atenções de analistas e investidores. Em entrevista ao programa Mercado, da VEJA, Rafael Sueishi, da Manchester Investimentos, destacou maior transparência do Comitê de Política Monetária em relação aos efeitos da reforma tributária e da nova faixa de isenção do Imposto de Renda. Segundo ele, o Banco Central começa a reduzir incertezas e abre espaço para discutir cortes na taxa básica já no início de 2026.
Daniel Teles, da Valor Investimentos, também percebeu uma mudança de tom, embora o BC mantenha a sinalização de um “período prolongado de juros altos”. Para o analista, a autoridade monetária reconhece que a atual Selic tem sido eficaz no controle da inflação, que se encontra próxima do teto da meta.
Ambos os especialistas avaliam que o Banco Central poderá adotar uma postura mais moderada na reunião de dezembro, preparando o terreno para possíveis flexibilizações graduais a partir de janeiro de 2026.
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