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16/04/2009

às 4:21

UM VERMELHO-E-AZUL PARA DISSECAR UMA NOTÍCIA. OU COMO LER UMA FARSA ESTATÍSTICA. OU AINDA: TODO BRASILEIRO MERECE SER GAY

Vocês querem ver como se produz uma mistificação? Então leiam o texto abaixo, publicado na Folha Online. Refiro-me à notícia que ele relata. Reflitam um pouco a respeito do seu conteúdo. Leiam depois o vermelho-e-azul que segue. Tomem o exercício como um instrumento de leitura de jornais, sites, revistas, blogs etc e como arma para se defender da picaretagem de ONGs. Vamos à notícia:

Um homossexual é assassinado a cada dois dias no Brasil, mostra pesquisa
Relatório do GGB (Grupo Gay da Bahia) aponta que foram assassinados 190 homossexuais no ano de 2008 no Brasil — um a cada dois dias. O número é 55% maior que o registrado pela ONG (organização não governamental) em 2007, quando foram registrados 122 crimes do tipo. Das vítimas, 64% eram gays, 32% travestis e 4% lésbicas.
A entidade, a mais antiga associação de defesa dos direitos dos homossexuais no país, fundada em 1980, faz a pesquisa com base em notícias divulgadas pela imprensa nacional, pois não existe um órgão oficial que realize essa estatística.
Dados do GGB mostram o Brasil como o pais com maior número de crimes homofóbicos, seguidos do México –com 35– e Estados Unidos –com 25. Mesmo extraoficial, o relatório da associação é utilizado em citações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
A pesquisa mostra que o risco de um travesti ser assassinado é 259 vezes maior que um gay. Pernambuco é o Estado mais violento para esse tipo de crime, com 27 mortes, e o Nordeste aparece como a região mais perigosa: um homossexual nordestino corre 84% mais risco de ser assassinado do que no Sudeste e no Sul.
Os homossexuais jovens, com menos de 21 anos, são 13% das vítimas. Segundo o levantamento, predominam entre as vítimas travestis que se prostituem, cabeleireiros, professores e vendedores ambulantes. Gays são mais assassinados dentro de casa a facadas ou por estrangulamento, enquanto travestis são mortos na rua a tiros, segundo o GGB.
A maioria dos assassinos — 80% — são desconhecidos das vítimas e, de acordo com a pesquisa, predominam nesse grupo garotos de programa e vigilantes noturnos. Ao menos 65% deles são menores de 21 anos.
O GGB disponibiliza o manual “Gay vivo não dorme com o inimigo” como estratégia para erradicar os crimes homofóbicos. A associação pede providências à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e ameaça enviar um relatório, contra o governo brasileiro, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA (Organização dos Estados Americanos) e à ONU (Organização das Nações Unidas), pelo crime de prevaricação contra os homossexuais.
O relatório é elaborado pelo GGB desde 1980. Até 2008 foram documentados 2.998 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, concentrando-se 18% na década de 80, 45% nos anos 90 e 35% — 1.168 casos — a partir de 2000.

VAMOS AO VERMELHO-E-AZUL
Relatório do GGB (Grupo Gay da Bahia) aponta que foram assassinados 190 homossexuais no ano de 2008 no Brasil — um a cada dois dias. O número é 55% maior que o registrado pela ONG (organização não governamental) em 2007, quando foram registrados 122 crimes do tipo. Das vítimas, 64% eram gays, 32% travestis e 4% lésbicas.
Os números do Grupo Gay da Bahia devem estar errados. O bom senso e a lógica indicam que deve haver mais vítimas homossexuais do que assevera esse levantamento, que, nota-se, nada tem de científico. Ninguém sabe ao certo qual é o percentual de homossexuais na população. Parece crível um número em torno de 10%.
Pois bem. São assassinadas no Brasil, a cada ano, 50 mil pessoas. Se, desse total, 190 eram homossexuais, então concluímos que eles representam apenas 0,38% das vítimas. SERIA O CASO DE ACUSAR UMA DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS HETEROSSEXUAIS? Mesmo representando 90% da população, seriam 99,62% dos mortos.
“Ah, Reinaldo, os números se referem apenas a mortes violentas, com características de discriminação”. É? Acompanhem, então, até o fim.

A entidade, a mais antiga associação de defesa dos direitos dos homossexuais no país, fundada em 1980, faz a pesquisa com base em notícias divulgadas pela imprensa nacional, pois não existe um órgão oficial que realize essa estatística.
É, trata-se de uma falha lamentável. Dos 50 mil assassinados todos os anos, quanto serão míopes, coxos, diabéticos, deprimidos? A gente precisa saber.

Dados do GGB mostram o Brasil como o país com maior número de crimes homofóbicos, seguidos do México — com 35 — e Estados Unidos, -com 25. Mesmo extra-oficial, o relatório da associação é utilizado em citações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
Da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, confesso, espero coisas muito piores. Quer dizer que o Brasil é o país com o maior número de crimes homofóbicos? Bem, os números acima evidenciam a falácia. A afirmação é mesmo fabulosa:
- todos os homossexuais assassinados foram vítimas de homofobia?;
- isso significa que nenhum deles estava envolvido com o crime?;
- será que há mais crimes homofóbicos no Brasil do que no Irã ou na Arábia Saudita? Ops! Desculpem! Esqueci que não existe homossexualismo no Irã e na Arábia Saudita. É proibido! E aí ninguém é…

A pesquisa mostra que o risco de um travesti ser assassinado é 259 vezes maior que um gay.
Qual é o “risco” de um travesti estar envolvido com o mundo do crime na comparação com qualquer outra, vá lá, categoria sexual do país?

Pernambuco é o Estado mais violento para esse tipo de crime, com 27 mortes, e o Nordeste aparece como a região mais perigosa: um homossexual nordestino corre 84% mais risco de ser assassinado do que no Sudeste e no Sul.
Ops! Pernambuco é o terceiro estado mais violento do país. Para gays e não gays. O levantamento é da própria Folha, publicado há menos de uma semana. Há lá 51,6 homicídios por ano para cada grupo de 100 mil habitantes — em São Paulo, são 13,2 (quase um quarto). Pernambuco não é o estado que mais mata gays. É um dos estados onde mais se matam brasileiros. Sua população é estimada em 8,8 milhões de pessoas. Se há 51,6 homicídios para cada grupo de 100 mil, são assassinadas, por ano, 3.996 pernambucanos. Se 27 forem homossexuais, isso representa menos de 0,7% do total. Como se vê, também ali se pode acusar um inaceitável preconceito contra… heterossexuais. O Brasil estaria inventando a heterofobia.

Os homossexuais jovens, com menos de 21 anos, são 13% das vítimas. Segundo o levantamento, predominam entre as vítimas travestis que se prostituem, cabeleireiros, professores e vendedores ambulantes. Gays são mais assassinados dentro de casa a facadas ou por estrangulamento, enquanto travestis são mortos na rua, a tiros, segundo o GGB.
A maioria dos assassinos — 80% — são desconhecidos das vítimas e, de acordo com a pesquisa, predominam nesse grupo garotos de programa e vigilantes noturnos. Ao menos 65% deles são menores de 21 anos.
Qual é a reivindicação do GGB? Que um guarda acompanhe o homossexual que vai “caçar” um garoto de programa? Travestis mortos nas ruas, a tiros, foram alvejados como gado? Estariam envolvidos em alguma atividade, vamos dizer, de risco? Estamos falando de “homofobia” mesmo ou de pessoas que escolheram viver uma vida perigosa — que nada tem a ver com a sua condição sexual? Ninguém pode escolher a sua sexualidade (hetero ou homossexual), mas é perfeitamente possível escolher o grau de risco que se quer correr.
Não sei, com efeito, se há mesmo 10% de homossexuais. O que posso assegurar é que eles são mais de 0,35% ou 0,7% da população…

O GGB disponibiliza o manual “Gay vivo não dorme com o inimigo” como estratégia para erradicar os crimes homofóbicos.
É uma boa providência. Sendo impossível dormir com o guarda (a menos que o guarda seja do babado), uma boa providência seria não tentar dormir com um desconhecido… Aliás, é uma coisa que os heterossexuais também deveriam evitar.

A associação pede providências à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e ameaça enviar um relatório, contra o governo brasileiro, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA (Organização dos Estados Americanos) e à ONU (Organização das Nações Unidas), pelo crime de prevaricação contra os homossexuais.
Quais providências? Voltamos à história do guarda?

O relatório é elaborado pelo GGB desde 1980. Até 2008 foram documentados 2.998 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, concentrando-se 18% na década de 80, 45% nos anos 90 e 35% — 1.168 casos — a partir de 2000.
Reitero: os números do Grupo Gay da Bahia são uma rematada tolice. Certamente morrem mais homossexuais assassinados — em razão das mais diversas causas, não apenas homofobia — do que a ONG conseguiu registrar. “Ah, Reinaldo, o GGB só contabilizou os crimes com características de execução. Um gay assassinado num assalto a banco, por exemplo, não entra na lista”.

É? Então vamos lá. Consideremos uma população de 180 milhões de brasileiros: 18 milhões seriam gays. Ainda que as 190 vítimas de que fala o GGB só se referissem a mortes realmente violentas, com características de agressão de natureza sexual, estaríamos falando de 1,05 morto para cada grupo de 100 mil gays. Sabem o que isso significa? Que ser alagoano é 63 vezes mais perigoso do que ser gay — Alagoas lidera o ranking dos homicídios, com 66,2 mortos por 100 mil. Ser capixaba é 53,9 vezes mais perigoso do que ser gay. De fato, ser brasileiro é 28 vezes mais perigoso do que ser gay.

Se o Brasil matasse apenas 1,05 brasileiro para cada grupo de 100 mil, em vez de 50 mil assassinados por ano, eles seriam apenas 1.890.

É ISTO! O CONJUNTO DOS BRASILEIROS PRECISA RECORRER À OEA E, QUEM SABE?, ATÉ AO VATICANO PARA EXIGIR O MESMO TRATAMENTO QUE SE DISPENSAM AOS GAYS.

Não sei qual é a percentagem de matemáticos gays — deve ser bem superior a 1,05 por 100 mil. Poderiam dar um auxílio aos colegas.

Por Reinaldo Azevedo

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103 Comentários

  • Veridiano

    -

    23/9/2010 às 7:40 pm

    Os gays não querem privilégios. Querem apenas direitos iguais.

  • Teixeira

    -

    17/3/2010 às 2:55 am

    Reinaldo, acesse o link abaixo:

    http://gaysdedireita.blogspot.com/2010/03/crimes-homofobicos.html

    Conseguimos os nomes das supostas vítimas, e listamos pelo menos 30 delas que nada tinham a ver com “crime de ódio”.

  • diogo

    -

    19/4/2009 às 1:33 pm

    Ninguém escolhe ser índio, homem ou mulher, branco ou negro, anão etc; seria o caso de privilegiarmos uma destas classes de pessoas? Nenhuma delas está atrás da piedade de ninguém. A lei foi feita para todos e a vida é feita de escolhas (e das contigencias que as acompanham). posso escolher o que quero ser e o que quero fazer, mas tenho de aceitar os riscos e as consequencias. Talvez eu não viva mais um dia como consequencia das escolhas que fiz, mas não quero nada que seja promíscuo, perigoso ou arriscado para mim ou para as pessoas que me amam.

  • Anônimo

    -

    17/4/2009 às 11:28 pm

    Ronaldo (5:41 PM), seu comentário é tão absurdo que não sei por onde começar. Você quer justificar a discriminação, e para isso usa mentiras e falácias.

    É uma mentira crassa que exista uma “cultura gay” e que ela seja isto que você disse. É mentira que as pessoas que fazem sexo com várias pessoas necessariamente sejam irresponsáveis e não se respeitem, e é mentira que as pessoas irresponsáveis e que não se respeitam tenham menos direito de não serem discriminadas.

    Você se esqueceu das mulheres lésbicas (e elas, têm o direito constitucional de se casar, já que não são promíscuas?), você falou coisas perigosas (deu a entender que ser gay determina o modo como as pessoas se comportam), você fez uma generalização absurda (atribuindo um tipo de comportamento a nada menos do que 350 milhões de homens gays) e você parece ignorar que um “contrato civil” atualmente não torna os contratantes casados e iguais aos casais héteros aos olhos do estado.

    Veja este vídeo no YouTube de um jovem gay de Vermont em um depoimento no Senado dizendo que gostaria de casar e ter filhos. Ele não queria só aparecer, ele estava lutando pelo direito dele de ser tratado pelo estado e pela sociedade como igual aos colegas heterossexuais dele. http://www.youtube.com/watch?v=u95a3Kp8lkg

  • Ronaldo

    -

    17/4/2009 às 5:41 pm

    Reinaldo, a cultura gay é quase toda baseada na promiscuidade. Os sites de relacionamento, as boates, saunas, lojas, passeios turísticos… É um mundo rotativo, irresponsável, auto-depreciativo. Vai-se a uma festa gay e o que se quer é sexo, sexo, sexo. Gay faz viagem e busca o que? Sexo, sexo, sexo. Os amigos vivem em busca de sexo, todo mundo já transou com todo mundo. Não se respeitam uns aos outros nem a si próprios, mas adoram jogar a culpa na “sociedade”. Hoje, um gay tem todas as liberdades pessoais e civis que poderia desejar. Mesmo o casamento, pode ser suprido com um contrato civil. A barulheira sobre casamentos me parece, em grande parte, movida pela vontade de aparecer, coisa explícita nessas horrendas passeatas que tomaram o país.

    Acho curioso ler, num site de relacionamentos gays, a notícia que você comenta, ao lado de anúncios de saunas que “vão levar você à loucura” ou de sex-shops com “cabines especiais”.

    Alguns gays gostam de alegar que essa vida é a única possível, dadas as circunstâncias (leia-se, preconceito etc.) ou então que há, nesse estilo, uma contra-cultura charmosa, politicamente engajada. Besteira. São uns irresponsáveis.

    A única coisa em comum entre hetero e homossexuais – no tocante à impressão sobre os gays – é o desprezo aos homossexuais.

  • Paulo Paiva

    -

    17/4/2009 às 5:20 pm

    Viche, como sou tolinho. Li e achei só uma incongruência antes de ler seu texto (a dos travestis estarem em situação de maior risco). Eu não tenho nada contra os gays, mas esse grupo baiano me despesta os instintos mais preconceituosos!

  • Anônimo

    -

    17/4/2009 às 2:38 pm

    Me desculpe Reinaldo, mas trabalho de matemático não é fazer estatística. Isso é trabalho para ESTATÍSTICO!

  • Neto

    -

    17/4/2009 às 8:33 am

    Reinaldo, isso é uma perda de tempo, é uma informação que qualquer pessoa com um pouquinho de tutano entre as orelhas ve que não diz nada esses texto, simplesmente não tem informação nenhuma, é um apanhado de informações, me admira que um jornal tenha o desleixo de publicar uma notícia assim.
    O proprietário do texte mostra uma incapacidade apavorante no que diz respeito a organização das informações.
    Mesmo antes de ler seu vermelho e azul, eu não consegui extrair informação nenhuma do texto devido a insignificancia dos dados, o números de mortos é irrisório pela população do país, a única explicação é se os guays estão querendo a vida eterna!

  • Anônimo

    -

    17/4/2009 às 2:14 am

    Caro Reinaldo,

    Aproveito para pedir um esclarecimento: a palavra “homossexualismo” está gramaticalmente correta? Ela não se referiria a quem é “homossexualista”, assim como feminismo se refere a quem é feminista e e marxismo se refere a quem é marxista?

    O termo certo não seria “homossexualidade”, que se refere a homossexual assim como genialidade se refere a genial, banalidade a banal e sexualidade a sexual?

  • Luiz Inácio DiCaprio

    -

    17/4/2009 às 12:26 am

    Os números do GGB não mentem:

    Ser brasileiro é muito perigoso. Ser brasileiro gay é muito mais seguro.

    Se alguém se disfarçar de gay a chance de sobreviver é muito maior, só não convém exagerar e se transformar em travesti, disputar ponto na rua com as colegas e lembrar que em nenhuma hipótese deve-se tentar um programinha com o Mike Tyson.

  • Messias

    -

    16/4/2009 às 7:57 pm

    Ao anônimo das 8:39 AM:

    Na verdade, acredito eu, o Reinaldo não nega que existam crimes contra pessoas por serem homossexuais. O que ele questiona é atribuir a todos esses crimes à “homofobia”. Senão pode-se atribuir a todos os crimes contra heterossexuais à “heterofobia”.
    Outra coisa: os gays são mais protegidos que os heterossexuais. O comportamento altamente promíscuo das paradas gay devem ser obrigatoriamente tolerados. Casais seminus se esfregam nas ruas por onde passam crianças. Se um casal heterossexual promovesse uma exibição assim, seria prose por atentado ao pudor.
    E os homossexuais que defendem abertamente a pedofilia? Pois eles existem em vários países. Nos EUA existe a NAMBLA – North American Man/Boy Love Association (Associação Americana pelo Amor entre Homens e Meninos) A mesma foi durante dez anos, associada à ILGA – International Lesbian and Gay Association.
    Framça: “Muitos intelectuais franceses – incluindo Foucault, Danet e Hocquenghem – tinham assinado uma petição endereçada ao Parlamento em 1977 defendendo a descriminalização de todas as relações consentidas entre adultos e menores de quinze anos (a idade de consentimento na França), sem limite de idade, ou seja, a eliminação da presunção legal de violência nas relações sexuais abaixo daquela idade. A petição foi assinada por diversos intelectuais e pensadores, incluindo nomes famosos como os dos filósofos Michel Foucault, Jacques Derrida e Louis Althusser.”
    Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_lei_do_pudor.

    Ninguém nunca disse que nunca houve (é com H, viu?) crime racial, contra mulher, contra homossexuais, etc. O que negamos é que toda a população brasileira seja considerada como criminosa, o que os ongueiros profissionais querem fazer.
    Também não defendemos leis especiais para negros, mulheres e homossexuais. Muito pelo contrário, esses grupos são protegidos pela Constituição, assim como os homens, os brancos e de outras cores, os heterossexuais.
    Querer leis especiais para eles, é dar a eles privilégio que a população não tem. Por exemplo: Pela PLC 122/2006, padres não poderão ter o direito de falar que homossexualismo é pecado, mas os gays poderão xingar os cristãos do que quiserem.

  • Roberto Martins

    -

    16/4/2009 às 7:39 pm

    Prezado Reinaldo

    Quando o garoto de programa, que vive do dinheiro ganho de relações homosexuais e sendo ele, portanto, também gay, mata o gay , é contabilizado como crime homofóbico?

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 7:37 pm

    Os leitores que comentam a notícia podiam se concentrar nos erros estatísticos em vez de escrever um comentário homofóbico sem fundamento.

  • Matheus Cajaíba

    -

    16/4/2009 às 6:04 pm

    Craque Reinaldo, essa de “10% da população é gay” é um número mágico, dessas estatísticas de boteco… Faltam pesquisas bem mais sérias e isentas a respeito. Esse “chutômetro” é bem parecido com essa coisa de “metade da população brasileira é negra”, então tá…

  • Eduardo Araújo

    -

    16/4/2009 às 5:52 pm

    Análise primorosa, este vermelho e azul!

    E minha opinião sobre a questão interessante levantada pelo Marco Antonio (4:15PM): acho que é desonestidade intelectual, mesmo. É bem característico de todos esses movimentos abrigados pela esquerda canalha: manipular estatisticas, a pretexto de “o fim justificar os meios”. Canalhice e sem-vergonhice em grau máximo!

  • Mario

    -

    16/4/2009 às 4:38 pm

    Reinaldo,

    Você se esqueceu de abordar um ponto importante, apontado por alguns acima: A “VIOLÊNCIA DOMÉSTICA” ENTRE GAYS. A “estatísticas”, como a da GGB jamais mencionarão este aspecto.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 4:23 pm

    Como alguém já citou acima, Mestre Olavo já demosnstrou q, sendo verídicos esses números, ser gay pasou a ter efeito
    de proteção ‘nestepaiz’. Até contra assassinato…

  • MARCO ANTONIO

    -

    16/4/2009 às 4:15 pm

    Caro Reinaldo,

    Os dados apresentados por esses “guys” não resistem a uma simples conta de dividir. Mesmo você não sendo da chamada área das ciências exatas, colocou os guys no chinelo.

    Fico em dúvida se escrevem tais bobagens por desconhecimento de conceitos básicos de estatística elementar ou desonestidade intelectual mesmo. Por via das dúvidas, fico com as duas hipóteses. Ah… os guys supõem que também somos ignorantes.

    Um abraço.

  • Raphael Aguiar

    -

    16/4/2009 às 4:14 pm

    Esse foi o melhor vermelho e azul que já li por aqui. E olha que a competição é acirrada…

    Pois é… pensar é barato e não há contra-indicações. É um hábito saudável, que pode ser praticado virtualmente por qualquer um com disposição e mente aberta, independentemente de credo, etnia, opção sexual ou condição socioeconômica.

    Precisamos difundir urgentemente essa campanha!!!

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 4:06 pm

    Ora, ora , agora no Brasil temos cidadãos de 1a. e 2a. clase.
    Os homosexuais são portanto de PRIMEIRÍSSIMA.

  • André Ricardo, amazônimo

    -

    16/4/2009 às 4:03 pm

    Reinaldo,

    Bom vermelho-e-azul…

    mas vc poderia explicar melhor essa de um homossexual gostar de pessoas do mesmo sexo por fatalidade e nao por escolha

    Será que não existe “ex-gay”?

    Se não existir “ex-gay” então também não existe “ex-hetero”… mas a maioria dos gays um dia foram heteros, não é?

    Ou será que os gays homens que já foram casados por anos viviam com suas mulheres por obrigação, todos eles?

    André Ricardo

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 3:54 pm

    Brilhante, mas faltou tocar em um ponto.
    A maioria dos assassinatos de cunho “sexual” de homessexuais, são praticados por outros homossexuais.
    Há por exemplo a história clássica do cara que sai com um travesti e depois o mata. Ora, que sai com travesti é o que?
    Fora as brigas entre travestis e etc…
    Abraço

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 3:52 pm

    Reinaldo,

    Pelas notícias já vistas, em jornais e tvs, mostram que vários destes assassinatos ocorrem devido a ciumes de outros qays que terminam matando seu companheiro (a). Vide caso na Bahia, que um Pernambucano, acho que de Carpina, matou o ex-namorado do seu amante gay, já que o mesmo era casado em Pernambuco (com uma mulher). Este caso não é de homofobia, é de um gay que mata outro por ciúmes.

    Eu não acredito em fidelidade conjugal entre gays, em sua grande maioria, acho que um gay cantando outro, mesmo que esse tenha namorado(a), ele não resistes e vai pros finais (já vi alguns relatos desses aqui na comunidade recifense) e daí possa gerar o que não entra nos dados destas entidades pró-revolucionárias, heterofóbicas, que a grande maioria dos assassinatos dos gays não ocorrem por eram gays, mas por que foram a vítima da vez, como poderia ser qualquer outro cidadão, e outros morrem devido a ação criminosas dos seus ex- ou companheiros do momento (ciúmes).

    Não sou preconceituoso com os gays, tenho na verdade meus conceitos que um gay escolhe ser gay, e acredito que não é natural (nasceu gay)! E que aqueles que alem de ser gays, são também travestis, claro, a psiquiatria diz que uma pessoa (homem) que tenta se passar por outra (mulher) não é normal, ou seja, é doentio.

    E para aqueles que fizeram cirurgia e mudaram seus documentos (RG, CPF, etc) para o nome de mulher, não são mulher e jamais serão, o que determina o sexo seja para homens e mulheres são os cromossomos sexuais (XY e XX, respectivamente) que jamais se alterarão, então homem sempre será homeme e mulher sempre será mulher.

    Então, vamos parar com essa hipocrisia e admitam que gostam do mesmo sexo ou foi uma escolha do além para vocês, e respeitem aqueles que gostam do sexo oposto, por essa eu garanto, foi uma escolha nossa.

    Deus nos deu livre escolha, então cabe a cada um, escolher a vida que queremos levar, vocês fizeram, como nós, escolhas e todos seremos julgados pelo nosso Deus (Jesus Cristo).

    Façamos o que achamos que é correto fazer e não façamos aquilo que achamos que não é correto.

    Deus abençoe a todos.

  • Marcelo-SP

    -

    16/4/2009 às 3:41 pm

    Leia este link, Reinaldo, do yahoo.com, de notícia da AP:

    http://news.yahoo.com/s/ap/20090416/ap_on_re_eu/eu_germany_us_iraq_deaths

    Fora do tópico, mas importante para rebater os petralhas que tentam abrigar toda moral sob o mesmo teto. Acostumados às patriotadas brazucas do bodega do Amorim, geralmente lançadas para acobertar alguma lambança de amigos do rei, muitos na terra tupiniquim colocam o patriotismo americano na mesma bacia surrada. O texto do link é a prova de que, por lá, não basta se arrogar da turma. É preciso seguir a lei e os valores do país. O texto fala por si. Abaixo um trecho:

    “US Army soldier sentenced to life in prison
    By GEORGE FREY, Associated Press Writer George Frey, Associated Press Writer
    1 hr 49 mins ago

    VILSECK, Germany – A U.S. Army soldier convicted of murder in the 2007 killings of four bound and blindfolded Iraqis was sentenced on Thursday to life in prison.

    Master Sgt. John Hatley, 40, will also have his rank reduced to private, forfeit all pay and receive a dishonorable discharge, a jury of eight Army officers and noncommissioned officers decided. He has the possibility of parole after serving 20 years.

    Hatley and his wife, who sat behind him in the public gallery, both showed no emotion when the sentence was read out. He declined to speak to reporters afterward.

    Hatley was found guilty Wednesday of premeditated murder and conspiracy in the execution-style killings of the detainees. He was acquitted of premeditated murder in a separate January 2007 incident in which a wounded Iraqi insurgent was shot and killed.

    Hatley, who recently underwent knee surgery, limped to the stand with a cane to give an emotional closing statement earlier Thursday.

    The career soldier urged the jury to let him complete six more months of military service, which would have brought his total service to 20 years.

    “I’ve served my country for half my life, which I think is the most honorable profession in the world,” he said. “I served America with the best men our great country has to offer. And they are so many. My soldiers are like my sons and there’s nothing I wouldn’t do for them.”

    Prosecution lawyer John Riesenberg had argued the case was about how Hatley used his reputation to lead his soldiers “down the brutal path to murder.” (…)”

    Um abraço,

    Marcelo-SP

    P.S.: Espero que esteja TUDO AZUL!!! com seus exames de rotina.

  • windows

    -

    16/4/2009 às 3:26 pm

    esse pais e homofobico

  • Júlio Cardoso

    -

    16/4/2009 às 3:23 pm

    Parabéns Reinaldo!

    É por textos como esse que você é minha fonte favorita de informações!!

    Sucesso.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 3:21 pm

    SÓ OS ÍDIOTAS, NÃO PERCEBEM QUE A MAIORIA DOS CRIMES COMETIDOS CONTRA HOMOSEXUAIS , TEM COMO RESPONSÁVEIS OS PARCEIROS DOS MESMOS.
    O resto, é pura falácia.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 3:17 pm

    Tio Rei,

    somos 190 milhões de almas NESTEPAIZ. Mas somente um de nós brasileiros pode ser ao mesmo tempo feio de dar dó, ter um buraco na cabeça, ser fascista fundamentalista, “jornalista” de escrivaninha, piegas compulsivo, tirar fotos ao lado de José Serra, animador de auditório virtual, contorcionista moral e ainda escrever “artigos de formação” como os que você comete.

    Parabéns, mestre dos mestre, meu tio Rei.

    Um abraço.

  • Café Pensante

    -

    16/4/2009 às 3:14 pm

    A turma gay gosta muito de perseguir os mortos, não é de hoje! Já foi dito, muitas vezes, que Leonardo Da Vinci era gay, que Santo Dummond era gay; até Jesus cristo já foi apontado como gay! Tudo porque, já morreram há muitos anos; e poucas evidências, superficiais, bastam para que os gays se promovam.
    .
    Eles são covardes mesmo! E não têm escrúpulos!
    .
    É muito fácil rotular os mortos como gay, eles não podem se defender mesmo!!
    .

  • Bruno Silveira

    -

    16/4/2009 às 3:12 pm

    Reinaldo, acho que os dados dessa ONG só teriam alguma validade se as mortes fossem causadas pelo fato de serem gays. Mas isso não está claro. É absolutamente legítimo reclamar de assassinatos de gays por homofobia, como também o é no caso de míopes,coxos e diabéticos. Não é porque 50 mil são assassinados todos os anos que isso atenuaria as mortes por homofobia. Só que o protesto deve vir amparado em dados confiáveis.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 3:02 pm

    Quem se mete em becos, parques escuros, ambientes com drogas, com bebidas, está correndo um risco maior. Os números ainda são baixos.

  • Therese

    -

    16/4/2009 às 2:58 pm

    Só v. mesmo para fazer uma análise dessas.
    òtima, desmascara esses pilantras.
    Pena que eles não leiam, será ?
    Tudo pilantragem da turma do políticamente correto…

  • Odeio quando falam comigo.

    -

    16/4/2009 às 2:47 pm

    Ps: Depois dos 70 a gente se sente tão mais bem humorado, né?

  • Odeio quando falam comigo.

    -

    16/4/2009 às 2:45 pm

    Eu acreditei que aquele papel do Francisco Milani (tolerância zero) tivesse sido inspirado na minha pessoa. Neste exato momento estou tendo a certeza de que não.

  • Luiz I. Caprio

    -

    16/4/2009 às 2:17 pm

    A estatística dá a entender que não existe nenhum gay assassino, só assassinado.

    Aposto que o número de gays assassinados por garotos de progama, companheiros e amantes ocasionais é maior que os homofóbicos.

  • atojr

    -

    16/4/2009 às 2:08 pm

    Éh! Reinaldo mata a cobra e mostra o pau.

    Ops!Pau aqui é no sentido figurado, galera da irmandade e aliada “politicamente correta”.

  • Fiago

    -

    16/4/2009 às 1:56 pm

    Caro Reinaldo,

    Como já disseram “Eu leio você todo dia e discordo de você todo dia (não em tudo, em algumas coisas).”

    Efetivamente, como a pópria Veja apurou, houve por volta de 40 homicídios, dos 190 anunciados, cometidos como “crime de ódio”, motivados pela mais pura e mórbida homofobia.

    Sobre esse percentual de 40 vítimas é que se deveria analisar, em relação à totalidade de crimes de ódio no Brasil, o impacto da homofobia. Contudo, não existem neste país dados a respeito dos crimes de ódio… “C’es t la vie”.

    Infelizmente, essa alarma de criminalidade só fomenta um medo generalizado e “justificador” do PLC 122/2006 – que merece, além das críticas de inconstitucionalidade em certos trechos, as críticas à “sede punitivista” que nos levam, a passos largos e firmes, ao “Direito Penal do Inimigo”, irmão siamês Estado-Leviatã à la Carl Schmitt.

    Nesse caso, o “pharmakon” (um antídoto pior que o próprio veneno) – mais e mais punição – custa caro, muito caro para cada um de nós.

  • Le Cafard

    -

    16/4/2009 às 1:18 pm

    Este governo não vislumbra cidadãos, vislumbra, isso sim, categorias, pois estas são mais identificáveis à manobra. Vive-se no Brasil o crescendo odioso da adjetivação despudorada a substantivos: “crime gay”, “tortura policial” e afins. Quem se dispõe a tal adjetivação, preza e defende somente categorias, não cidadãos.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 1:15 pm

    Tio Rei….cuidado.
    NA botocúndia, saber ler estatísticas de maneira correta e mostrar o jogo falacioso de ongueiros e petralhas ongueiros é perigoso.
    Sou gay sim, mas concordo plenamente com sua análise, afinal eu faço análises com o cérebro e não com a bunda, e como cidadão, com o meu mau vício e meu mau cacoete de defender o Estado de Direito e o ordenamento jurídico, jamais apoiei, ou apoiarei essas leituras enviesadas e heterodoxas de pseudo-pesquisas comandada por qualquer grupo.
    Parabéns pela sua análise sóbria e serena. Eu mesmo não teria feito melhor.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 1:10 pm

    Rosinha e azul, vai

  • Wilson1

    -

    16/4/2009 às 1:07 pm

    Oh Reinaldo, isto é falta do que fazer deste pessoal. Só pode ser isso.

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 1:00 pm

    Vermelho-e-azul TODO DIA!!! É pedagógico!!!

  • marcelo

    -

    16/4/2009 às 12:45 pm

    A coisa e’ muito pior… separando os dados em homens, mulheres e os varios tipos entre esses dois “extremos” fica claro que os homens sao a maioria dos assassinados, seguido das mulheres.

    Por Tutatis, e’ uma conspiracao genocida contra os heterosexuais!

  • Telmo

    -

    16/4/2009 às 12:33 pm

    Perfeita a analise da reportagem. Realmente é insuportavel essa ideia de peseguiçao aos gays. Lamentavelmente esses infelizes gays, quando assumem algum posto de liderança ou destaque na sociedade, levantam bandeiras em nome de sua causa ja perdida que será sempre perdida, porque a sociedade nao aceita as praticas homossexuais, pode ate ser suportado mas jamais aceito.Afinal quem quer ter um filho gay?ou filha?

  • maria-maria

    -

    16/4/2009 às 12:33 pm

    Eu, que não pertenço às minorias prestigiadas, devo submeter-me a pagar as contas de todos os movimentos de espertos que se criam nesta sbórnia podre.

  • Marcos F

    -

    16/4/2009 às 12:31 pm

    Não precisa ser PhD para calcular coisa tão pequena. Basta um grande jornalista.

    Rei, você matou.

    Nem precisa ser guêi.

  • Ida Lopes

    -

    16/4/2009 às 12:18 pm

    É, Johnny Mazzilli das 10:11, o Luiz Mott, presidente do GGB afirmou que Zumbi seria gay e apresentou como evidência o apelido dele: ‘sweka’, ou algo assim… Bem, qual a reação dos membros de algumas entidades afro? Pediram provas mais contundentes? Reivindicaram verbas para mais pesquisa sobre a real sexualidade do líder quilombola? Relativizaram com um ‘e por que não?’ tão ao gosto desse pessoal militante na defesa do multiculturalismo e das minorias? Nada disso: foram bem diretos na demonstração do seu descontentamento com o comentário e depredaram o carro do Sr. Mott…

  • Anônimo

    -

    16/4/2009 às 12:00 pm

    Reinaldão,

    parece que há um erro de concordância em “São assassinados no Brasil, a cada ano, 50 mil pessoas”.

    Abraço !

  • Gustavo

    -

    16/4/2009 às 11:49 am

    Na realidade deve-se somar o 1,05 e não considerá-lo isoladamente. Ou seja, ser gay assumido no Brasil, segundo a pesquisa (cujos dados são certamente inferiores à realidade, como bem apontado), aumenta as chances de se ser assassinado em 1/100.000%.

    Eu discordo que os gays, travestis e cabeleireiros gays levem uma vida propositalmente mais arriscada. E se levam, acho que é o caso de investigar a questão com mais cuidado, sim!

  • Pablo

    -

    16/4/2009 às 11:40 am

    Ouvi esta notícia na radio CBN. O hábito de ler o blog me fez chegar a conclusões parecidas às mostradas no já célebre vermelho e azul do tio Rei. A história me fez lembrar a antológica campanha da folha, sobre a possibilidade de contar uma grande mentira falando apenas a verdade. É claro que estes números são apenas mistificações, ainda que verdadeiros, pois o GGB é um grupo militante, que lança mão dos maiores disparates para defender suas posições. Seu presidente, não sei se ainda é o mesmo, um certo Luiz Mott, publicou um livro com personalidades históricas que seriam gays, com o objetivo de “levantar a moral dos homossexuais”. O livro é um conjunto de ilações e forçação de barra. Uma termenda irresponsabilidade. Porém, quando historiadores sérios atestaram que Hitler era gay, o tal GGB ameaçou processá-los. Eis a seriedade da ONG que divulgou as estatísticas.

 

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