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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Fusão entre gigantes da saúde deve ter caminho tranquilo no Cade

Negócio entre Hapvida e NotreDame pode criar empresa com receitas de 28 bilhões de reais

Por Machado da Costa 11 jan 2021, 12h50

A primeira megafusão de 2021 já tem seus protagonistas: são as administradoras de benefícios na área da saúde Hapvida e Grupo NotreDame Intermédica (GNDI). Apresentada na semana passada, mas que ainda carece de aprovação pelos acionistas, as empresas, juntas, devem formar um colosso com receitas estimadas de 28 bilhões de reais em 2022, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira, 11, pelo Morgan Stanley.

É consenso no mercado que as sinergias entre os grupos são grandes, há pouca sobreposição regional, uma vez que Hapvida tem presença maior no Norte e no Nordeste, enquanto que GNDI possui maior penetração no Sudeste e no Sul.

Mas a cereja do bolo e o que está deixando os investidores muito animados é o entendimento de que não haverá oposição por parte do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ou da Agência Nacional de Saúde (ANS), disse o banco americano, o que foi corroborado por especialistas no Cade que conversaram com o Radar Econômico. Mesmo com a fusão, a participação de mercado da nova companhia não chegará a um quinto do setor no país.

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