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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Flexibilização do teto de gastos pode afastar investimentos no Brasil

Situação fiscal do país deve se deteriorar em 2020, aponta corretora.

Por Manoel Schlindwein - Atualizado em 7 ago 2020, 19h43 - Publicado em 10 ago 2020, 13h32

A crise da Covid-19 gerou ainda mais pressão por uma flexibilização do teto de gastos do governo federal. Porém, uma eventual mudança do teto deve ter um impacto negativo nos preços dos ativos locais como juros, câmbio e bolsa, de acordo com a corretora multinacional BGC Liquidez.

Para o CEO da empresa, Erminio Lucci, a situação fiscal do país se agrava em 2020, assim como em boa parte dos países emergentes e desenvolvidos por causa da pandemia. A diferença é que o Brasil já apresentava níveis de dívida bruta e PIB altos no começo do ano, em comparação com outros emergentes.

Na prática, uma contínua expansão fiscal em 2021 é um cenário que tende a ser considerado com maior probabilidade tanto pelo mercado local quanto pelos investidores estrangeiros.

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