Clique e Assine a partir de R$ 7,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

As fraudes de identificação digital mais comuns em 2020 – confira

Adulteração de foto do portador original é o golpe mais frequente

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 20 jan 2021, 13h51 - Publicado em 20 jan 2021, 13h32

Em um ano marcado pela explosão dos serviços online, impulsionada pelo isolamento da pandemia, uma pesquisa da startup de segurança digital Combate à Fraude identificou quais as principais artimanhas usadas por fraudadores no ambiente digital.

A adulteração da foto do portador original, ou seja, quando o golpista substitui a foto original pela sua, foi a forma mais usada pelos bandidos em 2020. A artimanha ocorre mesmo quando a biometria facial é usada como forma de prevenção. Neste caso, o golpista consegue fraudar a prova de vida usando um vídeo em alta resolução ou ainda, máscaras de silicone.

O segundo tipo de fraude mais comum foi a impressão de documentos falsos, como RG e CNH, com dados autênticos – isto é, quando o CPF bate com o nome, data de nascimento e o nome dos pais). Essa forma se difere da simples adulteração de dados do portador porque o papel é forjado e o documento já é impresso com a foto do falsificador.

Na sequência, o terceiro recurso ilegal mais usado é a adulteração de dados nos documentos de identificação. Em posse de um documento original, o fraudador substitui algumas informações como nome da mãe, data de nascimento, data de expedição, entre outras, para ter em mãos um documento com uma foto de uma outra pessoa, mas com as informações adulteradas.

Continua após a publicidade

Publicidade