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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Itaú vende metade de suas ações do Carrefour após morte de João Alberto

Banco se desfez rapidamente de 47% de sua posição na rede francesa no último dia 24

Por Machado da Costa, Diego Gimenes Atualizado em 27 nov 2020, 12h34 - Publicado em 27 nov 2020, 09h36

Desde que João Alberto Silveira Freitas foi morto no estacionamento de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, muitos no mercado financeiro se perguntam sobre a confiabilidade da governança da empresa e sobre a manutenção dos investimentos em longo prazo na rede francesa. Pois, aparentemente, o Itaú já tomou a decisão de diminuir sua exposição ao Carrefour.

Somente na terça-feira, 24, o Itaú vendeu quase 8 milhões de ações das 17 milhões que detinha até aquela data, segundo dados coletados da Bloomberg. Restou 53% da posição. Segundo estes dados, o Itaú foi o único entre os maiores investidores do Carrefour a vender ações de forma tão expressiva após a morte de João Alberto.

Questionado sobre o motivo que levou a reduzir sua participação tão bruscamente, o Itaú preferiu não comentar. “Para preservar as estratégias de investimento e o melhor interesse dos nossos cotistas, a Itaú Asset Management não pode se manifestar sobre as operações dos fundos”.

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