Mais Lidas

  1. STF barra crédito extra de 100 milhões de reais para publicidade do governo

    Brasil

    STF barra crédito extra de 100 milhões de reais para publicidade do...

  2. Justiça bloqueia bens do senador Lindbergh Farias

    Brasil

    Justiça bloqueia bens do senador Lindbergh Farias

  3. Marta Suplicy é vaiada em discurso em São Paulo. De novo

    Brasil

    Marta Suplicy é vaiada em discurso em São Paulo. De novo

  4. A miss-bumbum e o clima de fim da festa no Planalto

    Brasil

    A miss-bumbum e o clima de fim da festa no Planalto

  5. Cunha chama reajuste no Bolsa Família de irresponsabilidade fiscal

    Brasil

    Cunha chama reajuste no Bolsa Família de irresponsabilidade fiscal

  6. 1º de Maio: Dilma oficializa reajuste de 9% no Bolsa Família

    Brasil

    1º de Maio: Dilma oficializa reajuste de 9% no Bolsa Família

  7. Temer monta seu governo: “Quero entrar para a história”

    Brasil

    Temer monta seu governo: “Quero entrar para a história”

  8. Família real britânica divulga fotos da princesa Charlotte

    Mundo

    Família real britânica divulga fotos da princesa Charlotte

Presidente do Santander é investigado por fraude fiscal

Emilio Botín e familiares são suspeitos de desviar recursos para banco na Suíça

- Atualizado em

Emilio Botín, presidente do Santander
Emilio Botín, presidente do Santander(Carlos Alvarez / Getty Images/VEJA)

O presidente mundial do banco espanhol Santander, Emilio Botín, é investigado no país por suspeita de fraude fiscal, conforme informou nesta quinta-feira a Audiência Nacional, máxima instância judicial da Espanha. Familiares de Botín também são alvos do inquérito.

Segundo a Audiência Nacional, Botín integra uma lista com 659 contribuintes espanhóis que ocultaram mais de 6 bilhões de euros no banco HSBC da Suíça. Os cinco filhos do banqueiro, entre eles Ana Patrícia Botín - diretora da filial britânica do Santander -, também estão na lista, assim como seu irmão, Jaime Botin, que é suspeito, ainda, de falsificação de documentos.

De acordo com o diário espanhol El País, as quantidades fraudadas por Botín e seus familiares superam os 120.000 euros por pessoa, que é o mínimo considerado para que uma evasão seja considerada delito e passível de ser investigada na justiça. Além disso, a justiça da Espanha tem informações de que estes fundos não foram declarados durante pelo menos quatro anos, de 2005 a 2009.

Origem da investigação - Tudo começou no ano de 2006, quando um funcionário do HSBC em Genebra, o franco-italiano Hervé Falciani, roubou uma lista com os nomes de donos de contas numeradas da Suíça. Preso em 2008, ele entregou a lista à autoridades fiscais da França, que avisou o governo espanhol.

Emilio Botín, aos 76 anos, é a 10ª pessoa mais rica da Espanha, com uma fortuna calculada em 1,5 bilhão de euros, segundo a revista Forbes.

(Com agência France-Presse)

TAGs:
HSBC