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Sem orçamento, Pazuello pede dinheiro a Guedes para chegar ao fim do mês

Ministério está limitado pela ausência de lei orçamentária

Por Machado da Costa 21 jan 2021, 16h48

Os problemas pela inexistência de um orçamento federal em 2021 já começam a aparecer. Limitado pela divisão mensal em 1/12 dos recursos previstos pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Ministério da Saúde está sem recursos para chegar ao fim do mês. Isso fez o ministro Eduardo Pazuello pedir ao colega Paulo Guedes um aumento no limite de gastos discricionários em 300 milhões de reais para janeiro — o total de recursos disponibilizados para despesas discricionárias no primeiro mês do ano aumentaria para 1.087,1 milhões de reais. O remanejamento de recursos seria compensado nos próximos três meses.

No pedido, que chegou nesta quinta-feira, 21, ao Ministério da Economia, Pazuello afirma que “o atual limite compromete pagamentos regulares relativos a medicamentos hemoderivados, funcionamento de Distritos Sanitários Especiais Indígenas, Programa Farmácia Popular, funcionamento de unidades hospitalares do Ministério da Saúde, entre outros”.

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