09/02/2012
às 15:35Comentários
Caras e caros,
Há mais de 300 aguardando mediação. Aos poucos, vamos dando conta de tudo. Tenham um pouquinho de paciência.
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09/02/2012
às 15:35Caras e caros,
Há mais de 300 aguardando mediação. Aos poucos, vamos dando conta de tudo. Tenham um pouquinho de paciência.
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26/01/2012
às 17:20Caros, há quase 400 comentários na fila. Estamos cuidando deles. Assoviando e chupando cana, hehe, como se diz em Dois Córregos. A gente chega lá. Só um pouquinho de paciência! Eis um bom problema, né? Triste é fazer aqueles blogs no deserto. Não deixem de ler o post anterior sobre a conexão “EBC de Dilma-Telesur de Chávez”.
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24/01/2012
às 19:25Caras e caros, não esqueci, não, do texto que fiquei de escrever sobre a oposição, definição de candidatos, entrevista de FHC etc. Vou escrever, sim. Se não sair até o fim da noite de hoje, cuido dele na madrugada. Sempre cumpro as promessas.
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23/01/2012
às 15:33Cuidem da sutileza, sim? Se é que vocês me entendem…
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20/01/2012
às 20:36Caros, alguns leitores estão reclamando daqueles links que aparecem no pé da página remetendo a textos sobre os mais variados assuntos da VEJA Online. Não há por quê. Reparem (canto direito da faixa preta) que o recurso tanto pode ser ampliado como pode ser minimizado — nesse caso, as sugestões não aparecem.
Em suma: os que não gostam do recurso têm como desativá-lo.
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19/01/2012
às 16:06Caras e caros,
A moderação já começou, sim! É que havia muita coisa. A gente chega lá.
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11/01/2012
às 20:31Caras e caros, só terei tempo de fazer a mediação de comentários no fim da noite. Enquanto não voltar a contar com ajuda para a tarefa — estamos tentando —, a coisa será um pouco atrapalhada. Tenham um pouquinho de paciência. Obrigado!
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11/01/2012
às 19:22Desculpem a demora. Estava numa reunião de trabalho. Vamos à luta.
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02/01/2012
às 3:42Suspendo por alguns minutos as minhas férias para reproduzir a “Carta ao Leitor” da primeira edição de 2012 de VEJA. No dia 9 - ou antes caso se faça necessário -, tudo volta ao normal no nosso blog. Segue a carta.
*
VEJA começa 2012 com uma configuração editorial mais adequada aos imensos e múltiplos desafios envolvidos em entregar a seus leitores semanalmente uma revista que, indo além da súmula dos fatos nacionais e internacionais, aprofunda, analisa e contextualiza os principais eventos e tendências.
A partir desta edição, a equipe editorial se reforça com a promoção dos editores executivos Thaís Oyama e Fábio Altman a redatores-chefes em São Paulo. Em acréscimo a suas responsabilidades habituais, Policarpo Junior, que dirige a sucursal de VEJA em Brasília, e Lauro Jardim, titular da coluna Radar, no Rio de Janeiro, também foram promovidos a redatores-chefes, missão que exercerão a relativa distância geográfica da sede paulistana, mas em estreita colaboração com a direção da revista.
O vigor e a capacidade de reação de VEJA se reforçam sobremaneira com os novos redatores-chefes e a nova estrutura. Thaís, Fábio, Policarpo e Lauro ocupam, cada um, há mais de dez anos postos-chave na revista, tendo se saído sempre com enorme sucesso em todos os fundamentos do jornalismo de alto padrão, mesmo sob as mais adversas circunstâncias.
Tê-los na linha de frente é uma garantia para o leitor de que VEJA , além de continuar se empenhando em ser “os olhos e os ouvidos da nação”, vai publicar mais notícias exclusivas e de alto interesse. A redação ganha dinamismo para retratar um Brasil emergente que, apesar das ainda imensas distorções estruturais, finalmente cruzou o cabo das tormentas das crises sistêmicas avassaladoras na política e na economia - sendo o maior risco não mais o retrocesso, mas deixar de avançar no ritmo que a plena utilização de seu potencial permitiria.
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Deixou VEJA neste fim de 2011 o jornalista Mario Sabino, profissional de enorme valor, raro talento e inexcedível dedicação que, nos últimos oito anos, foi redator-chefe da revista. Depois de um ano de deliberações, Sabino decidiu seguir carreira na iniciativa privada em atividade correlata ao jornalismo.
Ele foi na revista antena poderosa e corajoso oponente dos desmandos do mundo oficial. VEJA e seus leitores perdem o concurso de um combatente incansável na trincheira do jornalismo que sempre busca a verdade. Desejamos felicidades a Mario Sabino e esperamos que, mesmo em outras paragens e por outros meios, ele continue sua luta por um Brasil menos corrupto, melhor e mais justo.
Tags: imprensa, jornalismo, leitores, VEJA
22/12/2011
às 6:42conforme já havia anunciado ontem, este blog faz um pausa na reta final de 2011 e início de 2012, como acontece todos os anos. Estará de volta, com a produção regular — a minha regularidade, que vocês sabem qual é —, a partir de 9 de janeiro. Isso não significa que eu não possa aparecer antes caso considere necessário. Se acontecer, dou um toque no Twitter (twitter.com/reinaldoazevedo). Há dois anos, vocês se lembram, interrompi o meu descanso para denunciar as imposturas do tal Plano Nacional de Direitos Humanos, aquele que introduzia a censura prévia no Brasil e extinguia o direito de propriedade. Vocês sabem: em nome dos “direitos humanos”, eles acham que tudo lhes é permitido. E pode ser que eu escreva um post ou outro nesse período para matar a saudade de vocês, ora… Passem por aqui de vez em quando. Se a mediação dos comentários demorar um pouco, não se zanguem. Daremos conta de tudo.
Desejo a todos vocês um ótimo Natal, voto que estendo àqueles para os quais a data nada diz de especial seja por que razão for. Que sejam dias de solução de conflitos, de caminhos que se abrem, de alternativas que se desenham no horizonte. E que 2012 chegue com todas as suas exigências. Enfrentaremos a vida e seu ofício como temos feito desde sempre. Essa é a nossa tarefa.
Travamos o bom combate. Este blog continuará a ser uma trincheira, e há outras, em defesa do estado democrático e de direito, do pluralismo político, da liberdade individual e da livre iniciativa. Este blog continuará a ser um defensor contumaz de um estado controlado pela sociedade, não o contrário. Este blog continuará a ser uma voz em defesa dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição, que não pode ser assaltada por grupos de pressão, maiorias de ocasião e clamores organizados por interesses corporativos. E não vai arredar pé.
Vocês conhecem as falanges do ódio e da desqualificação tão bem quanto eu conheço porque as enfrentam também nas redes sociais. Eles não combatem o que dizemos — e nem saberiam como fazê-lo; preferem combater aquilo que eles próprios dizem que dizemos. Não debatem no mundo dos fatos, mas no das fantasias ideológicas. Não têm adversários políticos, mas inimigos. E, sendo assim, não aceitam jogar segundo as regras: não lhes basta eventualmente vencer o oponente: querem também destruí-lo.
Mas não vão!
O ano que vem será denso, como é todo ano eleitoral. É possível que o Supremo Tribunal Federal julgue, finalmente, o maior caso de corrupção da história republicana: o mensalão. Essa possibilidade está na origem de uma verdadeira rede criminosa que se criou na Internet com o intuito de proteger a outra rede criminosa, aquela que tentou tornar irrelevante o processo democrático. A falsa lista de Furnas é o emblema de um método: com ela, pretendem incriminar inocentes para inocentar culpados.
O Supremo poderá ser palco de outros embates que têm tudo para ser memoráveis — para o bem ou para o mal. Isso exigirá a nossa atenção, a nossa vigilância e a nossa militância. Qual militância? A partidária? Ainda que eles lá digam o contrário, sabem vocês que falo, sim, sobre partidos — porque meu assunto principal é a política —, mas não sob um ponto de vista partidário. As minhas convicções não são hoje representadas por nenhuma das legendas que estão aí organizadas. E duvido que venham a ser.
Em 2012, vocês encontrarão em textos novos, que tratarão das questões da hora, os princípios de sempre. Se, em algum momento, esta página refugar diante da defesa da democracia e do estado de direito, então vocês me denunciem como farsante; se, em algum momento, esta página condescender com a violência institucional, então vocês me acusem de fraude intelectual; se, em algum momento, este blog abandonar a lógica e aderir à mistificação, então vocês apontem a trapaça.
E continuarei a defender esses princípios com a alegria e a satisfação de sempre. Há quem sofra escrevendo; eu me divirto. Há aqueles para os quais esse trabalho é uma condenação; para mim, é um exercício de liberdade. Estaremos, se Deus quiser, juntos em 2012, firmes, fortes e plenos de bons sentimentos. Como o rei Davi, enfrentamos os que “teimam no mau propósito e conspiram para armar ciladas”. Sabemos ser “um abismo o pensamento e o coração de cada um deles”, mas temos a convicção de que “a própria língua se voltará contra eles”.
Minhas caras, meus caros, obrigado por mais este ano que passamos juntos. Outros virão. Muitos outros. Sentimo-nos glorificados porque temos “o coração reto”.
Venha logo, 2012! Este nosso coração se alegra é na batalha dos justos!
Até a volta!
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21/12/2011
às 19:22Caras e caros, como já afirmei no começo desta manhã, o blog dá aquela paradinha de fim de ano nesta madrugada. Retomo as atividades normalmente, ainda mais animado e com o pensamento bronzeado, no dia 9 de janeiro.
Aproveitem, os que tiverem tempo para isto, para ler posts que foram ficando pelo meio do caminho ou para reler postagens antigas e conferir se houve mais acertos do que erros — ou o contrário.
Vocês sabem que eu não costumo cumprir esta palavra em particular: digo que vou parar de tudo, mas posso publicar algum artigo se julgar que há temas relevantes.
Para a alegria de quem gosta e a tristeza de quem não gosta, no dia 9 de janeiro, volta o blog em tempo e espírito integrais. Vamos seguir com o dia.
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20/12/2011
às 15:56Petralhas não entendem metáfora.
Petralhas não entendem hipérbole.
Petralhas não entendem ironia.
Petralhas não entendem, em suma, figuras de linguagem. Comem tudo. Fossem, ao menos, ruminantes, elas voltariam para ser saboreadas mais tarde.
Eles acham que sou do tipo que bebe, de fato, 10 doses de uísque numa festa — o famoso “me dá esse litro de uísque aqui”. Literatura, pra petralha, é aquela coisa que vem em rolo.
Tanta gente de sua própria estirpe com blogs por aí, a implorar leitores, e eles não saem daqui, experimentando o que não estão equipados para entender. Pois é… Já estão chegando aquelas minhas férias de fim/começo de ano. Vão ter de lidar com a síndrome de abstinência…
20/12/2011
às 7:31Tá bom! Eu confesso! Fomos ontem a uma festa, eu e Dona Reinalda, e chegamos agora há pouco. Ela me fez jurar: “Você não vai escrever nada, né?” Ah, essas mulheres… Sempre preocupadas com o nosso gesto heróico e irresponsável, especialmente depois de 120 anos numa noite… Cento e vinte anos querem dizer 12 anos vezes 10, hehe…
Conheço isso. Lá nos tempos ancestrais, namorava essa moça não fazia tanto tempo. Depois de um fechamento de jornal daqueles horripilantes, num sábado, saímos pra jantar. Como sempre, as mulheres percebem tudo muito antes. Olhei pra Dona Reinalda, e ela estava lívida. “Vamos ser assaltados”. Sim, o restaurante estava sendo invadido por um bando disposto a, digamos, fazer a redistribuição de renda na base da luta armada. Era aquela gente bruta, que ainda não fazia isso por meio de eleições e mensalões, como viria a se tornar corriqueiro mais tarde.
Os bandidos, como os petralhas (vejam como sou generoso ao recorrer a uma mera comparação), também acharam que eu tinha cara de rico. Vieram pro meu lado, arma na cabeça, essas coisas… Dona Reinalda, pouco antes de eles chegarem com o seu instrumento frio (acabei de me sentir um Gabriel Chalita narrando um assalto numa carta para aquele padre fortão), me implorou: “Não reaja!” E eu disse, vazando testosterona pelos olhos: “Fique tranqüila; não vou reagir!”, dando a entender, evidentemente, que, se quisesse, poderia, como naquela música do Chico Jabuti, dar pernada a três por quatro sem nem me despentear. Ficou evidente que a minha passividade era, para mim, um custo! Atendia a um pedido amoroso…
Os bandidos me ensinaram a compreender um pouco mais a alma feminina, acho eu… Não trema nunca, rapaz! Dê a entender que você tem a arma secreta e pode usá-la quando quiser. Moças não gostam de choramingas. Quem curte homem sensível é… outro homem.
Cumpro, com este texto, a promessa solene à minha parceira de 25 anos (”Não vá escrever nada”), mas também aos leitores: “Nulla dies sine línea”, como recomendava Plínio, o Velho. Esse negócio de “Plínio, o Moço” é para gente progressista, né? E Tio Rei é mais conservador do que “Emoções” num show do Roberto Carlos. Menos quando se trata de agradar as mulheres.
Tags: comportamento, leitores
19/12/2011
às 18:03Caras e caros, ainda sem auxiliar. Um monte de comentários na fila. Estou cuidando deles.
Tags: comentários, leitores
14/12/2011
às 17:10Caras e caros,
Ainda estou sem meu auxiliar. Por isso, de vez em quando, preciso parar um pouco para fazer a mediação dos comentários, mantendo o ambiente “limpo”, sem manifestações do mundo das trevas. Falo, no próximo post, sobre a decisão do Supremo de dar posse a Jader Barbalho no Senado. Dentro de alguns minutos.
13/12/2011
às 16:19Volto daqui a pouquinho. Estava fazendo umas comprinhas de Natal, ué. Também sou filho de Papai Noel…
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09/12/2011
às 23:05…para estourar a bomba do ano!!! AGUARDEM!!!
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09/12/2011
às 20:46Sim, queridos, eu vou escrever sobre a “sabatina” de FHC, sobre a defesa que Dilma fez da liberdade de imprensa, sobre as acusações contra um grupo de policiais de São Paulo, tudo… Não escreverei sobre ratazanas. Aí é com a turma do esgoto. Nem eles escreverão aqui. Esperem um pouquinho. Atenção, canalha! Meu filtro é bom! Desistam!
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09/12/2011
às 20:18Caras e caros,
eu estou sem meu auxiliar. A mediação de comentários leva um tempão. Mas é uma das prioridades. O blog só existe porque vocês existem. Mas a gente vai dando conta de tudo, aos poucos…
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08/12/2011
às 20:12Caros, a energia elétrica só voltou agora. Há 541 comentários na fila à espera de mediação. Pode demorar um pouco. O excelente Fernando Oliveira, que me ajudava nessa tarefa, não está mais comigo. É uma pena pra nós, mas muito bom pra ele, e conta com o meu apoio e a minha torcida.
Pode demorar um pouco, mas acabo dando conta de tudo. Compreendam. Escreverei alguns posts e depois cuido dos comentários.
Blogueiros sem leitores, aqueles (vocês sabem…), não têm esses bons problemas…
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