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Investigação criminal mira a Gran Petro

Empresa teria deixado de pagar R$ 2,3 milhões em ICMS

Por Ernesto Neves - Atualizado em 13 jun 2019, 21h40 - Publicado em 12 jun 2019, 19h02

A Gran Petro, que detém 5% do mercado de etanol de São Paulo, virou alvo do Ministério Público do estado.

A distribuidora é investigada por crime tributário, por receber entre janeiro e dezembro de 2013 R$ 12,9 milhões em mercadoria sem documentação fiscal.

O MP afirma que pela transação a empresa deixou de recolher R$ 2,3 milhões em ICMS.

A coluna procurou a empresa, mas não obteve retorno.

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Atualização:

A Gran Petro desconhece qualquer investigação criminal em curso perante o Ministério Público. Todavia, a empresa afirma, categoricamente, que trabalha com os mais rigorosos critérios em suas operações, entendendo ser inimaginável o transporte do vultuoso volume de combustíveis, conforme citado na nota, sem as correspondentes documentações fiscais, especialmente, por se tratar de um mercado extremamente fiscalizado por várias autoridades, dentre elas: a ANP e a Secretaria da Fazenda do Estado.

Estranha, ainda, a existência de uma suposta investigação sem que a Gran Petro tenha sido intimada.

Talvez, o único crime da Gran Petro esteja ligado às denúncias que fez no CADE, na ANP, na ANAC e na Justiça Paulista em face do abuso de posição dominante e da formação de cartel das grandes distribuidoras de combustíveis (BR Distribuidora, Raízen e Air BP), suas concorrentes, todas pertencentes a uma mesma associação, a Plural.

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