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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Empresa de aviação executiva se adapta e não vê crise

Flapper trocou voos de executivos e artistas por cargas e apoio médico

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 13 abr 2020, 16h34 - Publicado em 13 abr 2020, 15h31

Acostumado a cruzar os céus levando executivos de multinacionais e artistas de renome por meio do compartilhamento de assentos em aeronaves, o polonês Paul Malicki viu o perfil de sua empresa mudar em tempos de crise sanitária do novo coronavírus.

O ticket médio dos voos da Flapper, espécie de Uber dos jatinhhos, onde é possível compartilhar assentos em aeronaves, saltou de 45.000 reais para 77.000 reais. Já os pedidos para voos realizados em um prazo máximo de até 24h saltou de 28% para 57,6% do total de voos contratados.

“Entendemos a importância da diversificação”, explica o CEO da Flapper, que agora ocupa-se de expatriações, tanto de brasileiros tentando voltar para casa como estrangeiros ainda por aqui. O portfólio se completa com a súbita demanda pelo envio de cargas e o transporte aeromédico.

Dentro da indústria, Malicki é uma exceção. A Flapper está confortável mesmo diante da redução de 95% dos voos comerciais, ou do fechamento de escolas de aviação e de aluguel de aeronaves para voos panorâmicos.

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