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Os riscos ao consumidor na economia digital

Google e Facebook dominam os seus mercados por méritos próprios, mas o seu gigantismo impõe um desafio para que a sociedade não seja prejudicada

Cada vez mais, as pessoas incorporam a internet às suas rotinas: elas compram, fazem pesquisas e tomam decisões, locomovem-se, comunicam-se, estudam e trabalham por meio da internet. Não à toa, Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook são as empresas mais valiosas do mundo. Elas são dominantes na chamada nova economia de dados, que é abastecida instantaneamente pelos hábitos de consumo e comportamento em todo o mundo.

Esse domínio de poucas empresas em seus setores não é novidade. Faz parte do capitalismo. Muitas vezes, elas alcançam esse status porque foram inovadoras ou eficientes e caíram nas graças dos consumidores. Quando alcançam tamanho exagerado ou abusam de sua posição dominante para inibir a concorrência, cabe ao poder público impor limites para resguardar os interesses da sociedade.  A questão é saber se as autoridades de defesa da concorrência estão preparadas para lidar com o gigantismo de empresas como o Google e o Facebook, que hoje controlam o mundo da tecnologia e da internet.

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Comentários

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  1. Sérgio Carneiro

    Como é que é? O poder público deve interferir na liberdade e na inovação das empresas? Querem privilegiar a incompetência dos concorrentes e em nome da igualdade.

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  2. A matéria, seja qual conclusão queira tomar, apenas prova que o gigantismo seja do estado ou das corporações, sufoca os seres humanos, os escraviza. Quando estado gigante e mega-corporações se unem, então temos o capitalismo de compadrio, o tão almejado sonho dos globalistas.

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  3. Acho que acessei o site da carta capital por engano. 🤔

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  4. Essa matéria é da veja mesmo? Parece até a carta capela.

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