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Portugal diz que recessão está dentro dos limites previstos

Primeiro-ministro rejeitou comparação com Grécia em reação a relatório do FMI

- Atualizado em

Primeiro ministro português, Paulo Passos, discursa durante plenária na Rio+20
Primeiro ministro português, Paulo Passos, discursa durante plenária na Rio+20(Fernando Maia/EFE/VEJA)

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, diminuiu neste domingo a importância da queda da economia de Portugal dos últimos dois anos e afirmou que o retrocesso está dentro dos limites previstos quando solicitou o resgate financeiro. Em um ato de seu partido, o Social Democrata (PSD), realizado no arquipélago luso de Açores, Passos rejeitou mais uma vez qualquer tipo de comparação entre Portugal e Grécia.

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Passos Coelho lembrou que a Grécia acumula uma queda do PIB de quase 25% em meia década, em contraste com 4,6% de baixa da economia lusa entre 2011 e 2012. "Não é verdade que a dimensão da recessão seja maior do que a esperada. Já sabíamos quando pedimos ajuda financeira externa, porque tínhamos a consciência de que íamos ter de aplicar medidas de austeridade com efeitos recessivos".

O primeiro-ministro português disse que seu governo está decidido a implementar 'mudanças profundas e reformas duradouras' que permitam garantir a sustentabilidade do estado. Segundo ele, essa estratégia se inscreve dentro da necessidade de começar a pensar além de junho de 2014, quando Portugal deixará de estar sob a assistência financeira da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

"É importante dizer a todos os portugueses que se queremos inspirar confiança aos investidores, temos que falar de futuro. É o que querem ver nossos parceiros comunitários e também as agências de classificação de risco", afirmou. Passos Coelho repetiu mais uma vez que Portugal cumprirá com o memorando de entendimento estipulado em troca de seu resgate, e insistiu que o país 'não necessitará de mais dinheiro'.

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A situação política em Portugal está centrada no debate aberto pelo governo conservador luso sobre como o país deve reformar o estado para economizar em 2014 mais de quatro bilhões de euros e assegurar assim contas públicas.

A pedido do próprio Executivo, o FMI elaborou um relatório divulgado na última semana no qual recomenda ao país a expansão das medidas de austeridade através da redução do quadro de funcionários, demissão de professores e aumento do preço da saúde pública, entre outras propostas. A reação ao documento não foi a esperada e, durante toda a semana, tanto os partidos da oposição como sindicatos e diferentes organizações sociais se declararam abertamente contra da sentença do FMI.

(Com agência EFE)

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