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futebol

14/07/2014

às 7:05

Copa joga por terra tara autoritária petista. Agora é preciso vencer os tarados do estatismo, que querem criar a “Futebras”. Ou: O SEGREDO ALEMÃO

Jogadores da Alemanha posam com a Taça da Copa do Mundo após vencerem a Argentina no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com)

Jogadores da Alemanha posam com a Taça da Copa do Mundo depois de vencer a Argentina no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com)

Já está mais do que evidente, a esta altura, que os petistas pretendiam transformar a Copa do Mundo numa espécie de máquina mortífera da política. Ânimos exaltados, nacionalismo à flor da pele, a Seleção Canarinho esmerilhando em campo e, ao fundo, aquela velha canção: “Duzentos milhões em ação/ Pra Frente Brasil/ Salve a Seleção…”. A síntese era uma só: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Depois que o PT incluiu, por exemplo, meu nome numa lista negra de nove jornalistas que estariam torcendo contra a Copa e seriam responsáveis pelas hostilidades a Dilma nos estádios, passei a receber insistentes convites: “Por que você não vai embora do Brasil? Por que você não muda para Miami?”. A pergunta me é feita, claro!, por pessoas que insistem em não morar em Cuba, na Coreia do Norte ou na Venezuela. Um recado: não mudo, não! Fico aqui mesmo e quero o Brasil de volta. Sigamos. A pantomima nacionalista-autoritária estava ensaiada, mas deu tudo errado! A Copa, organizada pela Fifa, deu certo. A infraestrutura básica funcionou. As obras de mobilidade não vieram. O país volta a ser nesta segunda o que quer que fosse antes do início do torneio.

Sem ter uma resposta eficiente a dar, na expectativa de uma nova e estrondosa vaia — que chegou neste domingo! —, o governo lançou, então, a operação “Caça-CBF”, com o auxílio do subjornalismo áulico e de certa crônica esportiva que ficaria melhor se fosse embalsamada e posta no museu, numa atividade com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e da Petrobras. Descobriu-se que a confederação é a grande vilã e se falou abertamente na intervenção do estado no futebol — o mesmo estado que não conseguiu entregar as obras. Os mais afoitos tinham uma explicação simples e errada para o desastre: a corrupção na CBF, sua estrutura encarquilhada etc. Digamos que tudo isso seja verdade: que tal a gente devolver, então, os títulos de 1994, 2002 e da Copa das Confederações? Só a derrota é filha da corrupção? A vitória não?

É claro que eu acho que a CBF tem de mudar, mas vamos parar de conversa mole! Há, sim, na expressão feliz de Aécio Neves, gente tentando criar a Futebras, e eu insisto que é preciso é ter menos estado e mais mercado no futebol. Ao estado cabe, aí sim, cuidar de algumas leis estruturantes do futebol — já chego lá. Em maio de 2013, a revista alemã Der Spiegel publicou uma excelente reportagem (clique aqui para ler versão em inglês) sobre a revolução havida no futebol do país nos 12 anos recentes. O gancho era o fato inédito de dois times alemães disputarem a final da Liga dos Campeões: o Bayern de Munique e o Borussia Dortmund. Como aquilo era possível? Vale a pena ler o texto

Uma lei obriga, por exemplo — e, neste ponto, sim, o estado pode entrar — os times da primeira e segunda divisões do país a manter o que eles chamam “academia” de jogadores. No Brasil, conhece-se a “escolinha”. Mas não se trata da coisa bisonha que funciona por aqui, não, de improviso. É preciso manter funcionando centros de treinamento especialmente voltados para essa atividade. Antes que técnicos de outros países começassem a visitar a Alemanha para descobrir os seus segredos, como acontece atualmente, a liga profissional do país mandou técnicos em peregrinação pelos grandes centros de futebol do mundo — como Espanha e Holanda — para saber como os outros trabalhavam.

O futebol alemão passou, revela a revista, por uma revolução tática. Os alemães chegaram à conclusão, também, de que seu jogo era duro demais. Era preciso mudar uma cultura. Um trecho da reportagem chama a atenção. Referindo-se a jogadores como Philipp Lahm (capitão da Seleção) e Bastian Schweinsteiger — que todos vimos sair quase destruído de campo, com o rosto ferido — diz a revista (traduzo):

“De fato, eles são algo feminis, retraídos, versáteis. No passado, os fãs do futebol estavam acostumados com os chamados machos Alfa, jogadores como Oliver Kahn e Stefan Effenberg, que venceram a Liga dos Campeões de 2001 com o Bayern de Munique. (…) Ou Lothar Matthäus, o líder do time que ganhou a Copa do Mundo de 1990. Eles chamavam a atenção por seu estilo de jogo duro e poderoso, por seu comportamento grosseiro e por seus casos rumorosos com mulheres. Em outras palavras: eram ‘homens de verdade’. Mas isso também os fazia tediosos. Lahm e Schweinsteiger, ao contrário, parecem eternos garotos. (…) E isso é uma coisa boa porque o jogo moderno depende de um grupo de jogadores capazes de fazer quase tudo. Todos eles são igualmente importantes, e ninguém precisa de um companheiro de equipe que determine tudo e domine o time. Eis por que foi correta a decisão do técnico da Seleção, Joachim Löw, que tirou da equipe Michael Ballack, o último dos machos Alfa (…) Ninguém mais precisa de homens oriundos de um modelo velho e selvagem. Dá-se o mesmo na sociedade. Nós entramos na era do trabalho de equipe.”

Retomo
Percebam que essa Seleção Alemã formada de caras que são “uns fofos”, para recorrer à expressão de uma das minhas filhas, é parte de um trabalho de educação e de uma tomada de decisão. A Seleção Alemã não começou a ganhar o campeonato quando decidiu criar seu próprio centro de treinamento nas terras quentes da Bahia — os brasileiros ficaram naquela soturna, nesse período ao menos, Granja Comary… Os homens do gelo prefeririam o calor tropical; os dos Trópicos, a neblina… O trabalho vem de longe. Não homenagearam os pataxós por acaso nem mandaram mensagens de agradecimento ao povo brasileiro só porque são bons moços, quase “feminis”, ou “eternos garotos”, como diz a Der Spiegel. Isso tudo é parte de uma estratégia.

Então, sim, está claro que a CBF tem de mudar, que o mundo avançou nessa área. Mas resta evidente que não será com intervenção estatal que se vai lograr esse feito. Quando muito, a legislação pode forçar os grandes clubes a investir efetivamente na formação de jogadores.

Fim da caipirice
E é preciso também romper o cerco da caipirice, que impede que tanto os grandes clubes como a Seleção contratem técnicos estrangeiros. Não só é preciso que eles venham como urge enviar jovens técnicos para conhecer o trabalho que se faz lá fora. Isso, sim, pode mudar o futebol brasileiro. E, claro!, é preciso tomar cuidado com as cabecinhas tacanhas. Aqui e ali, ouvi e li idiotas a exaltar a equipe costa-riquenha, que só teria jogado aquele bom futebol porque livre das garras do capitalismo e coisa e tal… Trata-se de uma bobagem monumental. Quem está levando a taça para casa é o milionário futebol alemão.

É evidente que é bom uma equipe contar com Cristiano Ronaldo, com Lionel Messi, com Neymar Jr. Quem não quer? Mas, só com eles, não se vence uma Copa do Mundo. Sem organização, disciplina e planejamento, o talento se dissipa e tudo termina no ralo. Com organização, disciplina e planejamento, consegue-se tudo: até talentos.

Quanto às taras estatistas do governo e de parte da crônica esportiva, dizer o quê? Fazem parte de um mundo velho e selvagem. Quem precisa deles?

Texto publicado originalmente às 5h07
Por Reinaldo Azevedo

28/04/2014

às 4:59

A aula de Daniel Alves e Neymar de combate ao racismo. Ou: Também sou macaco!

O que faz esta foto de Neymar, ao lado de seu filho, comendo uma banana? Explico.

neymar_banana

Está de parabéns o jogador brasileiro Daniel Alves, do Barcelona. E não apenas porque é um atleta muito competente. Aos 30 minutos do segundo tempo, quando o time enfrentava o Villarrreal, um torcedor jogou ontem uma banana no campo, em direção a Daniel, que é negro — de fato, ele é mestiço ou o que o IBGE define como pardo.

Daniel tinha três atitudes e tomou a melhor: ignorar o ato; mostrar-se ofendido, indignado, ferido, o que certamente deixaria satisfeito o imbecil que jogou a banana; reagir com o bom humor superior, submetendo o agressor ao ridículo. E foi o que ele fez. Abaixou-se, pegou a banana e… comeu. No Twitter, ainda brincou, assim:

Daniel Alves Twitter

No dia 30 de março, uma casca de banana foi atirada no gramado do estádio Cornella El Prat, do Espanyol, na vitória do Barcelona sobre o time da casa por 1 a 0. Segundo a imprensa espanhola, os alvos seriam Neymar e, mais uma vez, Daniel.

Por falar em Neymar, ele também fez a coisa certa. Publicou uma foto no Instagram, comendo uma banana, ao lado do filho. Aquela que vocês veem lá no alto. O garotinho segura uma banana de pelúcia. Fez circular ainda a seguinte mensagem:
“SOMOS TODOS IGUAIS, SOMOS TODOS MACACOS. RACISMO NÃO!!!!! É uma vergonha que, em 2014, exista o preconceito. Tá na hora da gente dizer um chega pra isso! A forma de me expressar para ajudar que um dia isso acabe de uma vez por todas é fazer como o @danid2ois fez hj !! Se vc pensa assim também, tire uma foto comendo uma banana e vamos usar o que eles tem contra a gente a nosso favor. #somostodosmacacos #weareallmonkeys #somostodosmonos #totssommonos” “

Como se vê, há hashtag em português, inglês, espanhol e catalão.

Esses rapazes, que não se querem pensadores profundos — são mesmo é bons de bola, graças a Deus —, são mais sábios do que alguns intelectuais do miolo mole. É claro que acho que manifestações racistas, quando flagradas, têm de ser punidas. Mas a histeria politicamente correta só alimenta os idiotas. O racismo tem, sim, de ser combatido. Mas, acima de tudo, tem de ser submetido ao ridículo.

Nesse caso, o bom humor e a altivez são muito mais eficientes. Enquanto esse tipo de comportamento gerar reações histéricas, mais os cretinos se sentirão estimulados. Entro na campanha de Neymar. Também sou macaco.

foto (22)

Por Reinaldo Azevedo

06/02/2014

às 2:46

Uma petição pública à direção do Corinthians contra o banditismo disfarçado de torcida

Coringão

Sou corintiano, como sabem. Mas o caso, aqui, não diz respeito a clube, gosto, preferência. Estamos lidando com uma questão que tem, em larga medida, uma dimensão pública. O futebol brasileiro e a estrutura que o cerca, à diferença do que se dá em vários países do mundo contemporâneo, são bolsões de atraso político, institucional e moral.

Muito bem: um grupo de corintianos decidiu criar uma petição pública, endereçada à direção do Corinthians. Protesta contra o vandalismo protagonizado por bandidos disfarçados de torcedores e faz algumas reivindicações à presidência do clube — entre elas, está a cessação de privilégios a torcidas organizadas que não respeitam as regras da civilidade.

Infelizmente, as direções dos clubes têm se mostrado cúmplices de práticas nefastas, que afastam o verdadeiro torcedor dos estádios; que acabam tornando o futebol quase um divertimento privado de vândalos. Leiam o texto. Para assinar a petição, clique aqui.

O CORINTHIANS MERECE RESPEITO!

Presidente Mário Gobbi Filho,

Nós somos corinthianos, e nessa condição escrevemos esta carta aberta. Alguns poucos de nós a assinaremos, mas somos muitos mais. Somos o torcedor comum, que não tem outra bandeira a não ser a do Timão.

Temos críticas ao desempenho do time e ao comportamento de alguns atletas, que não têm honrado o manto sagrado com nosso escudo. Muitos aqui não estão satisfeitos com o trabalho da Comissão Técnica, e outros também não aprovam a própria direção do Departamento de Futebol. Nossas críticas refletem opiniões de pessoas livres, que não seguem orientação nem obedecem às ordens de ninguém.

Mas para expressar nossas críticas, nós não utilizamos sinalizadores, muito menos aqueles que provocam tragédias; também não invadimos o campo, nem atiramos objetos para dentro dele. Tampouco invadimos espaços reservados à administração do Clube ou o Centro de Treinamento dos atletas, menos ainda para agredi-los e os funcionários do clube, como fizeram bandidos que se intitulam torcedores, no último dia 1º de fevereiro.

Esses bandidos, aliás, integram os mesmos grupos que têm causado enormes prejuízos financeiros e morais ao Corinthians e a nós todos, torcedores. Falam em democracia, mas a agridem ao não respeitarem as leis do Estado Democrático de Direito. Dizem querer só criticar e protestar, mas fazem uso da ameaça, do constrangimento, da coação e até da agressão física. Covardes, agem sempre sob a proteção do grupo, e depois se dizem vítimas da violência que eles próprios praticaram e/ou provocaram.

Atacam, inclusive por meio de nota oficial, quem repudia os atos de vandalismos a que todos assistimos, perplexos, dizendo que essa repulsa seria a manifestação de preconceito social, porque os vândalos “são pobres”, e os jogadores vítimas das truculências “ganham fortunas”. Como se a boa condição econômica retirasse de alguém o direito à segurança e à integridade física e moral. Como se entre os agressores não houvesse muitos “endinheirados”. Como se os funcionários do CT, também vítimas de agressões e até de furtos de seus pertences, fossem ricos.

Na verdade, esses bandidos não representam os mais de trinta milhões do Bando de Loucos, que são pobres, remediados, ricos, negros, brancos, mestiços, índios, asiáticos, crentes, agnósticos e ateus; constituem, enfim, uma nação multicolor e multifacetada, cuja identidade é o amor incondicional pelo Timão. E que não aceitam a visão preconceituosa de que aos que são pobres só resta apelar para a violência; não aceitam ser confundidos com membros dum bando de criminosos, que não respeitam nada nem ninguém. Nós, os torcedores comuns cuja única bandeira é a do SCCP, queremos, sim, ver respeitado nosso direito de “cornetar” jogadores e dirigentes, mas não admitimos que em nosso nome invadam, depredem, constranjam, ameacem, agridam e ainda furtem até mesmo funcionários do clube.

Por tudo isso, Presidente Mário Gobbi, nós decidimos endereçar a você esta carta, que será também tornada pública. Para pedir que você aja com determinação e coragem na defesa do Sport Club Corinthians Paulista, pondo fim a uma convivência promíscua que, infelizmente, vem sendo mantida entre o Clube e essas organizações que abrigam e protegem criminosos. E para isso, sugerimos a adoção de algumas medidas para impedir que bandidos continuem a manchar o nome do Todo Poderoso Timão:
a) Extinguir a categoria de sócio-torcedor destinada às “torcidas organizadas” do plano Fiel Torcedor;
b) Proibir que esses grupos utilizem o nome, as marcas e o símbolo do Corinthians;
c) Proibir a remessa de ingressos da quota do Corinthians às “torcidas organizadas”, o que se dá, principalmente, nos jogos em que o Timão é visitante, fato que é público e notório;
d) Proibir qualquer outro tipo de auxílio a tais organizações, como custeio de viagens em jogos em que o Corinthians é visitante;
e) Acionar judicialmente os invasores que venham a ser identificados, cobrando deles a reparação material dos danos por causados, não apenas na invasão do CT Joaquim Grava, mas sempre que isso se der;
f) Instaurar processo disciplinar para expulsar do quadro de sócios do Clube aqueles que tenham participado da invasão ao CT ou de brigas em estádios;
g) Auxiliar ativamente a Polícia e o Ministério Público na apuração dos crimes já perpetrados no último dia 1º e nos que vierem a ser cometidos contra o Corinthians, seus atletas e demais funcionários.

Há pouco mais de 2 anos, nós comemorávamos o título do pentacampeonato do Brasileirão; seis meses depois, vivemos o momento mágico da conquista da Libertadores, e em outros seis meses, veio o 2º Mundial. Não faz o menor sentido que, agora, vejamos o nosso Corinthians de volta às páginas policiais, sem que a direção do Clube cumpra o seu dever de respeitar e fazer respeitar o Campeão dos Campeões. Ainda mais sendo você um Delegado de Polícia, e, portanto, profissional que não pode transigir com o crime, mas que deve, ao contrário, combatê-lo!

Afinal, aqui é Corinthians!

E respeito é bom, e nós não apenas gostamos, mas exigimos!

Por Reinaldo Azevedo

04/02/2014

às 6:51

Os que invadiram o CT do Corinthians são bandidos, não torcedores

É preciso chamar as coisas, as pessoas e suas práticas pelo nome que têm. Quando menos, por amor à língua. Aqueles caras que invadiram o CT do Corinthians no domingo não são, obviamente, torcedores. São bandidos. São vândalos. São marginais. Escolham aí a palavra que lhes parecer mais adequada. Depredaram instalações e carros de atletas, agrediram funcionários, roubaram celulares e queriam, ora vejam, bater nos jogadores. Eu tenho uma tese sobre violência que vocês conhecem. O sujeito primeiro decide ser delinquente — o que ele vai fazer é que é ditado pela oportunidade.

Essa é uma das razões por que é estúpida essa história de que descriminação das drogas reduz a violência. O traficante vai trabalhar com carteira assinada? Não! Vai mudar de ramo. O que estimula o crime é a impunidade. Mas não vou me desviar. Os bandidos que invadiram o CT do clube têm um pretexto: a má fase da equipe. Não fosse isso, iriam agredir outras pessoas, em outros lugares, por alguma outra razão que julgassem justa. Afinal, eles decidiram ser os juízes de uma causa e os executores da pena.

Ora, agiu de modo diferente boa parte daqueles que ocuparam as ruas em junho ou mais recentemente? Também eles — refiro-me, claro, aos não pacíficos — se sentem de tal sorte donos da verdade e pensam ser tão legítima a sua causa que decidem fazer justiça com as próprias mãos. É o mesmo espírito que leva sem-terra a depredar instalações de fazendas e laboratórios de pesquisa, que faz com que extremistas de esquerda disfarçados de estudantes emporcalhem uma reitoria ou que leva doidivanas com graus variados de ignorância a depredar um instituto que testa remédio em animais.

Torcedores enfurecidos não são exatamente uma novidade no Brasil. No dias que correm, no entanto, o risco de ações como a de domingo começarem a se tornar corriqueiras é grande. Há uma onda de incêndios a ônibus país afora. Só descontentamento com o serviço? Besteira! Usuários pobres não incendeiam os veículos porque sabem que sua vida tende a ficar mais difícil. Há um certo espírito no ar que leva pessoas a impor na marra a sua vontade. Infelizmente, quando o assunto envolve política, setores da imprensa tendem a ser simpáticos a esse vandalismo cidadão… É tolice achar que esse tipo de comportamento não salta para outras áreas.

O clima no futebol anda tenso. O tal movimento “Bom Senso” tem ensaiado uma greve há algum tempo. A CBF e associados se movem com agilidade paquidérmica. Nem vou entrar no mérito da coisa agora. O fato é que a violência perpetrada contra o Corinthians pode virar o gatilho a levar os jogadores à paralisação.

Leio a respeito e vejo que se fala em pedir proteção à PM. Certo! Um promotor decidiu convocar a polícia porque diz que ela tem de garantir a segurança dos ônibus. Entendo. Também tem a obrigação de assegurar a integridade dos patrimônios público e privado no caso das manifestações que degeneram em violência. Bem, daqui a pouco, em vez de 100 mil homens na ativa — eu escrevi 100 mil! —, a PM  de São Paulo terá de contar com pelo menos 200 mil. Só na Grande São Paulo, há uns 20 mil ônibus circulando. Dá para meter um soldado em cada um? Acho que não…

Sim, claro, é preciso em cada caso desenvolver ações de inteligência para tentar descobrir onde se acoitam os vândalos etc. e tal. Mas com qual lei serão punidos? Na última manifestação violenta em São Paulo, no dia 25, foram presas, se não me engano, 170 pessoas. Horas depois, estavam nas ruas. Enquadrá-las exatamente em quê?

Clubes de futebol são entidades privadas. É claro que, nos casos de agressões flagrantes, a polícia tem de entrar em ação. Mas, convenham, não cabe à Polícia Militar, e a polícia nenhuma, fazer a segurança de clubes. Essa não pode ser mais uma obrigação a recair sobre os ombros da Secretaria de Segurança Pública. Terão de contratar segurança privada! Até porque mantêm uma relação de intimidade com torcidas organizadas.

E o Brasil? Como vai tratar os seus vândalos? Por enquanto, generaliza-se a sensação de que cada troglodita tem “o direito” de exercer a sua vontade pela força, recorrendo a métodos violentos. Na rua, no clube de futebol, na fazenda, na universidade, em qualquer lugar.

Um país não passa incólume por um tempo em que bandidos são tratados como heróis. Sem punições exemplares, a situação tende a piorar. É simples assim.

Por Reinaldo Azevedo

24/10/2013

às 5:11

“Àqueles que acham que é pouco…”

Não gosto de comer bicho que tem bico. O sabor da carne (perdão, pessoal, mas só proteína vegetal me deixa agressivo…) não me agrada. Quase sempre sinto gosto de pena. Pato, pra mim, é o pior. É indigesto.

Alguém aí está a fim de comer arroz de pato, magret de pato, pato laqueado, pato com laranja, confit de pato? Alguém, enfim, quer fazer qualquer coisa com o p… do Pato?

Ah, se praga por intermédio da TV pegasse…

Vai dar cavadinha lá ponta do funil!!!

Por Reinaldo Azevedo

18/09/2013

às 22:20

Corinthians de azul não orna!

O meu Corinthians enfrenta neste momento a Ponte Preta no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Estamos com aquele uniforme azul. Olho e não reconheço. Há coisas, como se diz em Dois Córregos, que “não ornam”. Na boa terra, a gente atribui ao verbo “ornar” o sentido de “combinar”. Por exemplo: punição de larápios e embargos infringentes… Ornam? Acho que não.

 

Por Reinaldo Azevedo

09/09/2013

às 22:11

Pois é, Muricy Ramalho de volta ao São Paulo… Cantei a bola na Jovem Pan

Um momento lúdico sobre o ludopédio, hehe. Na sexta, participei do “Jornal da Manhã”, da Jovem Pan. Entre a infinidade de assuntos, tratou-se das agruras por que passa o São Paulo. Mesmo sendo corintiano, opinei: “O São Paulo precisa recontratar o Muricy para ele desenterrar o sapo lá do Morumbi”. Foi tricampeão pelo clube em 2006, 2007 e 2008. Acabou demitido em 2009 — uma clara e flagrante injustiça. Nem ele se encontrou depois disso nem o São Paulo. Quem sabe agora…

 

Por Reinaldo Azevedo

30/06/2013

às 19:07

Um a zero Brasil!!! Ou: Gol não é poesia!

Eita! Menos de dois minutos, um a zero para o Brasil. Fred fez o gol deitado. É assim. Esse rapaz não liga de fazer gols feios. Quando possível, faz também os bonitos. É assim. Gol não é poesia. Não precisa ser sempre bom.

Por Reinaldo Azevedo

15/06/2013

às 16:08

Dilma leva três sonoras vaias no Mané Garrincha, na abertura da Copa das Confederações

Joseph Blatter, presidente da Fifa, discursou na abertura da Copa das Confederações, no estádio Mané Garricha, em Brasília. O jogo de estreia é Brasil contra o Japão. Estava ao lado de Dilma Rousseff. Tão logo citou o nome da presidente, explodiu uma sonora vaia no estádio. As autoridades brasileiras, definitivamente, se arriscam em situações assim. Lula, que é Lula — transformado no demiurgo nacional —, foi vaiado em pleno Maracanã, na abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007. Dilma, diga-se, já tinha sido vaiada quando teve o nome anunciado pelo sistema de som e voltou a ouvir a manifestação de descontentamento quando ela própria falou.

Os petistas podem tentar citar Nelson Rodrigues — “Brasileiro vaia até minuto de silêncio” — ou podem achar que está em curso algum desconforto com o governo. E olhem que o jogo se dá em Brasília, não é?, que tem a renda per capita mais alta do país.

A vaia quer dizer alguma coisa e aponta para 2014? Não dá para saber. As pesquisas indicam que a popularidade da presidente é alta, mas está em queda. Lula, como lembrei, foi vaiado em 2007 e, como se sabe, elegeu sua sucessora. Vamos ver.

Ah, sim: Neymar abriu o placar aos três minutos do primeiro tempo.

Por Reinaldo Azevedo

31/05/2013

às 5:55

Com inveja do ASA de Arapiraca, presidente da Câmara quer a Caixa patrocinando times de sua base eleitoral

No Globo:
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), defendeu nesta quinta-feira, em seu perfil no Twitter, que a Caixa Econômica Federal patrocine os times do Rio Grande do Norte ABC e América. Henrique Alves contou que fez o pedido ao próprio presidente da Caixa, Jorge Hereda, recentemente desgastado no episódio dos saques antecipados do Bolsa Família. O presidente da Câmara repete a conduta do senador Fernando Collor (PTB-AL), que usou seu prestígio político para garantir patrocínio de R$ 1 milhão ao time Asa de Arapiraca (AL).

Na próxima segunda-feira, Henrique Alves se encontrará com a presidente Dilma Rousseff, que estará em Natal para um ato de entrega de retroescavadeiras e motoniveladoras. Na última quarta-feira, Dilma ligou para o presidente da Câmara para avisar que iria ao estado. Pelo Twitter, Henrique Alves citou o patrocínio dado ao Asa de Arapiraca como “razão” para também pedir a ajuda da Caixa Econômica. “Patrocínio Caixa, ABC/América. Estamos nessa luta. Hoje, falei ao Presidente (Jorge) Hereda. Razão: contrato Asa, Arapiraca”, disse o deputado, na primeira mensagem.

Em seguida, o presidente da Câmara contou que o pedido encontrava problemas técnicos, como a contrapartida exigida pela Caixa. “Contra argumentei com contas de cidades grandes, Parnamirim e Mossoró, (que) justificariam corretamente. Presidente ficou tecnicamente de reestudar. Na luta”, finalizou Henrique Eduardo Alves.
(…)

 

Por Reinaldo Azevedo

30/05/2013

às 21:15

Justiça do Rio suspende amistoso “Brasil x Inglaterra” no Maracanã. A causa: insegurança no estádio

Na VEJA.com. Voltarei a este assunto mais tarde, mais uma evidência do surrealismo nosso de cada dia.

Uma liminar suspendeu o amistoso que marcaria a reinauguração do Estádio do Maracanã. A juíza da 13ª Vara de Fazenda do Rio de Janeiro, Adriana Costa dos Santos, que responde pelo plantão judiciário, foi a responsável pela decisão, na tarde desta quinta-feira. A partida entre Brasil e Inglaterra, na tarde de domingo, seria o primeiro jogo do novo Maracanã com presença de público – no primeiro evento-teste, só os operários e suas famílias tiveram acesso ao estádio. O pedido para o cancelamento do jogo foi feito pelo Ministério Público. Na ação civil pública, o MP pede que o jogo seja suspenso para “garantir a segurança” até que sejam apresentados laudos técnicos que comprovem que o estádio está em condições de sediar jogos e eventos. O estádio, reformado por cerca de um bilhão de reais, ainda tem obras em seu entorno.

“Apesar das inúmeras solicitações feitas pelo Ministério Público, os laudos não foram entregues em sua totalidade, não havendo, até o momento, a comprovação de que o estádio apresenta os requisitos mínimos necessários para a realização de jogos ou eventos”, escreveu a juíza na decisão. Segundo ela, o único laudo apresentado pela Policia Militar, de 29 de maio de 2013, “demonstra que o estádio ainda está em fase de construção”. O relatório aponta para a existência de materiais perigosos, como pedras, pedaços de calçadas e restos de obras que podem ser utilizados em tumultos e confrontos de torcedores. Também foi constatado que há “pisos soltos, mal fixados” no local. De fato, fica evidente para qualquer pessoa que passe pelo entorno do estádio que ainda há muito trabalho a ser feito. De acordo com a juíza, as pendências deveriam ser sanadas até a véspera da partida, sábado.

“Ocorre que até o presente momento não se tem notícia de que as restrições foram sanadas ou ainda se teve acesso aos demais laudos, indispensáveis, para a verificação da viabilidade de inauguração com a segurança que se espera”, escreveu a juíza. “Sendo assim, diante da desídia dos responsáveis, no caso, os réus, não há como permitir que o estádio seja reinaugurado sem a comprovação de que está em condições satisfatórias de segurança e higiene.” A juíza ressalta também que, se for comprovada a garantia de segurança, “a liminar perderá sua fundamentação, podendo ser revogada, realizando-se, então, o evento como já noticiado na mídia”. A CBF se pronunciou dizendo que o Maracanã está, sim, pronto. O Comitê Organizador Local (COL) da Copa não comentou a decisão, dizendo não ter sido informado. O COL usaria o evento para testar o estádio antes do início da Copa das Confederações. Se o jogo for realizado sem a apresentação dos laudos, a CBF o COL e o presidente destas entidades, José Maria Marin, terão de pagar multa de 1 milhão de reais.

Falha
O governo do Rio de Janeiro acredita que conseguirá reverter a decisão da Justiça e derrubar a liminar. Em nota divulgada no fim da tarde desta quinta, o estado informa que já está recorrendo. “Todos os requisitos de segurança para o amistoso Brasil e Inglaterra foram cumpridos”, diz o texto. “Por uma falha burocrática, o laudo da PM que comprova o cumprimento das regras de segurança no Maracanã não havia sido entregue à Suderj.” No jogo festivo entre amigos de Ronaldo e amigos de Bebeto, no mês passado, o acesso dos convidados e jornalistas ficou restrito a apenas uma parte das cadeiras – do outro lado do estádio, as obras ainda não tinham sido concluídas. Do lado de fora a situação era ainda pior. Os arredores do Maracanã ainda são um grande canteiro de obras, com ruas e calçadas esburacadas. Há algumas semanas, um temporal abriu uma cratera bem em frente ao estádio.

Por Reinaldo Azevedo

16/05/2013

às 1:00

Até quando o resultado de um jogo de futebol poderá ser definido por idiotas ou por ladrões?

Não é raro que o resultado de um jogo de futebol seja definido por um erro do juiz. Menos frequente é que dois erros influam no placar. Três, então… E quatro? Quase ninguém viu antes. E foi isso a que se assistiu na noite desta quarta-feira, no confronto entre Corinthians e Boca Juniors pelas Oitavas de Final da Libertadores, no Pacaembu. Um, dois, três, quatro erros! Dois gols legítimos foram anulados porque bandeirinhas diferentes apontaram impedimentos que não existiram. Dois pênaltis evidentes, um deles escancarado, não foram marcados pelo juiz paraguaio Carlos Arecio Amarilla Demarqui.

Os quatro erros não foram irrelevantes. A sequência foi especialmente perversa. Anulado o primeiro gol legítimo do Timão, o Boca marcou o seu no minuto seguinte. Veio o empate, mas não era o bastante, já que o Corinthians tinha perdido o de ida. O placar verdadeiro: 3 a 1 para o Timão, o que lhe teria permitido passar para a fase seguinte. O placar potencial: 5 a 1. O placar oficial: 1 a 1, e o Boca foi para as quartas.

Não, o Corinthians não fez um jogo brilhante, como leio aqui e ali ou ouvi na TV. E daí? Isso, por acaso, teria feito alguma diferença? Com brilho, esperavam o quê? Que o Timão tivesse marcado, sei lá, pelo menos sete gols, para que o juiz, roubando quatro, não conseguisse, ainda assim, desclassificar o time? Tenham paciência! Essa conversa é descabida. Insistir nela é desconsiderar o atraso em que o futebol continua mergulhado.

Afinal, para que servem o juiz e seus auxiliares? Até onde sei, para impedir injustiças; para garantir o cumprimento das regras. Não há nada mais estúpido do que essa conversa de que erros de arbitragem fazem parte do espetáculo. É mais ou menos como dizer que as injustiças tornam a vida em sociedade mais atraente e interessante.

É claro que não espero que cada lance de falta seja decidido por um olho eletrônico. Mas é absolutamente inaceitável que um erro do juiz — dois, três ou quatro — inverta o resultado de um jogo e arranque da competição o time que venceu.

Emocionante a reação da torcida ao fim do jogo, aplaudindo o esforço do time, que, embora oficialmente derrotado, venceu a partida por três a um — cinco a um no placar potencial.

Vamo, vamo, meu Timão
Não para de lutar!

Por Reinaldo Azevedo

02/04/2013

às 17:26

Empate: 2 a 2

Caramba! Atualizo o post pela segunda vez. Nos segundos finais da prorrogação, o Paris Saint-Germain empatou o jogo. Dois a dois. No primeiro gol do PSG, o grande Ibrahimovic estava escandalosamente impedido. Messi deixou o jogo no segundo tempo, contundido, e o Barça despencou. O PSG dominou a segunda etapa. Um grande jogo! Não! Eu não deixei de trabalhar. O outro texto já está pronto. Em cinco minutos.

Por Reinaldo Azevedo

02/04/2013

às 16:26

Atualizo o placar; satanás pode esperar

Aos 37 minutos, gol do Barcelona. Adivinhem de quem. Sim, do MUUUITO melhor do mundo: Messi! Depois de passe primoroso de Daniel Alves.

Por Reinaldo Azevedo

02/04/2013

às 16:21

Dedicação monástica

Olhem aqui… Mesmo com transmissão direta de Barcelona contra Paris Saint-Germain, estou aqui, escrevendo. Coisa mesmo de dedicação monástica, hehe. E o jogo está bom! O Barcelona fica com a bola quase o tempo todo, mas o PSG teve as melhores chances de gol. Daqui a pouco, um texto sobre um tal “satanás”…

Por Reinaldo Azevedo

16/12/2012

às 15:46

UMA PINTURA! Ou: Cássio 6 X Chelsea 0

Por Reinaldo Azevedo

10/09/2012

às 23:42

“Um jogo bom para a autoestima de cada um.” Ah, bom! Se é pra isso…

Cléber Machado e Casagrande se esforçam para demonstrar que os oito a zero (até agora!) contra a China colaboram para a autoestima dos jogadores — ou, como quer Casagrande, a “autoestima de cada um”.

Huuummm… É bom saber que um jogo contra a China serve para alguma coisa. 

PS – Oitavo gol de pênalti — que não existiu! Ainda faltam 12 minutos. Com dedicação, dá para fazer mais uns oito…

Por Reinaldo Azevedo

10/09/2012

às 23:19

À margem, um pouco de bola. Ou: Brasil X China. Ou: Eu sou 100% Dois Córregos!

O Brasil está jogando bem contra a China. O problema é que a China não joga nada — nem contra o Brasil nem contra ninguém. Os chineses não sabem a diferença entre uma bola e uma bala na nuca — sem o devido processo legal, é claro, que comunistas não ligam pra essas bobagens. Hulk fez o quarto gol. Tirou a camisa e, na camiseta, a inscrição: “100% Nordeste. Te Amo Paraíba”. Eu, que sou 100% Dois Córregos, declaro e dou fé: com o Mocoembu, o meu time por lá, a Seleção não encontraria essas facilidades, entenderam? Mano já tem o seu melhor resultado: cinco a zero  (até agora) contra a China!!!

Atualizando – Até agora, 23h24, seis a zero para o Brasil. Neymar já fez três e alguma graça, um tantinho arrogante. Pois é… Contra a China, é moleza! Contra a África do Sul, que não sabe nada de futebol, mas não tem a ingenuidade chinesa, o resultado foi ridículo: um a zero!

Por Reinaldo Azevedo

28/06/2012

às 13:01

PARA COMEÇAR BEM A TARDE: O EXATO, O MOMENTO CERTO! COISA MAIS LINDA!!!

Romarinho marca contra o Boca Juniors e empata o jogo aos 40 minutos do segundo tempo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com). Como sei que todos os brasileiros torciam ontem contra os argentinos, não é mesmo?, sei que palmeirenses, santistas e são-paulinos também vibraram com o resultado, hehe. Ou estaria eu errado?

Romarinho marca contra o Boca Juniors e empata o jogo aos 40 minutos do segundo tempo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com). Como sei que todos os brasileiros torciam ontem contra os argentinos, não é mesmo?, certamente palmeirenses, santistas e são-paulinos também vibraram com o resultado, hehe. Ou estaria eu errado? Ouvi rojões no gol do Boca... Que deselegante!!! Nem liguei. As massas populares de Higienópolis, esmagadoramente corintianas, tiveram a sua vez!!! Maior gritaria nas sacadas. Eu inclusive, para a vergonha de Dona Reinalda...

Por Reinaldo Azevedo

20/06/2012

às 19:16

Ah, os helicópteros!!!

O Corinthians enfrenta o Santos aqui no Pacaembu pela Libertadores… Pronto! O Marquinho já mandou o helicóptero sobrevoar a minha cabeça… Saudade do tempo em que o jornalismo era só terrestre, hehe… Não vejo a hora de o Itaquerão ficar pronto!

É verdade que temos uma boa causa, né?

Neymar, nada de se desgastar, viu? Preserve-se para o Brasileirão…

Por Reinaldo Azevedo
 

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