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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pesquisa aponta queda de faturamento em 67% das clínicas veterinárias

Royal Canin lançou campanha para reaquecer o mercado.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 20 ago 2020, 16h20 - Publicado em 20 ago 2020, 12h32

Cães, gatos e outros animais de estimação também sentiram os efeitos da pandemia do novo coronavírus. Devido a reclusão imposta pelas regras de isolamento social, os hábitos dos pets foram alterados pelo sentimento de incerteza de seus donos, que acabaram reduzindo os gastos com ração, check-ups, sessões de banho e tosa e outros mimos.

Numa pesquisa que a Royal Canin realizou com clínicas e hospitais veterinários, em junho deste ano, 67% disseram que houve queda no faturamento – destes, 20% tiveram queda de mais de 30% nos resultados financeiros. Em contrapartida, 17% dos respondentes disseram que houve aumento no faturamento.

Na hora de decidir pelo alimento dos bichinhos, uma outra pesquisa da Royal Canin, de julho de 2020, mostrou que 56,4% dos entrevistados apontaram como critério mais importante a adequação às necessidades da raça, porte e idade do animal. Por isso, de olho no impacto da crise econômica nas vendas de seus parceiros, a marca decidiu lançar a promoção “Mais Juntos do que Nunca”, com prêmios como vale-compras, motos e carros. A meta é dupla: estimular as vendas e garantir a saúde dos animais.

De acordo com a ABINPET – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o faturamento da indústria foi de 22,3 bilhões de reais em 2019, considerando a produção de pet food (alimentação), pet care (higiene e bem-estar) e pet vet (medicamentos e outros produtos veterinários).

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