Mais Lidas

  1. Ciro defende 'sequestrar' Lula em caso de pedido de prisão

    Brasil

    Ciro defende 'sequestrar' Lula em caso de pedido de prisão

  2. Andréa de Nóbrega deixa Carlos Alberto e 'A Praça É Nossa'

    Entretenimento

    Andréa de Nóbrega deixa Carlos Alberto e 'A Praça É Nossa'

  3. Brasil

    Ministério da Cultura fazia fiscalização 'pífia', diz MP sobre...

  4. Patricia Abravanel bate na África e apanha nas redes

    Entretenimento

    Patricia Abravanel bate na África e apanha nas redes

  5. Campanha de Dilma recebeu R$ 2 mi de investigada na Boca Livre

    Brasil

    Campanha de Dilma recebeu R$ 2 mi de investigada na Boca Livre

  6. 'Boca livre que nós pagamos', diz ministro sobre casamento bancado com Lei Rouanet

    Brasil

    'Boca livre que nós pagamos', diz ministro sobre casamento bancado...

  7. Argumentos a favor do Brexit começam a virar pó

    Mundo

    Argumentos a favor do Brexit começam a virar pó

  8. Impeachment pode marcar nova onda de valorização do real

    Economia

    Impeachment pode marcar nova onda de valorização do real

Presidente do Santander é investigado por fraude fiscal

Emilio Botín e familiares são suspeitos de desviar recursos para banco na Suíça

- Atualizado em

Emilio Botín, presidente do Santander
Emilio Botín, presidente do Santander(Carlos Alvarez / Getty Images/VEJA)

O presidente mundial do banco espanhol Santander, Emilio Botín, é investigado no país por suspeita de fraude fiscal, conforme informou nesta quinta-feira a Audiência Nacional, máxima instância judicial da Espanha. Familiares de Botín também são alvos do inquérito.

Segundo a Audiência Nacional, Botín integra uma lista com 659 contribuintes espanhóis que ocultaram mais de 6 bilhões de euros no banco HSBC da Suíça. Os cinco filhos do banqueiro, entre eles Ana Patrícia Botín - diretora da filial britânica do Santander -, também estão na lista, assim como seu irmão, Jaime Botin, que é suspeito, ainda, de falsificação de documentos.

De acordo com o diário espanhol El País, as quantidades fraudadas por Botín e seus familiares superam os 120.000 euros por pessoa, que é o mínimo considerado para que uma evasão seja considerada delito e passível de ser investigada na justiça. Além disso, a justiça da Espanha tem informações de que estes fundos não foram declarados durante pelo menos quatro anos, de 2005 a 2009.

Origem da investigação - Tudo começou no ano de 2006, quando um funcionário do HSBC em Genebra, o franco-italiano Hervé Falciani, roubou uma lista com os nomes de donos de contas numeradas da Suíça. Preso em 2008, ele entregou a lista à autoridades fiscais da França, que avisou o governo espanhol.

Emilio Botín, aos 76 anos, é a 10ª pessoa mais rica da Espanha, com uma fortuna calculada em 1,5 bilhão de euros, segundo a revista Forbes.

(Com agência France-Presse)

TAGs:
HSBC