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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Entidade pressiona Ministério da Economia por possível onda de demissão

CNC quer extensão do programa de manutenção do emprego

Por Machado da Costa 19 jan 2021, 11h06

O fim do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego, conhecido como BEm, acabou na virada do ano e sua retirada já está gerando problemas para o Ministério da Economia. Como nenhum programa imaginado para mitigar o impacto da extinção do programa foi colocado em prática, uma boa parte dos 19 milhões de benefícios concedidos pode se transformar em demissão nos próximos meses. A preocupação, que já faz secretários do Ministério se mexerem para encontrar uma solução para sustentar o emprego e a renda da população, também é compartilhada por entidades empresariais.

Nesta segunda-feira, 18, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) enviou uma carta ao secretário Bruno Bianco — decerto, muito educada. Pediu para que o secretário avaliasse o retorno do programa, ao menos enquanto durar a pandemia. “Assim, considerando que esta Confederação sempre prestigiou e reconheceu as decisões emanadas do Governo, guardião maior dos interesses da República, aguarda que o mesmo, dentro do saudável ambiente democrático que lhe é peculiar, acolha nosso apelo no sentido de proporcionar, com ditas medidas emergenciais e transitórias, a manutenção da renda e da empregabilidade do trabalhado”, escreveu o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

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