Mais Lidas

  1. Luiza Brunet diz ter sido espancada pelo ex, Lírio Parisotto

    Entretenimento

    Luiza Brunet diz ter sido espancada pelo ex, Lírio Parisotto

  2. Movimentação financeira de 'garçom do Lula' foi 69 vezes superior aos seus rendimentos

    Brasil

    Movimentação financeira de 'garçom do Lula' foi 69 vezes superior...

  3. Temer revoga decreto de Dilma e restitui poder às Forças Armadas

    Brasil

    Temer revoga decreto de Dilma e restitui poder às Forças Armadas

  4. PF descobre laços impróprios entre Toffoli e empreiteiro do petrolão

    Brasil

    PF descobre laços impróprios entre Toffoli e empreiteiro do petrolão

  5. Doleiro ligado a Eduardo Cunha é preso em ação da Lava Jato em Brasília

    Brasil

    Doleiro ligado a Eduardo Cunha é preso em ação da Lava Jato em...

  6. Governo e oposição se articulam para enterrar a CPI da UNE

    Brasil

    Governo e oposição se articulam para enterrar a CPI da UNE

  7. Jucá desmente Renan e diz que lei contra abuso de autoridade não é ‘prioridade’

    Brasil

    Jucá desmente Renan e diz que lei contra abuso de autoridade não é...

  8. Como uma traição fez Boris Johnson desistir de ser premiê britânico

    Mundo

    Como uma traição fez Boris Johnson desistir de ser premiê britânico

Remédios vão ficar até 12,5% mais caros; saiba como economizar

Reajuste previsto para os medicamentos deve superar a inflação pela primeira vez em dez anos

- Atualizado em

Prateleira de remédios genéricos em farmácia
Remédios genéricos estão entre as opções de economia para os consumidores(Germano Lüders/VEJA)

Os remédios vão ficar mais caros em todo o país a partir do próximo dia 31. Segundo a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o aumento anual nos preços deve ser de até 12,5%. Se confirmado, o reajuste vai superar a inflação (de 10,67%, em 2015) pela primeira vez em dez anos.

A base de cálculo para o reajuste de medicamentos é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que acumula alta de 10,36% em doze meses até fevereiro. O governo, no entanto, ainda não divulgou oficialmente de quanto será o aumento porque o processo está em consulta pública.

Para quem depende de renmédios de uso contínuo, ou mesmo para consumidores pontuais, a orientação é buscar maneiras de economizar, principalmente quando se trata de medicamentos de alto custo. Veja abaixo algumas formas de pagar menos ou nada:

Programa de fidelização de laboratórios

Para incentivar a adesão a tratamentos que exigem remédios de uso contínuo, grandes laboratórios desenvolveram planos de fidelidade que oferecem descontos em farmácias conveniadas. No caso da Bayer, contraceptivos orais podem custar de 20% a 46% menos para pacientes que se cadastrarem no site informando o nome, CPF, endereço e dados da receita médica. Sob as mesmas condições, comprar medicamentos para hipertensão, colesterol ou sintomas ligados à depressão pode custar até 65% menos.

Comparativo de preços

Já existem sites que funcionam como verdadeiros catálogos de consulta de preços de medicamentos. Em portais como o Clique Farma (www.cliquefarma.com.br) há indicações de farmácias onde o consumidor pode encontrar o preço mais em conta, ou mesmo sugestões de marcas similares. Já no Mais Preço (www.maispreco.com) é possível buscar pela substância ou princípio ativo e saber onde encontrá-los.

Leia mais:

Mercado já prevê queda de 3,54% do PIB em 2016

Subsídios do governo

O anúncio "Aqui Tem Farmácia Popular" em algumas redes indica que, no local, é possível comprar 112 tipos de remédios com até 90% de desconto. O programa do Ministério da Saúde oferece analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos e outras opções de drogas mais consumidas. Para retirar os remédios é preciso apresentar documento de identidade com foto, CPF e receita médica.

Remédios gratuitos

Pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é possível retirar, de forma gratuita e com receita médica, remédios de uso continuado ou de alto custo. A lista é disponibilizada pelo Ministério da Saúde. O programa "Saúde Não Tem Preço" distribui remédios para asma, hipertensão e diabetes. Para retirar, basta procurar redes credenciadas pela Farmácia Popular.

Medicamentos genéricos

A aprovação do uso de medicamentos genéricos trouxe para o mercado cópias idênticas em formato, composição química, dosagem, posologia e indicação de remédios produzidos por grandes laboratórios. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento genérico deve ser, no mínimo, 35% mais barato do que o convencional.

Descontos por planos de saúde

Seguradoras também oferecem descontos em medicamentos a seus beneficiários. Em parceria com duas redes de farmácias, a Amil proporciona economia de até 30% na compra de remédios e de até 5% em produtos de higiene pessoal e perfumaria; basta apresentar a carteirinha do convênio. Já o Benefício Farmácia, da SulAmérica, oferece 3.500 remédios até 65% mais baratos nas farmácias credenciadas para beneficiários de alguns planos e para clientes da Porto Seguro Saúde (há um cálculo de desconto conforme o plano de saúde em questão). Já a Bradesco Saúde oferece descontos de até 65% em medicamentos de marca ou genéricos.

Leia também:

Pílula anticâncer: o populismo faz mal à saúde

(Com Estadão Conteúdo)