Harry Potter
O fenômeno Harry Potter começou nas livrarias com A Pedra Filosofal, de 1997. Desde então, a saga da britânica J.K. Rowling colecionou impressionantes recordes editoriais. Vendeu mais de 400 milhões de exemplares e obrigou o The New York Times a inaugurar uma lista de mais vendidos só para a literatura infantil - que o bruxinho frequentaria de modo ininterrupto até 2008. O fenômeno se repetiu nos cinemas. O primeiro longa alcançou o segundo lugar no ranking das maiores bilheterias da história, atrás apenas de Titanic. Passados dez anos, estreia o oitavo e último título, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2. Não é o melhor filme, e o fraco uso do 3D não ajuda nada, mas é um fecho digno para uma saga que rendeu aos estúdios Warner uma bilheteria de mais de 10 bilhões de reais.
A última (e boa) impressão do bruxo é a que fica
Isabela Boscov fala sobre último filme da série. Longa começa onde a Parte 1 termina: Harry, Ron e Hermione seguem em busca das relíquias e, quando Voldemort descobre, uma batalha de vida e morte se inicia
Páginas fora dos filmes
VEJA relembra cenas importantes dos livros que foram excluídas dos filmes ao longo de toda a saga
A evolução dos personagens
Uma comparação do trio de protagonistas no primeiro e no último longa da série Harry Potter
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Vídeo
CríticaIsabela Boscov comenta a primeira parte do fim da saga do aprendiz de bruxo Harry Potter |
Vídeo
TrailerAssista ao vídeo de divulgação de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 |

















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