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Índices americanos renovam recordes e Ibovespa inicia a semana em alta

Altas internacionais compensam preocupações domésticas com inflação e bolsa brasileira encerra o pregão em alta de 0,76%, a 123.003 pontos

Por Luisa Purchio Atualizado em 26 jul 2021, 19h00 - Publicado em 26 jul 2021, 18h30

VEJA Mercado fechamento, 26 de julho.

O dia foi de volatilidade para o Ibovespa, mas próximo ao encerramento do pregão as boas notícias vindas do exterior impulsionaram as compras e o índice encerrou em alta de 0,76%, a 123.003,86 pontos. Com a ressaca da sexta-feira passada, pela manhã a bolsa brasileira refletiu o receio dos investidores brasileiros com a alta do IPCA e com a greve dos caminhoneiros, mas a baixa adesão da categoria diminuiu as preocupações.

“O destaque absoluto no mercado doméstico foram as commodities, tanto metálicas quanto agrícolas”, diz André Querne, sócio da Rio Gestão de Recursos, que destacou o desempenho da Vale, Usiminas, Gerdau, Petro, CSN e Petrobras. “Elas continuam fortes mesmo enquanto outros setores continuam fracos, talvez refletindo as preocupações com a inflação”, diz ele. Enquanto o Ibovespa encerrou em alta, o Índice Small Caps do Ibovespa encerrou em queda de -0,28%, em 3.075,02 pontos.

Os principais índices americanos iniciaram o dia em baixa, com realização de lucros após os recordes históricos batidos na semana passada e receio da interferência do governo chinês nas empresas de tecnologia e de educação do país. A volta da economia dos EUA com a ampla vacinação da população e a redução dos temores sobre a variante delta do coronavírus, porém, acontece com tamanha força que no período da tarde os índices mudaram de direção.

O Dow Jones encerrou em nova máxima histórica de 35.144,31 pontos, alta de 0,24%. O SP500 também renovou as máximas e encerrou em alta de 0,24%, a 4.422,30 pontos. Já a Nasdaq fechou quase no zero a zero, mas também encerrou em recorde histórico: leve alta de 0,03%, a 14.840,71 mil pontos, à espera da divulgação dos balanços das Big Techs americanas Amazon, Apple, Microsoft e Google.

Dólar

O aumento das interferência do governo chinês favoreceu o Brasil ao atrair o investidor internacional para o país e o dólar comercial encerrou em queda de -0,71%, a 5,1737 reais.

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