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Negócios, Mercados & Cia
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Super-ricos: onde estão investindo?

Com o fim do incentivo fiscal para os fundos exclusivos, mercado vê corrida por maior diversificação das carteiras de investimento

Por Neuza Sanches Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 9 Maio 2024, 10h02 - Publicado em 26 fev 2024, 08h00

O mercado de capitais está em ebulição desde que o Congresso aprovou proposta do governo que aperta a tributação sobre os chamados fundos exclusivos, que até então garantiam aos super-ricos o privilégio de embolsar os rendimentos pagando praticamente nada de Imposto de Renda – bem diferente do que acontecia com os fundos ao alcance do grosso dos investidores no varejo. Depois disso, a equipe econômica ainda limitou o lastro para novas emissões de letras e certificados de crédito imobiliário e do agronegócio. Essa festa acabou.

Num movimento mais recente, o governo fechou mais uma porta, desta vez para a criação de novos fundos exclusivos de previdência, que contam com incentivos fiscais. O sinal é claro: a equipe econômica quer barrar estratégias de planejamento tributário das famílias ultra ricas e, por tabela, manter em alta uma nova fonte de arrecadação.

O que se vê agora é uma corrida para definir o melhor destino desse dinheiro – a estimativa é de cerca de R$ 750 bilhões em fundos fechados exclusivos, número que inclui as estruturas de investimento em previdência. A lista abaixo foi repassada à coluna por banqueiros do eixo São Paulo-Rio. Num cenário que ainda mistura juros reais elevados e perspectiva de queda gradual da Selic, as recomendações passam por títulos do Tesouro Direito a ações e fundos de crédito privado, entre outros.

  • Papéis em IPCA, NTN ou CDB: Os títulos públicos atrelados à inflação (IPCA) e as Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B) são opções de investimento em renda fixa que oferecem proteção contra a inflação e uma rentabilidade previsível;
  • Debêntures incentivadas (debêntures de infraestrutura): As debêntures incentivadas são títulos de crédito emitidos privados por empresas do setor de infraestrutura, como rodovias, aeroportos e energia. São isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas;
  • CRI/CRA de emissores de 1.ª linha, denominados em IPCA+, NTN-B com vencimento em 2027/28;
  • Títulos de crédito privado emitidos por empresas de primeira linha e com bom histórico de pagamento;
  • Bolsa de Valores: neste caso, o olhar passa tanto pelos fundos de ações quanto pela compra direta de papéis. Banqueiros citam ações de grandes bancos e companhias como Cosan, Equatorial e Localiza, que teriam neste momento potencial de valorização acima da média do mercado.  

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