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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Privatização da Cedae põe em risco programa de ressocialização de presos

Projeto que já atendeu 4,5 mil apenados passará por “adequações necessárias”

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 17 Maio 2021, 10h29 - Publicado em 17 Maio 2021, 15h30

A concessão de partes da operação da Cedae para a iniciativa privada tornou incerto o futuro de um projeto pioneiro de ressocialização de presos no Rio. 

A companhia de água e esgoto já empregou 4,5 mil apenados em 20 anos do programa Replantando a Vida. 

Atualmente, a Cedae tem 640 empregados conveniados ao projeto em 48 municípios do estado. Os presos atuam desde a confecção de uniformes e máscaras contra a Covid-19 a manutenção das instalações da empresa e recuperação de mananciais.  

Funcionários temem que o projeto seja descontinuado nas regiões em que a companhia teve seus serviços concedidos. 

Procurada, a Cedae disse que o Replantando a Vida “passará por adequações necessárias” e que “busca alternativas para a manutenção da mesma quantidade de conveniados ao programa”.

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