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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

A lição da Diageo sobre a licença-paternidade de 6 meses

O impacto na carreira de homens e mulheres

Por Josette Goulart Atualizado em 7 ago 2021, 15h16 - Publicado em 7 ago 2021, 13h00

“Pensei que minha carreira poderia ser sim impactada. Eu saí de licença em fevereiro de 2020, antes de começar a pandemia, então, de fato, a crise sanitária ainda piorou esse sentimento. Não tinha parado muito para refletir sobre isso até chegar próximo da data de saída… É um processo difícil, você se sente culpado por pensar se realmente deveria tirar a licença, dividir as responsabilidades em casa em detrimento de um impacto na carreira. Algo que todas as mulheres passam! Essa dinâmica é fundamental para equidade de gênero. Paternidade e maternidade não deveriam impactar o desenvolvimento da carreira de ninguém! Mas o processo de volta foi igualmente complexo.”

GUILHERME MARTINS, diretor de negócios de Reserve da Diageo, em entrevista à revista Forbes. A Diageo, dona de marcas de bebidas como Jhonny Walker e Tanqueray, concede seis meses de licença-familiar para homens e mulheres cuidarem de seus filhos quando nascem ou são adotados. Desde que lançou o benefício, em 2019, 90% dos homens que se tornaram pais aderiram a licença.

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