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03/02/2010

às 21:02 \ Vídeos: Entrevista

Leandro Narloch, jornalista e autor do livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil

Zumbi tinha escravos.
A origem da feijoada é européia.
Santos Dumont não inventou o avião.

As três afirmações parecem provocação de argentino. São apenas verdades incômodas, por rasgarem fantasias enraizadas no imaginário nacional.  E resumem exemplarmente o conteúdo do Guia politicamente incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch. Escrito com o objetivo principal de “irritar o maior número de pessoas”,  o livro desmonta versões encampadas pela história oficial. Nesta entrevista dividida em três partes, Narloch, que se amparou em consultas a cerca de 120 livros e dissertações acadêmicas, revela outras histórias já programadas para o segundo volume do Guia.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

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109 Comentários

  • Eduardo Reis

    -

    22/12/2014 às 18:01

    Pelo visto, Narloch está alcaçando seu objetivo! Irritar o maior numero de “doutrinadinhos” pelo Mequi. :)

  • gilberto

    -

    25/11/2014 às 12:10

    quem disse pra ele que os irmãos wright fizeram voo motorizado, o governo americano jamais abonou que eles tenham sido vistos voando entre 1903 e 1906, nenhum cartorio de dayton recebeu declarações do zeloso povo americano dizendo que eles viram os dois em voo, havia uma estação ferroviaria a 30 metros deles e um quartel a poucos quilometros dali jamais declararam nada em favor destes dois nos livros diarios do periodo, a fisica mostra que mesmo em aeronaves modernas as condições de peso e motor deles entre 1903 e 1905 a aeronave não sai do chão, mas uma replica de DUMONT voa sempre, e as replicas dos flyers que ficam todas no chão se não forem modernizadas, ou seja tinham mesmmo era planadores, coisa velha naquela epoca, quando eles realmente apareceram voando, 1908 1 ano e meio depois de DUMONT e depois de terem acesso 1907 a planta do 14 bis.

  • André Villa

    -

    18/8/2013 às 8:26

    Só assisti ao segundo vídeo pois samba é uma coisa que estudo há pelo menos 25 anos e depois de ver isto, haja tempo à perder para assistir aos outros dois vídeos.

    Interrompa por um tempo o curso de samba e estude um pouco de português.

  • vania carvalho

    -

    31/7/2013 às 6:05

    Na minha opinião, uma das disciplinas que mais “manipula” os alunos é a História. Portanto, ter contato com visões diferentes, questionar os pressupostos aceitos é extremamente válido. Pelo menos nos ajuda a pensar outros aspectos sobre determinados momentos históricos. Talvez seja uma questão de disputa direita x esquerda, como alguns citaram abaixo. O fato, todavia, é que a academia brasileira está tão abarrotada com marxismo, que quando se lançam outros olhares, o estranhamento é grande. Por isso, gosto de escritores que nos ajudam a pensar fora da caixa.

  • Dimas

    -

    12/4/2013 às 15:38

    As guerras entre índios não é segredo, uma obra que deixa isso bem claro é Iracema de José de Alencar.

  • Danilo .M.F.

    -

    30/1/2013 às 14:42

    Bom, eu fiz um estudo sobre a Guerra do Paraguai e comparei essa capítulo que ele fala sobre com alguns outras obras clássicas do tema. No tocante à esse assunto, posso afirmar que suas fontes são Maldita Guerra (Doratioto) e um texto chamado O imperialismo britânico e a Guerra do Paraguai (Bettel). É interessante, mas ele não contribui com nada de muito novo e só simplifica algumas ideias do Doratioto e do Leslei. De qualquer forma, essas são as fontes principais dele para tratar da Guerra do Paraguai. Acho que o pessoal ligado ao marxismo tem de levar em consideração que muitos trabalhos feitos pelos mesmo carecem de fontes, vide o clássico Genocídio Americano (Chiavenatto), “copiado” de A Guerra do Paraguai: Grande Tragédia rioplatense (Pomer), que também carece de fontes. Em resumo, como sempre aquela velha briga entre esquerda x direita que já conhecemos bem.

  • juliana

    -

    22/10/2012 às 19:42

    Gostaria de saber quais foram as referencias que Leandro Narloch usou para escrever seus livros. Concordo que as mentiras devem ser desvendadas,mas a seriedade não pode ser esquecida.

  • Hélio Q. Jost

    -

    13/8/2012 às 10:49

    Tenho quase setenta anos e acho que compreendo algumas coisas, tal como quem(e quais interesses)realmente governam o mundo (e não são os socialistas). O nar(loque) merecia ser condecorado pelo Governo mais direitona do Mundo: os Estados Unidos. Não há palavras para qualificar um sujeito desses. O tempo e a idade o jogarão no ostracismo e ele verá quem é quem na ordem mundial.

  • Flavio Melo

    -

    19/6/2012 às 19:07

    Talvez o escritor não seja tão ingênuo e burro assim … conseguiu o que queria. CHAMAR A ATENÇÃO. VENDER!

  • ricardo machado jorge

    -

    30/4/2012 às 10:52

    Esse livro é um embuste tudo o que ele cita já foi debatido pela acadêmia de história e bibliografia sobre esses temas que ele expõe tem aos montes nas livrarias.
    Se vocês leigos, quiserem saber o quais são as discussões existentes na área de história compareçam a faculdade quando tiver algum simpósio vocês vão ver e perceber que a discussão histórica esta além da guerra direita versus esquerda.
    E uma das discussões e que já caiu por terra a muito tempo foi a vitimização negros, índios e brancos probes também foram sujeitos ativos e não passivos como se pensa e souberam se mover na sociedade brasileira utilizando suas estratégias nem sempre eficazes visando atingir seus objetivos.
    Os dois guias escritos por ele refletem o pensamento de uma direita burra longe de ser exclarecida pelo menos, além de serem totalmente questionáveis pelas fontes utilizadas, no caso da bibliográfica é um recorte e cole dos autores marxistas, mas só que é deturpada.
    Além de refletirem o desespero da direita que já não consegue mais justificar o seu dominio sobre a população analfabeta, burra e inferior que o Sr. Narloch diz odiar, ele deve lembrar-se que a classe média e a elite branca residente nos jardins não muito diferente a não ser pelo saldo bancário e daí as vantagens em relação aos menos favorecidos economicamente falando que hoje podem estudar numa universidade e o engraçado é que eles estão ultrapassando em número as classes mais avantajadas cujos os filhos são muito inteligentes e no máximo conseguem entrar numa faculdade PARTICULAR de medicina com mensalidades ultrapassam os 4 mil reais.
    Mas, voltando ao assunto história não é especulação embora a verdade seja impossível de se alcançar, ou seja, o máximo que você pode chegar é uma aproximação do passado que você não viveu.
    E outras coisinhas mais não confudam livros didáticos com livros de história escritos por historiadores, ambos são distintos o primeiro elaborado pelo Estado visa passar um visão da história que atenda aos interesses dasa classes dominantes e o segundo tem interesses também, mas não se coadunam com os do Estado e os guias desse cara são bizarros que nem perto dos livros didáticos chegam e muito menos alcançam o objetivo de desconstruir alguma e se alguém fez foram os historiadores que estão na universidade e lançaram inúmeros livros SÉRIOS e não uma brincadeira de criança como esses dois livros.
    É uma pena ver que o povo brasileiro mais uma vez se deixe levar por algo tão baixo e mesquinho, e transfome isso em best-seller.
    Aliás eu sou professor, sou marxista sim, e detalhe não ensino nada do que esse cara diz e por isso digo que ele antesd e falar em sistema educacional, sala de aula ele deveria ir conhecer primeiro antes de dizer as asneiras que ele anda vomitando por ai, pois pelo que me lembro estou em 2012 e os livros didáticos já acompanham as mudanças debatidas pela acadêmia esse cara ficou no passado, e é estranho ele defender uma ditadura que arruinou o sistema de ensino público brasileiro, e enquanto os países europeus promoviam politicas de bem estar social, por aqui esses bondosos generais promoveram uma politica de mal estar social sem precedentes, e esse milagre economico na verdade não passou de uma mentira é algo bem simples – quando refinanciamos uma divida pegamos empréstimos mas tem um detalhe um dia o dinheiro acaba e ai vem a conta e temos que pagar o que acontece quando não tem dinheiro em caixa?

  • Nayara

    -

    11/4/2012 às 22:44

    Só para falar sobre um dos comentários abaixo do senhor Renato, História não é especulação, pois exige a criação de teorias e métodos sérios e passíveis de validação e é baseada em evidências comprováveis. Como toda ciência, a História precisa de criar teorias, que não “cortam” o conhecimento e sim ajudam a entender de uma determinada forma as evidências encontradas.

  • Nayara

    -

    11/4/2012 às 22:35

    Ele vende o livro porque o livro foi feito exatamente para “causar” e vender. Ele fala muita coisa sem fundamento e só vê nas supostas “provas” o que deseja e o que serve para fundamentar a ideologia de direita que tem. O livro nem merece atenção , não é sério do ponto de vista da ciência histórica e só contém bobagens.

  • Marco Aurélio

    -

    8/4/2012 às 13:47

    Quanto mais as pessoas detratam o autor Leandro Narloch, mais ele vende seu livro. O livro está há 2 anos entre os 10 mais vendidos e isso mais o fato de que ele escreve certas verdades desagradáveis, realmente incomoda e muito grande parte dos nacionalistas desinformados.

  • carlos gerlach

    -

    8/4/2012 às 10:30

    Não há porque considerar esta publicação como “guia” ou como um “fiat lux’ da história. Ele,o guia, surge justamente na era das versões ,era da informação de alcance quase instantâneo . Era dos “hoaxes” ou do filósofo “Diz que…” .
    Há que ser encarada a coletânea com toda a reserva
    que uma publicador sensacionalista/denuncista ( vide histórico do mesmo) merece.
    Já o Engº Leonel de Moura Brizola fazia a confissão a sua época: quando mandou meio “apagado” , fora das notícias, dou umas “porradas” no Marinho (Globo) e pronto…
    Vale a máxima: quem lucra com o feito ?

  • Reis

    -

    22/2/2012 às 17:36

    Simplesmente ele é um cara muito preconceituoso em muitas afirmações infundadas. Um livro muito ruim de ler não recomendo.

  • Renato

    -

    5/2/2012 às 22:36

    O livro é interessante e divertido, além de ser ao mesmo tempo sério. Duas “historiografias” abomino com prazer, a marxista, que não explica a maior parte das coisas que ocorreram na humanidade e a positivista, que é a voga, cento e oitenta páginas de “tese” com mais de seiscentas citações, isso um garoto de 7 anos faz, cópia. Tese pra mim só em ciências exatas, quando a maioria das Universidades está exigindo, agora, que a Tese comece já a beirar a patente, uma nova invenção. História é especulação e tanto a interpretação marxista e a prisão positivista cortam as asas da especulação.

  • Nelson Lima

    -

    17/1/2012 às 17:52

    Comprei e li os 2 livros, da América Latina e do Brasil.
    Obrigado, tenho 57 anos e me ajudou a refletir mais sobre episódios que viví e sempre discordei da posição historiográfica oficial, bem como de muitos que não vivi e não aceitava a bobagem toda que ensinavam. Vou da-los para meus 5 filhos lerem, para ilustra-los mais inclusive sobre conversas que tivemos sempre que me reclamavam das “aulas” de história que assistiam e mesmo muito jovens – na época – achavam meio absurdas.
    Parabens ao autor.

  • José Ricardo

    -

    16/1/2012 às 0:42

    O livro é perfeito! Para quem quer romper os elos da historiografia tradicional, esses livros remontam a grande realidade dos fatos. sou estudante de História e formado em economia, ex comunista também, nos meus estudos sempre achava estranho a grande quantidade de heróis, na verdade não tivemos heróis e os índios das Américas não foram violentados como nos passaram, quanto a Africa, até hoje ainda vivem com seus problemas tribais e a escravidão entre eles é muito antiga também. O mais interessante foi a quebra da mascara do comunismo, do Che Guevara, do Fidel e de todos os Libertadores nacionais no período intitulado de “ditadura militar brasileira”. Durante o governo Lula morreram muito mais crianças de desnutrição do que os 424 terroristas nos 21 anos nesta tal “DITADURA”. O LIVRO É PERFEITO E COMPLETO!

  • Michael

    -

    8/1/2012 às 19:41

    Realmente, os índios devem ter achado a colonização o maior barato. Altas novidades. Esse negócio de aldeia devia ser o maior tédio. Aposto que eles gostavam de saber das criações mais transadas da Europa. Sou curitibano e acho que mais irrelevante que “nosso” estado é uma pessoa como você, perto da grandeza do Paraná. O trabalho apresenta algumas informações interessante e servirão apenas para consulta das referências. Você pretendia irritar os leitores do seu guia. E conseguiu.

  • ANTONIO

    -

    11/12/2011 às 11:53

    Comparo o livro(?) com o livro(?) do boni globo.

  • ANTONIO

    -

    11/12/2011 às 10:04

    Ao ver a entrevista na record vi que jamais deveria ler este livro, porque quem mais falou foi o entrevistador, e os entrevistados somente riam e diziam “é”, “sim”, “ha!ha!”, “isto”. E ainda comenta que os professores brasileiros sempre ensinam que a revolução é o resultado, e vejam que quando eu estudava os professores davam a condição de termos que escolher as coisas, e vivíamos na época da ditadura. E eles? Estudaram em escola pública? Viveram a época da ditadura? Seus pais são da classe dos ricos ou dos explorados? Eles são da classe dos que trabalham ou dos que enriquecem cada vez mais. Não nos será surpresa se seu ídolo seja Adolf Hitler.

  • Gerlaima Alves de Oliveira

    -

    19/11/2011 às 19:11

    o livro só demonstra aquilo que é de se esperar de quando um jornalista se mete a ser historiador, o resultado é isso aí. aprendi uma coisa lendo esse livro , foi que nunca mais devo ler bobagens de pessoas desorientadas no que diz saber fazer.

  • Gerlaima Alves de Oliveira

    -

    19/11/2011 às 18:58

    O livro só demonstra aquilo que é de se esparar de um jornalista que se mete a historiador, dá nisso uma boa B….

  • Eliana

    -

    29/10/2011 às 23:53

    Quando o livro onsegue envolver é tão bom …e assim é o livro de Narloch…além de trazer muita polemica; pois destrona ideários da história tão comuns…

  • Rodrigo

    -

    22/10/2011 às 15:25

    Adorei os guias, tanto da Historia do Brasil e agora o da America Latina. O que pra mim e o mais interessante nestes dois livros de Narloch e um outro ponto de vista da Historia, alem do contado pelos comunistas que se formam nas universidades publicas. E importante tambem notar que as raizes da Historia do nosso continente explicam o atraso e a proliferacao do caudilho politico, do apadeutismo e do atraso. Isso explica porque Sarneys, Serras e outros continuam firmes e fortes na politica.

  • Disraeli

    -

    21/10/2011 às 20:37

    O livro é uma coleção de fatos oportunamente colocados frente ao que a imprensa e a universidade tentam convencer a grande maioria dos “instruídos”, dos “educados” e bem nascidos que sentem culpa disto.
    É uma ótima fonte de debate. Em certos momentos, o autor simplesmente apela para a lógica para mostrar o porque de índios não terem sido covardemente dominados como se conta na escola, ou porque Allende era um fascista. Eu diria que é uma versão mais digerível do também excelente “Manual do perfeito idiota Latino-Americano” que na edição brasileira possui prefácio do não menos excelente Roberto Campos.
    Um dos grandes males do Brasil são os professores de história marxistas.

  • Erick Carvalho

    -

    15/10/2011 às 9:44

    Esse rapaz fez um recorte e cola de coisas pontuais na História e colocou sua ideologia de forma agradável ao leitor mais conservador, leigo e, sobretudo, aquele que gosta de criticar visões mais libertárias da História. No entanto, não se enganem. O livro é de fato ruim. Presta um desserviço para a História brasileira. Ele não tem a mínima ideia dos debates historiográficos sobre o tema e em seu próprio discurso tudo é apenas uma questão política entre esquerdaXdireita esclarecida. Esse tipo de visão não existe na Historiografia, onde muito historiadores com direcionamento políticos dos mais diversos debatem a relevãncia social de certas construções. Esse livro é um almanaque bizarro feito para vender. Qualquer livro didático de ensino fundamental é mais atualizado, instrutivo e antenado com os debates historiográficos sérios que este livro ou as colocações simplistas e de apontamento errado deste autor. Falo isso como Historiador que leu essa publicação em especial.

  • Danilo do Erre

    -

    19/9/2011 às 15:37

    Gostei muito do livro. Tanto do conteúdo como da forma com foi escrito. Esta semana devo comprar o Guia da história politicamente incorreta da América Latina.
    Obrigado

  • Leandro Freitas (História - UNIFAP)

    -

    2/8/2011 às 11:11

    Narlaoch traz a sua versão da velha História factual. Aliás o jornalismo é fiel aos fatos.

  • Karlos

    -

    19/7/2011 às 20:07

    Leandro Narloch, não fala nada de novo. Quem está habituado com livros de História, publicado por pesquisadores sérios, sabe que Narloch só fala de “manuais de histórias didáticos ultrapassados”. Os atuais livros didáticos, mesmo lentos em suas atualizações, já não trazem essa visão que o mesmo diz combater. Na historiografia não importa uma luta entre escritores esquerdistas e de direitas, como muitos aqui comentam – por desconhecer a historiografia – e o próprio Narloch. Em resumo, livro muito ruim, sem pesquisa primária, que faz uma péssima leitura do que é publicado na acadêmia de História – prestem atenção, suas pesquisas são secundárias de livros de Historiadores – distorce e vende para o grande público como algo novo.

  • Karlos

    -

    19/7/2011 às 20:02

    Leandro Narloch, não fala nada de novo. Quem está habituado com livros de História, publicado por pesquisadores sérios, sabe que Narloch só fala de “manuais de histórias didáticos ultrapassados”. Os mesmos livros didáticos já não trazem essa visão que o mesmo diz combater. Na historiografia não importa uma luta entre escritores esquerdistas e de direitas, como muitos aqui comentam – por desconhecer a historiografia – e o próprio Narloch. Em resumo, livro muito ruim, sem pesquisa primária, que faz uma péssima leitura do que é publicado na acadêmia de História – prestem atenção, suas pesquisas são secundárias de livros de Historiadores – distorce e vende para o grande público como algo novo.

  • charles

    -

    14/7/2011 às 2:06

    será que um escritor aventureiro, que de curiosidade resolveu ir mais fundo na história, esta realmente falando a verdade dos fatos. Se for, o Brasil é muito atrasado mesmo!!

  • Luiz Machado

    -

    17/6/2011 às 15:56

    Tenho o orgulho de sempre, desde os 13 anos de idade, ter desconfiado dos meus professores barbudinhos de História. Com o tempo, fui entendendo o por quê. A História do mundo e do Brasil é sempre a dos maus (ricos) contra os bons (pobres), dos brancos contra os negros, dos brancos contra os índios etc, como numa novela das 8. É a velha visão vitimista, pobrista de toda sorte de revolucionários. Narloch abusa de tanto esculhambar esses idiotas com pesquisa séria e, sim, opiniões amparadas na lógica – esta, a inimiga número um dos esquerdistas.

  • Rogerio Araujo

    -

    29/5/2011 às 23:13

    Santos Dumont fez o primeiro dirigível e o primeiro vôo completo com o 14 bis. Mas o mais legal foi o Demoiselle, porque podia ser ser dirigido (tem um filme em que o avião decola e aterrisa no mesmo ponto). O defeito dele: era um perdulário e não queria montar empresa e ganhar dinheiro. Os irmãos Wrigth, como todo inventor estadunidense, tinham espírito capitalista e queriam vender seus inventos para o Exército. Agora, se Santos Dumont fosse ambicioso, ninguém tinha segurado ele. Teria sido empresário da aviação bem sucedido na França.

  • Diego Carlos

    -

    28/5/2011 às 23:23

    O maior cancêr no Brasil é o vitimismo e o coitadismo, explicações que sempre põe a culpa nos outros e nunca em si mesmo. E a mulambada da esquerda adora isso pois o mesmo alimenta a sua ideologia. O mundo é dos fortes e não dos que se fazem de vítima o tempo inteiro. Negros e Indios tinham escolhas, não eram coitados. Parabéns Leandro por pesquisar os fatos.

  • flavio henrique

    -

    6/5/2011 às 13:01

    acho que de certa forma esse cidadão está prestando um bem ao povo brasileiro!!mais ele falar que escreveu um livro para irritar o maior numero de pessoas!!ele tá de brincadeira!!esses assuntos que você está abordando só um leigo não saber!!!agora você vem disser que santos dumont não inventou o avião??e que a feijoada não é brasileira??fala sério!!cara!!mais fica o meu parabens por você escrever um livro desses e colocar a cara para bater!!uma sugestão escrever um livro falando sobre os verdadeiros hérois brasileiros!!mais acho que não lhê daria tanto retorno financeiro!!kkkkkkkk!!

  • Paulo Luiz de Mendonça

    -

    27/2/2011 às 15:56

    Olá, sou aluno do 4º período de História (UFPE) e em minha opinião, a despeito do historiador ter que estar aberto a todo tipo de análise (pela própria natureza da profissão), a pesquisa histórica necessita de uma investigação extremamente rigorosa e isenta de modismos jornalísticos ou demandas editoriais mercadológicas. É claro que os historiadores erram (e muito), mas o jornalismo não tem algumas das ferramentas necessárias à pesquisa histórica como, por exemplo, cruzar a bibliografia com o seu próprio conhecimento,analisar até o movimentos dos arquivos e das fontes para a produção de novos deslocamentos (conhecimento novo e fundamentado), bem como conhecimento da produção historiográfica brasileira, classificada de maneira simplista (inclusive pela Revista Veja) como marxista.

  • Julia S.

    -

    18/2/2011 às 20:30

    Não sei realmente no que acreditar. O que dizem os livros de história todos já sabem. E o Leandro vem com uma nova perspectiva de tudo isso. Eu, pessoalmente, gostei do livro, achei ousado, interessante e revolucionário. É claro que os acomodados e cegos – para não dizer alienados – vão reclamar sobre a visão dele. Agora, decidir em quem acreditar é difícil. Tudo o que aprendemos até hoje em sala de aula é diferente do que está escrito no livro de Narloch. Eu sou particularmente revolucionária e gosto de desmitificar as coisas. Mas fico pensando se acredito no que é contado no livro apenas por que gosto de pensar de maneira diferente ou se é por que realmente acredito no que está escrito ali. Acreditar cegamente no livro Um Guia Politicamente Incorreto é ter o mesmo comportamento de alguns historiadores de mente fechada. Como não tenho formação em história e nem estudo suficiente para comentar sobre o assunto, fico dividida.

  • Luiz Alberto Verri

    -

    16/2/2011 às 14:53

    Prezado Leandro Nardoch

    Acabo de ler o seu livro “Historia Politicamente Incorreta do Brasil”. A obra em geral demonstra inteligência, coragem e intenso trabalho de pesquisa. Parabéns por isso.
    Gostaria, entretanto, de fazer as seguintes considerações:

    a) Se uma obra de teor semelhante, porém expondo o ponto de vista de ideologia oposta (a esquerda) à sua, fosse escrita na época da “revolução redentora” de 64, provavelmente nem sairia do prelo e se saísse, o autor estaria em maus lençóis. A questão da liberdade de expressão melhorou sob governos de esquerda, não é verdade?

    b) Penso que com a maturidade, você vai perceber e aceitar que é perfeitamente possível duas pessoas de ideologias distintas respeitarem-se e até mesmo admirarem-se. É o caso de Jorge Amado, ter em um certo momento admirado qualidades específicas de Antonio Carlos Magalhães, fato deplorado em seu livro. Para mim, isto não tem nada de “diferente”, não merece registro.

    c) Quanto a radicalização da ideologia: Quando vejo dois “donos” de verdades opostas discutindo, como vi os da esquerda falando de ti e vice-versa, em seu blog, penso que provavelmente ambos estão certos no que dizem um do outro, mas que falta muito aos dois lados para chegar à “verdade verdadeira”.

    Posso estar enganado, mas parece que seu objetivo ao escrever esse livro, foi o de ganhar dinheiro e ficar (mais) famoso. Neste caso, mais uma vez parabéns pelo foco.

  • Carolina

    -

    16/2/2011 às 13:48

    fala sério, como deixam um jornalista escrever sobre História como se fosse um historiador??? ele com certeza escreveu um monte de baboseira, assim como Laurentino Gomes e Eduardo Bueno.’

  • Rogerio

    -

    13/1/2011 às 12:32

    Leandro, o que vale mais, a vida de uma pessoa ou 1000 arvores ?

  • rafael ferreira

    -

    29/12/2010 às 23:55

    parabéns leandro….gostaria de dar uma aula como vc da em seu livro e não correr o risco de ser despedido….estou orgulhoso!

  • Gilmar Maldonado Roman

    -

    28/12/2010 às 16:09

    Um dia falando sobre assuntos da história do Brasil no que se refere aos negros, índios, Dom João, Império do Brasil, República etc, um amigo disse:Gilmar, estou lendo um livro que fala exatamente o que você está relatando. Dias depois me trouxe um exemplar do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil do Lenadro Narloch, o qual li e encontrei exatamente nele refletido, o resultado de minhas pesquisas de mais de 10 anos sobre a história do Brasil. Aliás, já existem grupos de historiadores e pesquisadores buscando fontes científicas (documentos e outras) para recontar a história do Brasil. O que sabemos atualmente foi de interesses próprios de certos grupos com um pé no positivismo e outro no marxsismo, sem nehum embasamento científico. Excelente livro.

  • Hugo Green

    -

    15/12/2010 às 16:34

    Gostei bastante do livro dele muito interessante, é sempre bom ver o outro lado da história e sempre está renovando os nosso conceitos e o livro de Leandro Narloch propicia isso.
    Ótimo livro!
    Abraço.

  • jose euripedes jepy pereira

    -

    12/12/2010 às 16:48

    achei interessante a entrevista do Leandro no programa do Jô. É muito ousada, assim como o seu livro. Estamos acostumados com o trivial e assustamos quando alguém contrasta com aquilo que aprendemos desde pequenos e que nuncha checamos se é verdadeiro. Parabéns Leandro pela sua ousadia. Vou pesquisar tudo o que você trata no seu livro.

  • Célio Martins

    -

    11/12/2010 às 18:42

    Esse rapaz é lesado, precisa de psicanalista, como dito em sua própria entrevista no Jô “quer ficar rico”.Disse que Aleijadinho não poderia estar em três lugares ao mesmo tempo! Ô Cara, os mestres tem um local que se chama “atelier” você não sabe disso? E ai trabalham ajudantes, ou você acha que Rodin esculpiu sozinho todas as esculturas dele?
    Quanto a Santos Dumont a diferença é que o 14 Bis subiu e desceu (chamam a isso vôo controlado)com recursos próprios, um motor a explosão, sem rampa, trilhos ou catapultas e na presença de toda uma comunidade científica além de público leigo. O aparelho dos Whritys subia por catapulta em trilhos e descia ao acaso e as “testemunhas” eram as vacas e bois, já que os “irmãos” estavam mais preocupados em patentear seu invento e vendê-lo à algum exército( ofereceram aos americanos, ingleses, franceses e canadenses). Ainda em Aleijadinho você não explica como as imagens e o adro da Basílica de N. S. de Matozinhos, em Congonhas, são tombados como “patrimônio histórico mundial” e as outras imagens em Portugal, da qual vc diz que Aleijadinho copiou, não o são!!!
    Por último, fui comprar seu livro, e ao ver que ele é todo baseado em reportagens ví que não se trata de um trabalho científico sério e nem mesmo de uma boa reportagem e resolví que, no que depender de mim, você continuará pobre, ouviu “gatinho”( não era assim que você queria que o Jô te chamasse??)

  • Aparecido Raimundo de Souza

    -

    9/12/2010 às 2:00

    Narloch está certo. Não vi nada de errado no livro dele. Precisamos ter em conta, que no Brasil tudo não passa de um grande circo armado, onde nós todos, somos mero público pagando caro para assistir a um espetáculo que não muda em nada, a uma encenação de pilantragens que vem desde o descobrimento. E pasmem, meus amados, ninguem teve coragem de mudar nem o scrip nem o elenco.
    Aparecido Raimundo de Souza
    Jornalista

  • Nay

    -

    9/12/2010 às 1:40

    Olá a todos! Eu adoro tudo que revele mudança, e a história, é de fato algo que a gente está sempre descobrindo coisas novas, afinal, há muitos mitos espalhados por aí. Eu não acho mal tentar esclarecer mitos que foram construídos ou histórias vagas que a população aceitou ao longo dos séculos, acho até muito importante, que cada vez mais, o brasileiro se encontre e se conheça. Afinal, todos os povos se construíram assim, de mistura, e do encontro e do amor em ter essa história. E penso, que é sempre difícil largar aquilo que nos foi dado como certo, mas também acho que ficarmos achando que tal fato é assim é um erro, dados são achados, documentos encontrados, e outras coisas mais que só vem pra ajudar, fazer de nossa história algo mais rica. E não me sinto nenhum pouco complexada de Santos Dumont não fez isso, se a feijoada é européia, ou se Zumbi tinha escravos. Porquê? Era então mais bonito renegar o nosso parente, tataravô europeu e aceitar o tataravô africano? Não vejo nenhuma desonra nisso e muito menos vejo desonra em dizer que o Zumbi tinha escravos, afinal, mesmo antes de virem para cá, os africanos já possuíam escravos em suas tribos, basta ler livros ou conversar com historiadores que pesquisaram a história da África, ou seja, eles lá já escravizavam, e se escravizaram no Quilombo, pra mim não é novidade. A história muda pouco. Quanto ao Santos DUmont, prefiro dizer que ele não fez algo, do que dizer que fez e não fez. E mais meus conterrâneos, temos que gostar da nossa história, do nosso povo, seja ele índio, português, africano, ou outro qualquer, e temos de sim, pensar, que não somos só carnaval, futebol e beleza natural, somos feitos de uma história de desbravadores, de guerreiros, e de outros que estão aqui no Século XXI construindo a história do Brasil, seja sertanista, gari, empresário, lavrador, outro qualquer, somos parte do Brasil.

  • BELO AARÃO

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    9/12/2010 às 1:11

    Ao ler o livro, percebe-se uma tentativa fácil de desmistificar o que ele mesmo (o autor) provoca, a idéia de vender e ganhar dinheiro com a pertubadora História do Brasil, que de fato é tão digna, afinal foi construída com muitos sacrifícios coletivos, cada um, contribuindo com sua parte, seja ela em qual posição social estavam, e ao mesmo tempo decepcionante. A exemplo, o autor desconhece a possibilidade de Francisco Antonio Lisboa (Aleijadinho) possuir uma corporação de ofícios, no qual ele realmente não produziu todas as suas obras, mas terceirizou serviços que foram avalizados e apreciados e que tiveram reconhecimento público pela valiosa contruibuição artística nacional, ou ainda, a subvaloração de Alberto Santos Dumont, homem independente de sua opção, opção sexual é algo irrelevante ao processo histórico, de ter feito, e ser mundialmente reconhecido, parece-me que o autor, não gosta de brasileiros, e repudia com mais veemência os mineiros, então fica aqui a crítica de um Professor de História, livrinho legal de comédia, para ler, se a conexão de internet não estiver disponível, no final de semana chuvoso…

  • Fernanda

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    1/12/2010 às 18:00

    Estou lendo o livro e achando o máximo… e ele não dá um ponto sem nó… tem todo um embasamento cientifico no que ele diz… antes de alguem dizer alguma coisa tem que ler e entender todo o contexto…

 

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