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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Braskem tem maior queda desde março de 2020. O motivo é a Odebrecht

VEJA Mercado: Odebrecht não conseguiu compradores para a empresa

Por Diego Gimenes Atualizado em 20 set 2021, 18h21 - Publicado em 20 set 2021, 18h20

A Braskem não conseguiu encontrar nenhum investidor estratégico para cumprir o plano de recuperação judicial da Odebrecht, que obriga a empresa a vender sua parte na empresa até o fim do ano. Assim, tomou a decisão junto com os bancos credores de fazer a venda pela bolsa. Mas os investidores não curtiram muito a decisão e a ação da empresa derreteu 11,54% no pregão desta segunda-feira, 20, a maior queda da bolsa.  Desde março de 2020, quando os mercados globais derreteram por causa da pandemia, as ações da Braskem não caíam tanto. Claro, que a queda foi potencializada pela queda generalizada dos mercados por conta da China.  “A Novonor tem porcentagem relevante na Braskem e quer fazer uma oferta para vender, mas ninguém quis comprar. Agora, querem vender no mercado o equivalente a 20 bilhões de reais, o que afetaria a parcela que a Petrobras tem na companhia”, avalia Gustavo Gomes, sócio e assessor de renda variável da Acqua-Vero Investimentos.

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