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03/02/2010

às 21:02 \ Vídeos: Entrevista

Leandro Narloch, jornalista e autor do livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil

Zumbi tinha escravos.
A origem da feijoada é européia.
Santos Dumont não inventou o avião.

As três afirmações parecem provocação de argentino. São apenas verdades incômodas, por rasgarem fantasias enraizadas no imaginário nacional.  E resumem exemplarmente o conteúdo do Guia politicamente incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch. Escrito com o objetivo principal de “irritar o maior número de pessoas”,  o livro desmonta versões encampadas pela história oficial. Nesta entrevista dividida em três partes, Narloch, que se amparou em consultas a cerca de 120 livros e dissertações acadêmicas, revela outras histórias já programadas para o segundo volume do Guia.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

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107 Comentários

  1. André Villa

    -

    18/08/2013 às 8:26

    Só assisti ao segundo vídeo pois samba é uma coisa que estudo há pelo menos 25 anos e depois de ver isto, haja tempo à perder para assistir aos outros dois vídeos.

    Interrompa por um tempo o curso de samba e estude um pouco de português.

  2. vania carvalho

    -

    31/07/2013 às 6:05

    Na minha opinião, uma das disciplinas que mais “manipula” os alunos é a História. Portanto, ter contato com visões diferentes, questionar os pressupostos aceitos é extremamente válido. Pelo menos nos ajuda a pensar outros aspectos sobre determinados momentos históricos. Talvez seja uma questão de disputa direita x esquerda, como alguns citaram abaixo. O fato, todavia, é que a academia brasileira está tão abarrotada com marxismo, que quando se lançam outros olhares, o estranhamento é grande. Por isso, gosto de escritores que nos ajudam a pensar fora da caixa.

  3. Dimas

    -

    12/04/2013 às 15:38

    As guerras entre índios não é segredo, uma obra que deixa isso bem claro é Iracema de José de Alencar.

  4. Danilo .M.F.

    -

    30/01/2013 às 14:42

    Bom, eu fiz um estudo sobre a Guerra do Paraguai e comparei essa capítulo que ele fala sobre com alguns outras obras clássicas do tema. No tocante à esse assunto, posso afirmar que suas fontes são Maldita Guerra (Doratioto) e um texto chamado O imperialismo britânico e a Guerra do Paraguai (Bettel). É interessante, mas ele não contribui com nada de muito novo e só simplifica algumas ideias do Doratioto e do Leslei. De qualquer forma, essas são as fontes principais dele para tratar da Guerra do Paraguai. Acho que o pessoal ligado ao marxismo tem de levar em consideração que muitos trabalhos feitos pelos mesmo carecem de fontes, vide o clássico Genocídio Americano (Chiavenatto), “copiado” de A Guerra do Paraguai: Grande Tragédia rioplatense (Pomer), que também carece de fontes. Em resumo, como sempre aquela velha briga entre esquerda x direita que já conhecemos bem.

  5. juliana

    -

    22/10/2012 às 19:42

    Gostaria de saber quais foram as referencias que Leandro Narloch usou para escrever seus livros. Concordo que as mentiras devem ser desvendadas,mas a seriedade não pode ser esquecida.

  6. Hélio Q. Jost

    -

    13/08/2012 às 10:49

    Tenho quase setenta anos e acho que compreendo algumas coisas, tal como quem(e quais interesses)realmente governam o mundo (e não são os socialistas). O nar(loque) merecia ser condecorado pelo Governo mais direitona do Mundo: os Estados Unidos. Não há palavras para qualificar um sujeito desses. O tempo e a idade o jogarão no ostracismo e ele verá quem é quem na ordem mundial.

  7. Flavio Melo

    -

    19/06/2012 às 19:07

    Talvez o escritor não seja tão ingênuo e burro assim … conseguiu o que queria. CHAMAR A ATENÇÃO. VENDER!

  8. ricardo machado jorge

    -

    30/04/2012 às 10:52

    Esse livro é um embuste tudo o que ele cita já foi debatido pela acadêmia de história e bibliografia sobre esses temas que ele expõe tem aos montes nas livrarias.
    Se vocês leigos, quiserem saber o quais são as discussões existentes na área de história compareçam a faculdade quando tiver algum simpósio vocês vão ver e perceber que a discussão histórica esta além da guerra direita versus esquerda.
    E uma das discussões e que já caiu por terra a muito tempo foi a vitimização negros, índios e brancos probes também foram sujeitos ativos e não passivos como se pensa e souberam se mover na sociedade brasileira utilizando suas estratégias nem sempre eficazes visando atingir seus objetivos.
    Os dois guias escritos por ele refletem o pensamento de uma direita burra longe de ser exclarecida pelo menos, além de serem totalmente questionáveis pelas fontes utilizadas, no caso da bibliográfica é um recorte e cole dos autores marxistas, mas só que é deturpada.
    Além de refletirem o desespero da direita que já não consegue mais justificar o seu dominio sobre a população analfabeta, burra e inferior que o Sr. Narloch diz odiar, ele deve lembrar-se que a classe média e a elite branca residente nos jardins não muito diferente a não ser pelo saldo bancário e daí as vantagens em relação aos menos favorecidos economicamente falando que hoje podem estudar numa universidade e o engraçado é que eles estão ultrapassando em número as classes mais avantajadas cujos os filhos são muito inteligentes e no máximo conseguem entrar numa faculdade PARTICULAR de medicina com mensalidades ultrapassam os 4 mil reais.
    Mas, voltando ao assunto história não é especulação embora a verdade seja impossível de se alcançar, ou seja, o máximo que você pode chegar é uma aproximação do passado que você não viveu.
    E outras coisinhas mais não confudam livros didáticos com livros de história escritos por historiadores, ambos são distintos o primeiro elaborado pelo Estado visa passar um visão da história que atenda aos interesses dasa classes dominantes e o segundo tem interesses também, mas não se coadunam com os do Estado e os guias desse cara são bizarros que nem perto dos livros didáticos chegam e muito menos alcançam o objetivo de desconstruir alguma e se alguém fez foram os historiadores que estão na universidade e lançaram inúmeros livros SÉRIOS e não uma brincadeira de criança como esses dois livros.
    É uma pena ver que o povo brasileiro mais uma vez se deixe levar por algo tão baixo e mesquinho, e transfome isso em best-seller.
    Aliás eu sou professor, sou marxista sim, e detalhe não ensino nada do que esse cara diz e por isso digo que ele antesd e falar em sistema educacional, sala de aula ele deveria ir conhecer primeiro antes de dizer as asneiras que ele anda vomitando por ai, pois pelo que me lembro estou em 2012 e os livros didáticos já acompanham as mudanças debatidas pela acadêmia esse cara ficou no passado, e é estranho ele defender uma ditadura que arruinou o sistema de ensino público brasileiro, e enquanto os países europeus promoviam politicas de bem estar social, por aqui esses bondosos generais promoveram uma politica de mal estar social sem precedentes, e esse milagre economico na verdade não passou de uma mentira é algo bem simples – quando refinanciamos uma divida pegamos empréstimos mas tem um detalhe um dia o dinheiro acaba e ai vem a conta e temos que pagar o que acontece quando não tem dinheiro em caixa?

  9. Nayara

    -

    11/04/2012 às 22:44

    Só para falar sobre um dos comentários abaixo do senhor Renato, História não é especulação, pois exige a criação de teorias e métodos sérios e passíveis de validação e é baseada em evidências comprováveis. Como toda ciência, a História precisa de criar teorias, que não “cortam” o conhecimento e sim ajudam a entender de uma determinada forma as evidências encontradas.

  10. Nayara

    -

    11/04/2012 às 22:35

    Ele vende o livro porque o livro foi feito exatamente para “causar” e vender. Ele fala muita coisa sem fundamento e só vê nas supostas “provas” o que deseja e o que serve para fundamentar a ideologia de direita que tem. O livro nem merece atenção , não é sério do ponto de vista da ciência histórica e só contém bobagens.

  11. Marco Aurélio

    -

    08/04/2012 às 13:47

    Quanto mais as pessoas detratam o autor Leandro Narloch, mais ele vende seu livro. O livro está há 2 anos entre os 10 mais vendidos e isso mais o fato de que ele escreve certas verdades desagradáveis, realmente incomoda e muito grande parte dos nacionalistas desinformados.

  12. carlos gerlach

    -

    08/04/2012 às 10:30

    Não há porque considerar esta publicação como “guia” ou como um “fiat lux’ da história. Ele,o guia, surge justamente na era das versões ,era da informação de alcance quase instantâneo . Era dos “hoaxes” ou do filósofo “Diz que…” .
    Há que ser encarada a coletânea com toda a reserva
    que uma publicador sensacionalista/denuncista ( vide histórico do mesmo) merece.
    Já o Engº Leonel de Moura Brizola fazia a confissão a sua época: quando mandou meio “apagado” , fora das notícias, dou umas “porradas” no Marinho (Globo) e pronto…
    Vale a máxima: quem lucra com o feito ?

  13. Reis

    -

    22/02/2012 às 17:36

    Simplesmente ele é um cara muito preconceituoso em muitas afirmações infundadas. Um livro muito ruim de ler não recomendo.

  14. Renato

    -

    05/02/2012 às 22:36

    O livro é interessante e divertido, além de ser ao mesmo tempo sério. Duas “historiografias” abomino com prazer, a marxista, que não explica a maior parte das coisas que ocorreram na humanidade e a positivista, que é a voga, cento e oitenta páginas de “tese” com mais de seiscentas citações, isso um garoto de 7 anos faz, cópia. Tese pra mim só em ciências exatas, quando a maioria das Universidades está exigindo, agora, que a Tese comece já a beirar a patente, uma nova invenção. História é especulação e tanto a interpretação marxista e a prisão positivista cortam as asas da especulação.

  15. Nelson Lima

    -

    17/01/2012 às 17:52

    Comprei e li os 2 livros, da América Latina e do Brasil.
    Obrigado, tenho 57 anos e me ajudou a refletir mais sobre episódios que viví e sempre discordei da posição historiográfica oficial, bem como de muitos que não vivi e não aceitava a bobagem toda que ensinavam. Vou da-los para meus 5 filhos lerem, para ilustra-los mais inclusive sobre conversas que tivemos sempre que me reclamavam das “aulas” de história que assistiam e mesmo muito jovens – na época – achavam meio absurdas.
    Parabens ao autor.

  16. José Ricardo

    -

    16/01/2012 às 0:42

    O livro é perfeito! Para quem quer romper os elos da historiografia tradicional, esses livros remontam a grande realidade dos fatos. sou estudante de História e formado em economia, ex comunista também, nos meus estudos sempre achava estranho a grande quantidade de heróis, na verdade não tivemos heróis e os índios das Américas não foram violentados como nos passaram, quanto a Africa, até hoje ainda vivem com seus problemas tribais e a escravidão entre eles é muito antiga também. O mais interessante foi a quebra da mascara do comunismo, do Che Guevara, do Fidel e de todos os Libertadores nacionais no período intitulado de “ditadura militar brasileira”. Durante o governo Lula morreram muito mais crianças de desnutrição do que os 424 terroristas nos 21 anos nesta tal “DITADURA”. O LIVRO É PERFEITO E COMPLETO!

  17. Michael

    -

    08/01/2012 às 19:41

    Realmente, os índios devem ter achado a colonização o maior barato. Altas novidades. Esse negócio de aldeia devia ser o maior tédio. Aposto que eles gostavam de saber das criações mais transadas da Europa. Sou curitibano e acho que mais irrelevante que “nosso” estado é uma pessoa como você, perto da grandeza do Paraná. O trabalho apresenta algumas informações interessante e servirão apenas para consulta das referências. Você pretendia irritar os leitores do seu guia. E conseguiu.

  18. ANTONIO

    -

    11/12/2011 às 11:53

    Comparo o livro(?) com o livro(?) do boni globo.

  19. ANTONIO

    -

    11/12/2011 às 10:04

    Ao ver a entrevista na record vi que jamais deveria ler este livro, porque quem mais falou foi o entrevistador, e os entrevistados somente riam e diziam “é”, “sim”, “ha!ha!”, “isto”. E ainda comenta que os professores brasileiros sempre ensinam que a revolução é o resultado, e vejam que quando eu estudava os professores davam a condição de termos que escolher as coisas, e vivíamos na época da ditadura. E eles? Estudaram em escola pública? Viveram a época da ditadura? Seus pais são da classe dos ricos ou dos explorados? Eles são da classe dos que trabalham ou dos que enriquecem cada vez mais. Não nos será surpresa se seu ídolo seja Adolf Hitler.

  20. Gerlaima Alves de Oliveira

    -

    19/11/2011 às 19:11

    o livro só demonstra aquilo que é de se esperar de quando um jornalista se mete a ser historiador, o resultado é isso aí. aprendi uma coisa lendo esse livro , foi que nunca mais devo ler bobagens de pessoas desorientadas no que diz saber fazer.

  21. Gerlaima Alves de Oliveira

    -

    19/11/2011 às 18:58

    O livro só demonstra aquilo que é de se esparar de um jornalista que se mete a historiador, dá nisso uma boa B….

  22. Eliana

    -

    29/10/2011 às 23:53

    Quando o livro onsegue envolver é tão bom …e assim é o livro de Narloch…além de trazer muita polemica; pois destrona ideários da história tão comuns…

  23. Rodrigo

    -

    22/10/2011 às 15:25

    Adorei os guias, tanto da Historia do Brasil e agora o da America Latina. O que pra mim e o mais interessante nestes dois livros de Narloch e um outro ponto de vista da Historia, alem do contado pelos comunistas que se formam nas universidades publicas. E importante tambem notar que as raizes da Historia do nosso continente explicam o atraso e a proliferacao do caudilho politico, do apadeutismo e do atraso. Isso explica porque Sarneys, Serras e outros continuam firmes e fortes na politica.

  24. Disraeli

    -

    21/10/2011 às 20:37

    O livro é uma coleção de fatos oportunamente colocados frente ao que a imprensa e a universidade tentam convencer a grande maioria dos “instruídos”, dos “educados” e bem nascidos que sentem culpa disto.
    É uma ótima fonte de debate. Em certos momentos, o autor simplesmente apela para a lógica para mostrar o porque de índios não terem sido covardemente dominados como se conta na escola, ou porque Allende era um fascista. Eu diria que é uma versão mais digerível do também excelente “Manual do perfeito idiota Latino-Americano” que na edição brasileira possui prefácio do não menos excelente Roberto Campos.
    Um dos grandes males do Brasil são os professores de história marxistas.

  25. Erick Carvalho

    -

    15/10/2011 às 9:44

    Esse rapaz fez um recorte e cola de coisas pontuais na História e colocou sua ideologia de forma agradável ao leitor mais conservador, leigo e, sobretudo, aquele que gosta de criticar visões mais libertárias da História. No entanto, não se enganem. O livro é de fato ruim. Presta um desserviço para a História brasileira. Ele não tem a mínima ideia dos debates historiográficos sobre o tema e em seu próprio discurso tudo é apenas uma questão política entre esquerdaXdireita esclarecida. Esse tipo de visão não existe na Historiografia, onde muito historiadores com direcionamento políticos dos mais diversos debatem a relevãncia social de certas construções. Esse livro é um almanaque bizarro feito para vender. Qualquer livro didático de ensino fundamental é mais atualizado, instrutivo e antenado com os debates historiográficos sérios que este livro ou as colocações simplistas e de apontamento errado deste autor. Falo isso como Historiador que leu essa publicação em especial.

  26. Danilo do Erre

    -

    19/09/2011 às 15:37

    Gostei muito do livro. Tanto do conteúdo como da forma com foi escrito. Esta semana devo comprar o Guia da história politicamente incorreta da América Latina.
    Obrigado

  27. Leandro Freitas (História - UNIFAP)

    -

    02/08/2011 às 11:11

    Narlaoch traz a sua versão da velha História factual. Aliás o jornalismo é fiel aos fatos.

  28. Karlos

    -

    19/07/2011 às 20:07

    Leandro Narloch, não fala nada de novo. Quem está habituado com livros de História, publicado por pesquisadores sérios, sabe que Narloch só fala de “manuais de histórias didáticos ultrapassados”. Os atuais livros didáticos, mesmo lentos em suas atualizações, já não trazem essa visão que o mesmo diz combater. Na historiografia não importa uma luta entre escritores esquerdistas e de direitas, como muitos aqui comentam – por desconhecer a historiografia – e o próprio Narloch. Em resumo, livro muito ruim, sem pesquisa primária, que faz uma péssima leitura do que é publicado na acadêmia de História – prestem atenção, suas pesquisas são secundárias de livros de Historiadores – distorce e vende para o grande público como algo novo.

  29. Karlos

    -

    19/07/2011 às 20:02

    Leandro Narloch, não fala nada de novo. Quem está habituado com livros de História, publicado por pesquisadores sérios, sabe que Narloch só fala de “manuais de histórias didáticos ultrapassados”. Os mesmos livros didáticos já não trazem essa visão que o mesmo diz combater. Na historiografia não importa uma luta entre escritores esquerdistas e de direitas, como muitos aqui comentam – por desconhecer a historiografia – e o próprio Narloch. Em resumo, livro muito ruim, sem pesquisa primária, que faz uma péssima leitura do que é publicado na acadêmia de História – prestem atenção, suas pesquisas são secundárias de livros de Historiadores – distorce e vende para o grande público como algo novo.

  30. charles

    -

    14/07/2011 às 2:06

    será que um escritor aventureiro, que de curiosidade resolveu ir mais fundo na história, esta realmente falando a verdade dos fatos. Se for, o Brasil é muito atrasado mesmo!!

  31. Luiz Machado

    -

    17/06/2011 às 15:56

    Tenho o orgulho de sempre, desde os 13 anos de idade, ter desconfiado dos meus professores barbudinhos de História. Com o tempo, fui entendendo o por quê. A História do mundo e do Brasil é sempre a dos maus (ricos) contra os bons (pobres), dos brancos contra os negros, dos brancos contra os índios etc, como numa novela das 8. É a velha visão vitimista, pobrista de toda sorte de revolucionários. Narloch abusa de tanto esculhambar esses idiotas com pesquisa séria e, sim, opiniões amparadas na lógica – esta, a inimiga número um dos esquerdistas.

  32. Rogerio Araujo

    -

    29/05/2011 às 23:13

    Santos Dumont fez o primeiro dirigível e o primeiro vôo completo com o 14 bis. Mas o mais legal foi o Demoiselle, porque podia ser ser dirigido (tem um filme em que o avião decola e aterrisa no mesmo ponto). O defeito dele: era um perdulário e não queria montar empresa e ganhar dinheiro. Os irmãos Wrigth, como todo inventor estadunidense, tinham espírito capitalista e queriam vender seus inventos para o Exército. Agora, se Santos Dumont fosse ambicioso, ninguém tinha segurado ele. Teria sido empresário da aviação bem sucedido na França.

  33. Diego Carlos

    -

    28/05/2011 às 23:23

    O maior cancêr no Brasil é o vitimismo e o coitadismo, explicações que sempre põe a culpa nos outros e nunca em si mesmo. E a mulambada da esquerda adora isso pois o mesmo alimenta a sua ideologia. O mundo é dos fortes e não dos que se fazem de vítima o tempo inteiro. Negros e Indios tinham escolhas, não eram coitados. Parabéns Leandro por pesquisar os fatos.

  34. flavio henrique

    -

    06/05/2011 às 13:01

    acho que de certa forma esse cidadão está prestando um bem ao povo brasileiro!!mais ele falar que escreveu um livro para irritar o maior numero de pessoas!!ele tá de brincadeira!!esses assuntos que você está abordando só um leigo não saber!!!agora você vem disser que santos dumont não inventou o avião??e que a feijoada não é brasileira??fala sério!!cara!!mais fica o meu parabens por você escrever um livro desses e colocar a cara para bater!!uma sugestão escrever um livro falando sobre os verdadeiros hérois brasileiros!!mais acho que não lhê daria tanto retorno financeiro!!kkkkkkkk!!

  35. Paulo Luiz de Mendonça

    -

    27/02/2011 às 15:56

    Olá, sou aluno do 4º período de História (UFPE) e em minha opinião, a despeito do historiador ter que estar aberto a todo tipo de análise (pela própria natureza da profissão), a pesquisa histórica necessita de uma investigação extremamente rigorosa e isenta de modismos jornalísticos ou demandas editoriais mercadológicas. É claro que os historiadores erram (e muito), mas o jornalismo não tem algumas das ferramentas necessárias à pesquisa histórica como, por exemplo, cruzar a bibliografia com o seu próprio conhecimento,analisar até o movimentos dos arquivos e das fontes para a produção de novos deslocamentos (conhecimento novo e fundamentado), bem como conhecimento da produção historiográfica brasileira, classificada de maneira simplista (inclusive pela Revista Veja) como marxista.

  36. Julia S.

    -

    18/02/2011 às 20:30

    Não sei realmente no que acreditar. O que dizem os livros de história todos já sabem. E o Leandro vem com uma nova perspectiva de tudo isso. Eu, pessoalmente, gostei do livro, achei ousado, interessante e revolucionário. É claro que os acomodados e cegos – para não dizer alienados – vão reclamar sobre a visão dele. Agora, decidir em quem acreditar é difícil. Tudo o que aprendemos até hoje em sala de aula é diferente do que está escrito no livro de Narloch. Eu sou particularmente revolucionária e gosto de desmitificar as coisas. Mas fico pensando se acredito no que é contado no livro apenas por que gosto de pensar de maneira diferente ou se é por que realmente acredito no que está escrito ali. Acreditar cegamente no livro Um Guia Politicamente Incorreto é ter o mesmo comportamento de alguns historiadores de mente fechada. Como não tenho formação em história e nem estudo suficiente para comentar sobre o assunto, fico dividida.

  37. Luiz Alberto Verri

    -

    16/02/2011 às 14:53

    Prezado Leandro Nardoch

    Acabo de ler o seu livro “Historia Politicamente Incorreta do Brasil”. A obra em geral demonstra inteligência, coragem e intenso trabalho de pesquisa. Parabéns por isso.
    Gostaria, entretanto, de fazer as seguintes considerações:

    a) Se uma obra de teor semelhante, porém expondo o ponto de vista de ideologia oposta (a esquerda) à sua, fosse escrita na época da “revolução redentora” de 64, provavelmente nem sairia do prelo e se saísse, o autor estaria em maus lençóis. A questão da liberdade de expressão melhorou sob governos de esquerda, não é verdade?

    b) Penso que com a maturidade, você vai perceber e aceitar que é perfeitamente possível duas pessoas de ideologias distintas respeitarem-se e até mesmo admirarem-se. É o caso de Jorge Amado, ter em um certo momento admirado qualidades específicas de Antonio Carlos Magalhães, fato deplorado em seu livro. Para mim, isto não tem nada de “diferente”, não merece registro.

    c) Quanto a radicalização da ideologia: Quando vejo dois “donos” de verdades opostas discutindo, como vi os da esquerda falando de ti e vice-versa, em seu blog, penso que provavelmente ambos estão certos no que dizem um do outro, mas que falta muito aos dois lados para chegar à “verdade verdadeira”.

    Posso estar enganado, mas parece que seu objetivo ao escrever esse livro, foi o de ganhar dinheiro e ficar (mais) famoso. Neste caso, mais uma vez parabéns pelo foco.

  38. Carolina

    -

    16/02/2011 às 13:48

    fala sério, como deixam um jornalista escrever sobre História como se fosse um historiador??? ele com certeza escreveu um monte de baboseira, assim como Laurentino Gomes e Eduardo Bueno.’

  39. Rogerio

    -

    13/01/2011 às 12:32

    Leandro, o que vale mais, a vida de uma pessoa ou 1000 arvores ?

  40. rafael ferreira

    -

    29/12/2010 às 23:55

    parabéns leandro….gostaria de dar uma aula como vc da em seu livro e não correr o risco de ser despedido….estou orgulhoso!

  41. Gilmar Maldonado Roman

    -

    28/12/2010 às 16:09

    Um dia falando sobre assuntos da história do Brasil no que se refere aos negros, índios, Dom João, Império do Brasil, República etc, um amigo disse:Gilmar, estou lendo um livro que fala exatamente o que você está relatando. Dias depois me trouxe um exemplar do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil do Lenadro Narloch, o qual li e encontrei exatamente nele refletido, o resultado de minhas pesquisas de mais de 10 anos sobre a história do Brasil. Aliás, já existem grupos de historiadores e pesquisadores buscando fontes científicas (documentos e outras) para recontar a história do Brasil. O que sabemos atualmente foi de interesses próprios de certos grupos com um pé no positivismo e outro no marxsismo, sem nehum embasamento científico. Excelente livro.

  42. Hugo Green

    -

    15/12/2010 às 16:34

    Gostei bastante do livro dele muito interessante, é sempre bom ver o outro lado da história e sempre está renovando os nosso conceitos e o livro de Leandro Narloch propicia isso.
    Ótimo livro!
    Abraço.

  43. jose euripedes jepy pereira

    -

    12/12/2010 às 16:48

    achei interessante a entrevista do Leandro no programa do Jô. É muito ousada, assim como o seu livro. Estamos acostumados com o trivial e assustamos quando alguém contrasta com aquilo que aprendemos desde pequenos e que nuncha checamos se é verdadeiro. Parabéns Leandro pela sua ousadia. Vou pesquisar tudo o que você trata no seu livro.

  44. Célio Martins

    -

    11/12/2010 às 18:42

    Esse rapaz é lesado, precisa de psicanalista, como dito em sua própria entrevista no Jô “quer ficar rico”.Disse que Aleijadinho não poderia estar em três lugares ao mesmo tempo! Ô Cara, os mestres tem um local que se chama “atelier” você não sabe disso? E ai trabalham ajudantes, ou você acha que Rodin esculpiu sozinho todas as esculturas dele?
    Quanto a Santos Dumont a diferença é que o 14 Bis subiu e desceu (chamam a isso vôo controlado)com recursos próprios, um motor a explosão, sem rampa, trilhos ou catapultas e na presença de toda uma comunidade científica além de público leigo. O aparelho dos Whritys subia por catapulta em trilhos e descia ao acaso e as “testemunhas” eram as vacas e bois, já que os “irmãos” estavam mais preocupados em patentear seu invento e vendê-lo à algum exército( ofereceram aos americanos, ingleses, franceses e canadenses). Ainda em Aleijadinho você não explica como as imagens e o adro da Basílica de N. S. de Matozinhos, em Congonhas, são tombados como “patrimônio histórico mundial” e as outras imagens em Portugal, da qual vc diz que Aleijadinho copiou, não o são!!!
    Por último, fui comprar seu livro, e ao ver que ele é todo baseado em reportagens ví que não se trata de um trabalho científico sério e nem mesmo de uma boa reportagem e resolví que, no que depender de mim, você continuará pobre, ouviu “gatinho”( não era assim que você queria que o Jô te chamasse??)

  45. Aparecido Raimundo de Souza

    -

    09/12/2010 às 2:00

    Narloch está certo. Não vi nada de errado no livro dele. Precisamos ter em conta, que no Brasil tudo não passa de um grande circo armado, onde nós todos, somos mero público pagando caro para assistir a um espetáculo que não muda em nada, a uma encenação de pilantragens que vem desde o descobrimento. E pasmem, meus amados, ninguem teve coragem de mudar nem o scrip nem o elenco.
    Aparecido Raimundo de Souza
    Jornalista

  46. Nay

    -

    09/12/2010 às 1:40

    Olá a todos! Eu adoro tudo que revele mudança, e a história, é de fato algo que a gente está sempre descobrindo coisas novas, afinal, há muitos mitos espalhados por aí. Eu não acho mal tentar esclarecer mitos que foram construídos ou histórias vagas que a população aceitou ao longo dos séculos, acho até muito importante, que cada vez mais, o brasileiro se encontre e se conheça. Afinal, todos os povos se construíram assim, de mistura, e do encontro e do amor em ter essa história. E penso, que é sempre difícil largar aquilo que nos foi dado como certo, mas também acho que ficarmos achando que tal fato é assim é um erro, dados são achados, documentos encontrados, e outras coisas mais que só vem pra ajudar, fazer de nossa história algo mais rica. E não me sinto nenhum pouco complexada de Santos Dumont não fez isso, se a feijoada é européia, ou se Zumbi tinha escravos. Porquê? Era então mais bonito renegar o nosso parente, tataravô europeu e aceitar o tataravô africano? Não vejo nenhuma desonra nisso e muito menos vejo desonra em dizer que o Zumbi tinha escravos, afinal, mesmo antes de virem para cá, os africanos já possuíam escravos em suas tribos, basta ler livros ou conversar com historiadores que pesquisaram a história da África, ou seja, eles lá já escravizavam, e se escravizaram no Quilombo, pra mim não é novidade. A história muda pouco. Quanto ao Santos DUmont, prefiro dizer que ele não fez algo, do que dizer que fez e não fez. E mais meus conterrâneos, temos que gostar da nossa história, do nosso povo, seja ele índio, português, africano, ou outro qualquer, e temos de sim, pensar, que não somos só carnaval, futebol e beleza natural, somos feitos de uma história de desbravadores, de guerreiros, e de outros que estão aqui no Século XXI construindo a história do Brasil, seja sertanista, gari, empresário, lavrador, outro qualquer, somos parte do Brasil.

  47. BELO AARÃO

    -

    09/12/2010 às 1:11

    Ao ler o livro, percebe-se uma tentativa fácil de desmistificar o que ele mesmo (o autor) provoca, a idéia de vender e ganhar dinheiro com a pertubadora História do Brasil, que de fato é tão digna, afinal foi construída com muitos sacrifícios coletivos, cada um, contribuindo com sua parte, seja ela em qual posição social estavam, e ao mesmo tempo decepcionante. A exemplo, o autor desconhece a possibilidade de Francisco Antonio Lisboa (Aleijadinho) possuir uma corporação de ofícios, no qual ele realmente não produziu todas as suas obras, mas terceirizou serviços que foram avalizados e apreciados e que tiveram reconhecimento público pela valiosa contruibuição artística nacional, ou ainda, a subvaloração de Alberto Santos Dumont, homem independente de sua opção, opção sexual é algo irrelevante ao processo histórico, de ter feito, e ser mundialmente reconhecido, parece-me que o autor, não gosta de brasileiros, e repudia com mais veemência os mineiros, então fica aqui a crítica de um Professor de História, livrinho legal de comédia, para ler, se a conexão de internet não estiver disponível, no final de semana chuvoso…

  48. Fernanda

    -

    01/12/2010 às 18:00

    Estou lendo o livro e achando o máximo… e ele não dá um ponto sem nó… tem todo um embasamento cientifico no que ele diz… antes de alguem dizer alguma coisa tem que ler e entender todo o contexto…

  49. Nelson Faillace

    -

    26/11/2010 às 15:25

    Marloch conseguiu seu desiderato, mexer com a galera malandramente, mas não deu qualquer contribuição à História do Brasil. Foi pelo caminho que julgou mais fácil, fazendo afirmações aleatórias, como qualquer um poderia também fazer da sua pessoa. Destruir é sempre muito mais fácil do que construir, já dizia o vovô do Marloch.

  50. Nelson Obrigatório

    -

    26/11/2010 às 15:20

    Marloch vai pela enganação para vender seus livros. SANTOS DUMONT fez o seu voo perante a imprensa internacional que foi a testemunha ocular do fato. Depois disso, construiu o Demoiselle, com o qual passeava pelos céus de Paris, tranquilamente. Não só inventou o avião como criou o ulçtra-leve. Esses Irtmãos americanos foram mais espertoa. Exploraram comercialmente sua tardia e incompleta invenção. E V.ainda quer falar mal de brasileiro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  51. sueli

    -

    23/11/2010 às 23:08

    Estou lendo o livro e desconstruindo muitas das minhas “convicções” sobre as nossas hitórias. Minha neta que tem 11 anos adora história, não só a do Brasil mas a universal, assim como eu, sou estudante da Universidade Católica de Salvador no curso de História,já não aprendeu história como eu aprendi, já vem fazendo essa papel de desconstuir mitos, fantasias, contos de caruchinha…
    Ainda não terminei, mas estou gostando de ver a nossa hitória por outro ângulo. Qd terminar farei uma avaliação mais precisa, no momento estou em processo de ingestão.

  52. Adriana Bergbahn

    -

    15/11/2010 às 11:52

    realmente, nos anos 60 e 70 os marxistas mandavam e desmandavam no Brasil… Um absurdo, todo mundo comunista por aqui. Os militares? Tudo vermelho.

  53. Rafael

    -

    14/11/2010 às 17:12

    paradoxo interessante… o autor afirma que tentou mostrar “a verdade” ao mesmo tempo que diz que procurou garimpar na literatura somente as questões que mais “irritariam os brasileiros”. Ou seja, procurou somente as versões que estão em coerência com seu ponto de vista. Acho interessante termos uma visão crítica da História, sem idealismos, mas pelo o que o próprio autor fala, logo no primeiro vídeo, a intenção dele foi focar somente nas versões destoantes, o que excluí um debate com análises diferentes.

    Destaca-se também que pelo o que o próprio autor fala, que fez o livro baseado em leitura de várias obras, ou seja, seu trabalho foi de compilação bibliográfica, privilegiando, obviamente, os que estavam de acordo com suas idéias.

  54. Charles A.

    -

    13/11/2010 às 3:14

    Augusto, estou vendo esta entrevista agora,muitos meses após.O que me impressiona é o preconceito de alguns comentaristas e a fúria de outros. Realmente, Narloch conseguiu irritar muita gente! Há um que o chama de “polaco racista”-há mais racismo do que isso?Outro o manda de volta à Europa de onde vieram seus ancestrais – que brasileiro nato e legítimo, patriota gentil e acolhedor – suas origens devem estar na raiz da jabuticabeira,sob a merda do tatu!Exceto os índios nativos, viemos da Europa Ocidental,em maioria,mas também da Oriental ,da África , da Ásia,do Oriente Médio,da Eurásia e sei lá mais de onde! Há um caldo de cultura fervilhante no Brasil.Se eu pudesse, voltaria para a Europa como manda o comentarista que condena Narloch ao exílio, gostaria de voltar para a “terra de meus ancestrais”.Deixaria muita decepção para trás.O livro não li,talvez o faça,o tema é interessante,há muito o que concordar ou discordar. Mas, o que me impressionou, foram os comentários preconceituosos.A cada dia conheço mais o Brasil e os brasileiros “legítimos”,estes nacionalistas que só se ofendem quando negam Santos Dumont , a seleção brasileira , o samba e a cachaça,e se deixam enganar por qualquer vigaristazinho metido a meio comunista/ populista/ entreguista de todos os lugares do mundo, inclusive ABC,Garanhuns ,Maranhão,Alagoas e Bulgária,e sempre me decepciono mais um pouco.Por outro lado,há um tipo que andava quieto e reprimido e voltou a se expressar,aquele cidadão que por amor à verdade estuda e pesquisa e que voltou a emitir suas opiniões:isso atenua a decepção. Talvez,assim,conhecendo melhor os brasileiros das “várias matizes de cinza”, como diz um comentarista vermelho de raiva e de ideias,eu venha a conhecer um pouco mais de mim mesmo.

  55. Hermione

    -

    11/11/2010 às 23:38

    Augusto, boa noite!
    Quanto mais informações a disposição melhor para o leitor, que terá a sua própria opinião. É assim que construimos uma nação.
    Abraços!
    Para:
    André – 19/09/2010 às 12:58
    Cite uma fonte para pesquisa, para sustentar o seu comentário.

  56. Astrogildo de Sosa Barreto

    -

    24/10/2010 às 12:04

    O autor desconstroi a história, que aprendi na escola, hoje ou professor de geografia. O texto também demonstra como se constrói um herói, porém devemos lembra a importância desses “heróis” para a unidade nacional, mas devemos considerar as verdades por mais incomodas que possam parecer, neste quisito o livro é uma gostosa leitura, parabéns pela coragem de demolir as “verdades” nacionais.

  57. Jr

    -

    23/10/2010 às 13:38

    Chorem nacionalistas .

  58. André

    -

    19/09/2010 às 12:58

    Não li e não comprarei esse livro, mas vi a entrevista. Por sinal, o entrevistador é de uma arrogância e ignorância típica dos “sábios”. Narloch presta um deserviço ao país,tendo em vista suas colocações sobre Santos Dumont e o avião. Incrível sua conclusão: “Basta ver as fotos para saber quem foi o inventor do avião”. Nossa! Que senso crítico! Parabéns pelo sucesso do livro. Seu objetivo parece que está se concretizando: ganhar dinheiro fácil. Só mais uma coisa: a mudança sempre é muito lenta e com sua “obra” ela se dará mais lentamente ainda.

  59. odilon

    -

    12/09/2010 às 12:56

    A questão da irritação é de cunho simplesmente moral. É claro que pessoas, grupos de interesse, correntes de pensamento estreito, unilateral e escuso, e porque não ultranacionalistas, desinformados, pretensos traídos, sintam-se atingidos em seu orgulho, vaidade ou intento! A obra contém até mesmo trechos onde são citados desditos de personagens que se enganaram, equivocaram, mas que tiveram humildade e coragem para faze-lo. É obvio que não existe 100% verdade! Mas,só em citar uma enorme gama de fontes e provas concretas por si só já basta para que questionemos “aquilo que quiseram nos ensinar”.
    O que interessa é que a obra é uma chapuletada nos livros que circulam nos bancos escolares publicos e privados, na consciencia de alguns e, logico, em quem não tem mente aberta, discernimento, se contenta com informação e não tem paciencia para ir atrás de CONHECIMENTO! Confesso que não me sinto nem um pouco diminuido, ofendido, menos brasileiro, pelo fato de não termos sido os autores da feijoada e do avião! Zumbi teve escravos? Não deveria, dando o exemplo!

  60. CA.

    -

    08/09/2010 às 14:10

    Um livro que quesntiona muito do que se pensa saber à respeito da história brasileira, e trata muito bem de muitos desencaixes profundo de grande incoerência do que é escrito em livros de história do ensino público.Poi muito há de se duvidar do que se é passado da história brasileira.Mas terrível é ver que há quem comentou que demonstra uma profunda falta de capacidade discursiva perante do assunto.Pois quem diz que é racismo qualquer coisa que se mostre contrária ao que é ditado e não ensinado sobre a questão histórica dos negros é sempre um negro coitadista um tanto ignorante, típico que nunca fala água à respeito de coisa que abrangem muito profundamente a escravidão negra visto que árabes e turcos foram os primiros à escravizarem negros ou ao fato de que negros também escravizavam negros.E ignorante é sempre aquele que acredita nos mitos ditados aos jovens desde a cartilha do ensino infantil, e que não percebe ou simplesmente ignora a grande incoerência factual entre os fatos históricos e cronológicos e que este livro trata.E inferior é sempre aquele que no fundo não passa de mais um zé ninguém, totalmente inseguro, que para não deixar evidente seu sentimento de inferioridade sempre diz que os outros é inferior, pois Santos Dumont, apenas um pioneiro da aviação e não inventor ou ideário que inclusive fez seu trabalho na França o que anula em grande parte a dita credibilidade do Brasil na aviação, sofri de sofrimento de inferioridade, fato, e era imensamente sensível, o que já foi até mostrado em um documentário sobre sua vida em uma emissora cultural.Como se questionar fosse um pecado.Estudar a história é assim, e assim é provocar, estudar e procurar por respostas que sejam mais claras que as verdades “absolutas” estabelecidas por uma elite intelectual, pois assim sentem-se confrontados, pois assim esta própria elite também fez, provocou ao terem desafiado a mentalidade popular e assim ter procurado através do estudo da história respostas mais coerentes, estas mesmas que hoje mostram-se na verdade incoerentes, assim é questionar, assim é estudar história, isto que é provocar, o que não quer dizer que seja uma mera provocação, saibam os que estão dizendo que este livro é uma mera provocação, o fato de estudarem história por conta própria sem a influência de ninguém já é uma provocação.Como se questionar fosse um pecado mortal.

  61. FRANCISCO

    -

    13/08/2010 às 15:57

    Adorei esse livro.

  62. lucas

    -

    18/07/2010 às 14:46

    li o livro e gostei. Gosto do estilo da superinteressante e as suas interpretações da história foram muito boas, porém no capitulo sobre o comunismo no Brasil e também, um pouco, sobre o aleijadinho, sua opinião pesou muito. Suas comparações, como revoluções comunistas x cruzadas (a democracia moderna nasceu na frança de um modo bem parecido), me incomodaram. Conseguiu concretizar seu objetivo.

  63. Christiano

    -

    08/07/2010 às 0:40

    Desde as primeiras páginas me surgia o pensamento: “parece matéria da Superinteressante” mas juro que descobri, apenas quando terminei de ler o livro, que o autor foi editor de tal revista.

  64. Marcus

    -

    25/06/2010 às 0:42

    Em relação a Santos Dumont Leandro Narloch está revelando uma característica nata brasileira e que está presente nele, o sentimento de inferioridade. Que pena.

  65. João/RJ

    -

    26/05/2010 às 19:06

    Estou lendo o livro e estou achando MUITO BOM. É muito válido o esforço de fazer-nos QUESTIONAR. Sabe-se que grande parte da historiografia ensinada pelos professores marxistas é falsa, e isso sim é um crime intelectual. O fato de ser jornalista não invalida seu esforço de pesquisa. Historiadores não deveriam ficar ofendidos com o trabalho e sim entusiasmados por sua ciência estar sendo colocada em foco, de uma forma simples e fácil de ler. Comunistas de plantão, não revoltem-se contra o fato do autor estar ganhando dinheiro. O livro dele é bom e fez por merecer.

  66. Fabrício

    -

    26/05/2010 às 0:26

    Leandro Narloch, vale lembrar, como ele próprio disse na entrevista, não estava procurando “a verdade”, e sim “irritar o maior número de pessoas possível”. Tendo isso em vista, gostaria de saber qual é o poder que ele tem para estar certo ao contestar as conquistas de Santos Dumont e falar em nome da “verdade”, mascarando, manipulando a verdade. Só pelo fato de ele ter guiado o livro dele com a intenção de “irritar” os outros o torna algum Guru da verdade? Porque deveríamos desacreditar em todos os livros e autores e simplesmente acreditar cegamente em Leandro?
    Sobre Santos Dumont, Leandro apenas consultou Paull Hoffman, americano que não conhecia Santos Dumont até o ano 2000 e que escreveu um livro, obviamente em favor dos irmãos Wright e tentando rebaixar e diminuir os brasileiros. Se santos Dumont não é conhecido muito ao redor do mundo se deve a esse tipo de atitude dos estados Unidos, pois Santos Dumont era reconhecido sim, em todo o mundo, porém a propaganda americana, por décadas, tentou dissimular a realidade. Os argumentos de Leandro são muito frágeis, assim como quando diz que “Apenas olhando a foto podemos saber quem é o verdadeiro pai da avião”. Nunca li uma conclusão mais idiota, baseada na linha de raciocínio mais ridícula. Pois vou agora contar a verdade, com V maísculo: Leandro Narloch escreveu um livro com a intenção de irritar os brasileiros e consequentemente ganhar dinheiro com isso. Ele sabia que se simplesmente escrevesse um belo livro enaltecendo os nossos heróis, não venderia muita coisa. Ele quis ser diferente, porém esta fazendo um grande deserviço a história e a auto-estima brasileira, e pior de tudo é que com motivações interesseiras e manipuladoras.
    Vá ler um livro de Fernando Jorge sobre a vida de Santos Dumont ou qualquer um do Henrique Lins de Barros, biógrafos que pesquisaram a vida de Santos Dumont a vida inteira e não um merdinha metido a jornalista que tentou ganhar uma bela grana em cima da manipulação e calúnia.
    Por fim, as “testemunhas” dos Wright eram os mecanicos que trabalhavam para eles, ou seja, pior fonte não há. A Patente que os Wright pediram em 1903 era a de um planador, e não a de um avião. A foto que apareceu do suposto voo deles saiu anos depois dos feitos de Santos Dumont, e como naquela época a foto não saia com a data, poderia ter sido tirada em qualquer época. Por fim, o avião de Santos Dumont voou sim, não saltou como ele tentou dissimular em seu livro. Se o avião dos Wright ficou anos depois mais tempo no ar, eles tem mérito em algum recorde, mas não na primazia do Voo. Por fim, acho uma pena presenciar uma forma tão baixa para se ganhar dinheiro e perceber o povo brasileiro se iludindo com esse autor. Sobre Santos Dumont, pesquisem as biografias que eu disse, assim como a de Jorge Dumont Villares “Quem deu asas ao homem” e vocês verão a grande mentira que Leandro esta falando, que certamente ele invetou assim como ele confessou que era a sua intenção na entrevista.
    Leandro Narloch é um merdinha, cuidado.

  67. f

    -

    05/05/2010 às 19:38

    O texto abaixo foi publicado no blog: http://capitucapitulando.blogspot.com
    Ele se refere ao livro resenhado, portanto, achei interessante reproduzí-lo neste fórum.

    Deixem em paz os pacientes de doenças psiquiátricas.

    Aqui e ali, na imprensa de um modo geral – escrita, televisiva, na web – se passou a utilizar termos que, se antes designavam doenças psiquiátricas, agora dão-se ao uso comum, para se qualificar e, principalmente, desqualificar: pessoas, processos, países, o que aprouver.
    Antigamente um paciente que sofria de esquizofrenia era chamado de esquizofrênico, mas apenas nos meios médicos e psiquiátricos.
    Hoje, por qualquer atitude sem muito nexo ou explicação lógica, vêm-se a adjetivar: esquizofrênico.
    Algum destes escribas sabe o que é esquizofrenia? Sabe o que um portador desta doença sofre? Sabe como é seu dia-a-dia? Conhece os preconceitos a que estão sujeitos? O paciente e sua família?
    Aposto que não.
    Mas virou modismo chamar políticos corruptos e outros tipos mais de esquizofrênicos.

    Hoje, dentre as doenças psiquiátricas, a onda é o transtorno bipolar.
    Qualquer sujeito que mude de opinião, convenientemente ou não, é classificado como bipolar.

    Alguém já escreveu sobre isso. Acho que foi na Veja. Deixa eu procurar.
    Achei e, surpresa: Roberto Pompeu de Toledo, Revista Veja, Edição 2036, 28 de novembro de 2007.
    Como é que eu pude me lembrar?
    O título do artigo, bom e esclarecedor, é “A palavra como reforço à doença – O prejuízo que pode causar o recurso ao vocabulário médico em áreas que não lhe são próprias.”
    Segue o link: http://veja.abril.com.br/281107/pompeu.shtml

    Pois é, estou citando Roberto Pompeu de Toledo.
    Problema algum. Há muito não acredito no bem e no mal, no “preto no branco”. Existe toda uma graduação de cinzas.
    Não concordar com a maioria das opiniões do colunista citado e do veículo para qual escreve, não quer dizer que os dois não tenham algo a acrescentar.
    Explicações à parte, volto ao tema.

    No artigo citado, percebe-se que Roberto Pompeu de Toledo – cujo texto tendo a transcrever, mas que vale muito mais ser lido no original; decidindo-me então a recomendar a leitura – estudou bem o assunto.
    Já eu, que não sou jornalista, escrevo movida pelo ímpeto e pela indignação.
    Sou uma leitora contumaz, sem um bom livro para ler, releio os clássicos. Não os menosprezando, serve também bula de remédio ou rótulo de xampu.

    Pois bem, caiu-me nas mãos o livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, de Leandro Narloch, Editora LeiYa.
    Nome pretencioso para um livro que anota fatos que qualquer pessoa de cultura mediana está cansada de saber, além de algumas especulações.
    Chega de fazer propaganda do livro, ainda que negativa.

    O fato é que o autor se utiliza de uma doença psiquiátrica – o transtorno bipolar – para desqualificar de tudo um pouco.
    Principalmente o Brasil.
    Atenção: nada de patriotada. Não estou aqui para defender país nenhum, tampouco sua “história”, o que busco apenas é deixar bem claro que transtorno bipolar não é um adjetivo, é uma doença.

    Imagino que o autor pensou estar usando uma metáfora.
    Porém doenças não são metáforas válidas, atigem pessoas de verdade, que sofrem e muito com seus sintomas e tudo que vem junto a eles – empregabilidade, por exemplo.
    Há o sofrimento psíquico, o físico, há o preconceito.
    Ao desqualificar qualquer coisa com uma suposta metáfora em forma de doença psiquiátrica, o autor – ou melhor, os autores, o citado especificamente não é o único – desqualifica também o paciente.
    Sem ao menos ter noção do que pode causar ao mesmo.
    Não se trata de ser “politicamente correto”, mas de respeito ao outro.

    Voltando ao livro, apesar de ter topado com o transtorno bipolar sendo usado como adjetivo algumas vezes, mesmo indignada, continuei a leitura (pura falta do que fazer).
    Até a página 144.
    Nela, o autor escreve (sobre uma época da “história” da “nossa nação”): “O transtorno bipolar chegou ao pico de euforia.”
    E eu, ao pico da minha paciência.
    Dá licença…

    PS: Senhor colunista, peço sigilo da fonte (se é que alguém vai se interessar por este texto).
    Gostaria também de enviar-lo a Roberto Pompeu de Toledo, já que ele é citado no texto, como não achei blog dele, fica aqui a explicação.

  68. André Hinterholz

    -

    22/04/2010 às 18:41

    O livro é ótimo, dá outro ponto de vista sobre vários fatos históricos, o que por si só é importante. Esse “transtorno bi-polar” citado pelo autor existe, e se hoje vivemos um momento de euforia o livro serve também para nos deprimir.
    Lanço um desafio ao autor sugerindo a ele que escreva algo como Guia Politicamente Incorreto da História Mundial. Talvez isso nos leve a momentos de euforia, sabendo que outros nações cometeram trapalhadas semelhantes. Ao menos não nos sentiremos tão só.

  69. Fiesta

    -

    21/04/2010 às 17:36

    Amei o livro ! Apenas senti falta do comentário do autor sobre Tiradentes…

  70. Sej

    -

    21/04/2010 às 1:22

    Mas que polaco racista. Como se houvesse uma única “cultura africana”. Como se o fato de a escravidão poder ter sido inventada na África justifica a condição escravista no Brasil. E mais, que o fato de alguns negros terem tido escravos inocentasse os senhores de escravos!

    É uma linha de pensamento tipicamente racista, que encaixota todos os negros numa categoria só: africanos. Como se não tivessem suas especificidades culturais e regionais, tão celebradas entre os brancos.

    Ele faz escreve muito mais da história oficial do que ele imagina.
    Triste.

  71. José JR

    -

    19/04/2010 às 15:56

    Este senhor Leandro, simplesmente quer fazer dinheiro irritando as convicções alheias sejem de direita ou esquerda,no entando de pesquisa historiográfica séria seu livreco não apresenta nenhuma novidade, tudo o que ele fala já foi estudado por outros historiadores inumeras vezes, ele proprio afirma ter vontade de mentir escrevendo o livro,quem garante que ele não faltou com a verdade em aguns pontos, vc confia nele, eu não
    Isso tem nome DESONESTIDADE INTELECTUAL.

  72. Eduardo Costa

    -

    19/04/2010 às 12:05

    A história do avião é bastante complicada. Por não ter motor adequado, os Wright certamente não voaram em 1903. Parece, entretanto, que em 1901, Whitehead realmente fez um vôo mais pesado que o ar. O avião de Whitehead era bem mais sofisticado que os dos irmãos Wright. No aniversário do vôo de Whitehead, uma réplica do avião mostrou que era capaz de voar (interessante, uma réplica do avião dos Wright tentou e fracassou no vôo comemorativo, realizado dois anos depois).

    Por qualquer critério razoável (sem patrioteira), o primeiro vôo foi realizado por Whitehead, em 1901. A propósito, Whitehead era alemão.

  73. Carlos

    -

    16/04/2010 às 14:07

    Para começar, JORNALISTA NÃO É HISTORIADOR !!!

    Outra coisa que me surpreende foi a insegurança nas informações do Leandro Narloch. O fato da “direita” ou “esquerda” não existir no país é uma coisa que deveria ser estudada, pois “‘AMBOS’ SIMULAM” debates na mídia, e longe dela estão de mãos dadas mudando de Partido, roubando e comendo pizza, isso é coisa da Politicalha no Brasil.

    Quanto à matéria deve ser estudada as fontes do mesmo e revista as informações através de estudos Históricos com fontes de Arquivos etc.., já que não agrada ao povo em ler a matéria como a de Santos Dumont, um homem que passou desde seus 20 e poucos anos pilotou dirigíveis até chegar resolver colocar o dirigível nº 14 no Ar, formou assim o “14 BIS”, não ‘nº. 15′ como sua seqüência.

    .. e como mencionei:

    Devemos retirar essa “Ideologização da História encontrados nos manuais escolares através dos livros do MEC”, buscando a fundo Suas Origens.

    No Entanto, meus Parabéns pela Iniciativa..

    Obrigado!!!

    Carlos.

  74. Aldo

    -

    16/04/2010 às 13:54

    Tem um jornalista no Espirito Santo que também descobriu uma versão totalmente nova da história da Revolução de Xandoca (Alexandre Calmon) que revoluciona totalmente a historia dos Jeronimo Monteiro, não sei se algum dia vai ser adotada nas escolas mas é veridica, totalmente embasada nos anais da época. Muito bom isto tudo, tomara que todo mundo resolva realmente escrever a verdadeira história deste país que até agora só ouviu besteiras comunistóides. Quando a coisa é provada pelos escritos o autor pode ser até de esquerda mas se é honesto (parece meio paradoxal) a coisa funciona para o lado da verdade.

  75. facebook

    -

    16/04/2010 às 13:37

    Fantástico livro!
    já li e recomendo a todos.
    A lavagem cerebral insidiosa que a esquerda faz nas mentes dos nossos estudantes é caso de polícia .

  76. Robero

    -

    15/04/2010 às 18:40

    Esse moleque bobo com nick de Linux é o fino do idiota de esquerda! Papagaio de pirata não consegue pensar em nada bom para escrever sobre o assunto e vem vomitar bobagem no site. Para de vadiar moleque!
    O livro em si não é ruim, mas senti um ranço esquerdizóide ao contrário do que a maioria achou. O caso de SDmt é clássico, mas concordo que o avião foi inventado por muitos e que SDmt foi o primeiro a fazê-lo funcionar de verdade. Sendo assim: créditos para o pequeno Brasileiro de espírito gigante…abs

  77. Rogério Martins

    -

    21/03/2010 às 3:32

    Santos Dumont ou Irmãos Wright? Eu li o livro, fiquei chocado e digo… danem-se ambos. O que interessa, tendo heróis ou não, é que daqui para frente encaremos tudo com maior seriedade. Onde estão os EUA e o Brasil agora? Não somos o melhor povo do mundo, mas com certeza não somos os piores. E quem é pior ou melhor? O que é ser pior ou melhor? Acho que o livro chacoalha um pouco a história, é interessante, mas não é definitivo. Para cada verdade há uma mentira. O ser humano será sempre tendencioso, apaixonado e interesseiro, e torcerá a verdade sempre que lhe for conveniente. Se a história é contada pelos vencedores, tudo que está aí, como verdade, inclusive dos americanos, é fruto de distorções.

  78. Guilherme Linux

    -

    19/02/2010 às 9:50

    É engraçado que essas medidas sempre partem da direita. Porque será?
    Quem quer rever direitos trabalhistas? DIreita.
    Quem é contra funcionário publico, professor, estatal? Direita.
    Quem questiona a história? Direita.
    Quem é contra cotas para negros? Direita.
    E ainda dizem que não existe direita e esquerda. Piada para eleger Serra.

  79. Rogério Viana

    -

    17/02/2010 às 14:01

    Nunes, nem tudo é verdade, nem tudo é mentira. Tudo depende de que lado está quem conta. O que temos certeza, hoje, é que estão criando uma imagem de “salvador da pátria”, “pai dos pobres”, “personalidade mundial” para nosso “cumpanhêro” Lula e todos nós sabemos que ele é um oportunista que “mamou” sempre nas tetas de uma imagem feminina protetora e que criou um “mito de si próprio” graças, graças mesmo, a vários iludidos e adesistas jornalistas de São Paulo que transformaram mais uma figura folclórica em um verdadeiro Deus, se não fosse, cá entre nós, ele um “cachaceiro” que deu sorte e que embriagou-se pelo poder e pela facilidade que encontrou em criar milhares de “cabos eleitorais” às custas do dinheiro nosso de cada dia.
    Será que é “politicamente incorreto” falar assim do ex-sindicalista? Ou a história real ainda vai dar a ele a dimensão exata do que ele nunca deixou de ser, mesmo quando é incensado pelo volumoso índice de popularidade que detém agora.

  80. Andre C.M.

    -

    16/02/2010 às 11:16

    Srs (as):
    Discussão é sempre interessante.
    Que o senso crítico da sociedade seja moldado para dados e informações referenciados em fontes confiáveis.
    Porém, cabe ao indivíduo criar o seu senso crítico, sempre influenciado pela sua verdade.

    Sds,Andre

  81. João Carlos

    -

    12/02/2010 às 10:49

    O autor do livro quer mesmo é fazer uma graninha com a discórdia. Se a história de Santo Dumont e dos irmãos Wright fosse invertida, o autor diria “ah, mas o avião do Santos Dumont precisava de uma catapulta pra voar…não era um avião”. De todo jeito iria fazer chacota com o Brasil. A França, na época, era o berço dos vôos de balão. Era lá que tudo acontecia na época. Aí vem os americanos, dois anos após Santos Dumont ter voado, dizer que já tinham voado antes. Vai pra pqp! E o entrevistador, “muito sensato e democrático”, chama quem discorda do babaca aí de ultranacionalista e marxista.

  82. Egon

    -

    11/02/2010 às 14:59

    Vejam isto:

    In a statement to the Associated
    Press in January 1904, the Wrights themselves remarked:
    Only those acquainted with practical aeronautics can appreciate
    the difŽ culties of attempting the Ž rst trials of a  ying machine
    in a twenty-Ž ve mile gale. As winter was already well set in, we
    should have postponed our trials to a more favorable season, but
    for the fact that we were determined, before returning home, to
    know whether the machine possessed sufŽ cient power to  y, suf-
    Ž cient strength to withstand the shocks of landings, and sufŽ cient
    capacity of control to make  ight safe in boisterous winds, as well
    as in calm air.

    Se em 1904 os irmãos Wright admitem não saber se o aparelhos por eles construidos eram capazer de voar, como poderiam ter voado em 1903? Só se foi com ajuda dos “Leprecons”…

  83. Egon

    -

    11/02/2010 às 14:21

    Esse Leandro é um poço de ignorância quanto à questão da aviação. É tão fácil verificar a verdade, mas ele não o fez. Vejam:

    http://invention.psychology.msstate.edu/i/Wrights/WrightUSPatent/WrightPatent.html

    Onde está o motor nesta patente? Não existe! A patente deles é de um planador! Leandro Narloch mais uma vez coaduna com a mentira!

  84. Felipe

    -

    11/02/2010 às 12:00

    Manda ele de volta pra “Zuropa”, então, dá onde os antepassados pobres dele vieram aehuhae

  85. Arnaldo

    -

    11/02/2010 às 9:56

    Acabei o livro: SENSACIONAL! Antes de atacarem o autor quanto à invenção do avião, procurem ler o livro antes. A pesquisa foi feita sobre documentação devidamente referenciada no livro, e é surpreendente. Concordando ou não, é o outro lado da moeda, que deve ser compreendido.

  86. Lair

    -

    11/02/2010 às 2:04

    Parabéns pela entrevista. Quanto a Santos Dumont, discordo do entrevistado. A França, acredita que o inventor do avião tenha sido ele.(Dumont) Os americanos, como sempre, só enxergam o próprio umbigo.
    Não sou marxista, mas a favor da verdade.
    Aliás, qual será a verdade? Os historiadores sempre tendem a mostrar sua visão dos fatos, de acordo com suas próprias opiniões, quer seja a favor ou contra .

  87. Nei Duclós

    -

    09/02/2010 às 23:11

    Se é leviano, não pode ser um bom narrador. É apenas leviano.

  88. Laís

    -

    09/02/2010 às 22:28

    Para mim, o melhor entrevistado até agora.

  89. CDN

    -

    09/02/2010 às 17:17

    Bom, ele é muito leviano em teoria da História. Mas é um bom contador de estória. Vale a pena por isso.

  90. Nei Duclós

    -

    07/02/2010 às 10:51

    Prezado Augusto,

    Egon, parabéns pela sua intervenção, que desmascara os irmãos Wright e a patriotada americana. É caipirismo achar que o Brasil não é de nada e que erra ao reconhecer seus grandes nomes. Fazer graça com a História do Brasil serve à falta de escrúpulos de quem abomina o país.

    Juntar os equivocos de percepção sobre a feijoada, que pode ser uma crítica legítima, com o deboche em relação a Santos Dumond num livro oportunista e sensacionalista, é um expediente maroto de mentes colonizadas. No fundo, é uma maneira de reforçar a patriotada, pois mente para fingir isenção, realimentando assim os exageros do nacionalismo, em vez de colocá-lo em limites justos.

    Fazer pouco do Brasil é insumo para o reacionarismo e suicídio político, pois ilude os desinformados, insuflando-lhes o “charme” de uma postura falsamente isenta. Pátria é sobrevivência e as gerações passadas que pegaram em armas para defender o território sabiam disso. Mas isso não é uma atitude considerada bem-pensante, não é mesmo?

    O patriotismo não elimina a crítica, mas mantém o necessária aceitação do país. Enquanto rimos de Santos Dumont, os americanos fazem David Crocket rir do seu próprio chapéu em filme de sucesso. Ao mesmo tempo, revisitam a coragem do herói diante do pelotão de fuzilamento, para redefinir o mito em novos termos sem jamais cuspir nele.

    Por isso, Egon, suas palavras, bem fundamentadas em informações valiosas, jogam um balde de água fria em autores como este e em todos os que o celebram. A nação está indefesa diante de governos mal encarados e de uma pseudo intelectualidade que se entrega a fazer gracinhas sobre coisa séria.

    Santos Dumont inventou o avião. Ponto. Os irmãos Wright copiaram e patentearam. Ponto final. O livro está errado. Merece repúdio.

    Como já disse, é uma honra, para a coluna, publicar textos do ótimo jornalista e grande poeta Nei Duclós.

  91. Carlos Renato Fortes Vendramini

    -

    06/02/2010 às 19:26

    Ótima entrevista. Parabéns ao Leandro Narloch pelo livro. É isso aí Augusto. Continue nos brindando com aquilo que está fora do lugar comum marxista. A começar pela verdade. Esta sempre a vítima primeira dos revolucionários.

  92. FANFARÃO MINÉSIO

    -

    05/02/2010 às 19:04

    Caro Augusto Nunes, está Página é digna de aplausos e para não deixá-lo desapontado em nenhum segundo de sua vida de Repórter, posso lhe afiançar em um outro caso mais escandaloso, os fatos da comemoradíssima inconfidência mineira (tem de ser com letra minúscula de tão falsa), li todos os Volumes dos Autos da Devassa MG/RJ (Edição do Congresso Nacional e do Governo do Estado Minas Gerais, Governador Aureliano Chaves, muito tempo já, Volumes estão se perdendo na Imprensa Oficial de Minas, e nós com Bibliotecas vazias e, pior, com livros sob uma falsa História). O mais espantoso aprendemos que o CORONEL Joaquim Silvério dos Reis denunciou Tirandentes, mas, há Documentos, dois, um em MG e outro no RJ. Mas, todos são cartas de Denúnica contra o DESEMBARGADOR TOMÁS Aº GONZAGA. O qual o Poeta Cláudio Manuel da Costa atribui alguns epitetos: “Matúsio”, “Robério”, “Maylord” (de matar, roubar, homossesual) nas Cartas Chilenas, aonde temos de juntar os parágrafos para entender àquilo que diz, não é na verdade um poema, mas uma Denúncia! Ah! O Tiradentes, tem o epiteto de “Ribério” (verbo rir), todos riam desse boboca, aliás, isso é vero, são mais de oito dezenas de testemunhas, todas chamam o Tiradentes de Doido, Ridículo e outros pejorativos menores… É um herói por Decreto do “Varguismo”. Aliás o dia da mentira deveria ser o dia 21 de abril e, não, o dia 1º.
    Pô, só de pensar da vontade de vomitar…
    PARABÉNS PELA REPORTAGEM.

    abraços republicanos.
    Deus salve a América, do Sul também.

  93. Lucas

    -

    05/02/2010 às 17:30

    A história “desse pais” é realmente achincalhada em bravatas…

    Mas nada pior do que analisar etmologicamente o termo brasileiro, (não é gentilico):

    Brasil = prefixo = árvore, madeira,

    eiro = sufixo = atividade, ocupação, profissão…

    Os portugueses na época da colonia chamavam de brasileiros aqueles que cortavam e vendiam madeira pau brasil…

    …e continuamos como os maiores desmatadores do mundo…

  94. Egon

    -

    05/02/2010 às 16:36

    Estive no museu aeronáutico de Whashington, DC, EUA, onde o Flyer de 1903 está exposto assim como o Flyer de 1908. O motor de 1903 é muito fraco, o sistema de transmissão às hélices é semelhante ao de bicicletas, o que leva a perder ainda mais potência, não possui ailerons, e a cauda é muito curta. Impossível de ser controlado no ar e muito mais impossível ainda de sair do chão por si próprio. Por isso necessita de uma catapulta e de ventos muito fortes para ajudar na decolagem. É construído de madeira de compensado rígido, aumentando significativamente seu peso. O motor é tão fraco que um giroscópio foi adicionado para manter a rotação, o que acarreta um peso extra desnecessário. Com o peso do piloto o motor não é capaz de levantá-lo ao ar. Em 1908 esses defeitos foram corrigidos, depois que tiveram acesso a fotos e desenhos do 14-Bis de Santos-Dumont através dos jornais norte-americanos. O aparelho de 1908 realmente voa, mas mesmo assim seu peso é tão grande que ainda necessita de catapulta. O primeiro avião construído pelos irmãos Wright que sai do chão sem ser catapultado foi construído em 1910, e é uma cópia de um modelo de Bleriot. Nos anos 50 o Flyer de 1903 foi colocado em um túnel de vento por engenheiros e cientistas norte-americanos para testes. Conclusão: se realmente voou em 1903 ninguém sabe determinar como! Impossível controlar! Ou seja, deve ter sido por milagre! Nem em um tunel de vento ele saiu do chão! Esses dois aparelhos, o Flyer 1903 e o Flyer 1908 são muito parecidos, olhos desatentos acidentalmente podem confundir os dois, mas também não interessa ao nacionalismo norte-americano e aos bajuladores do Tio Sam mostrar a diferença entre eles e a verdade!

  95. Egon

    -

    05/02/2010 às 16:08

    Depois de Santos-Dumont ter voado em 1906 os imãos Wright obtiveram na Inglaterra, que na época propositalmente ignorava os progresso da aeronáutica, uma patente de um planador. Patente é a prova de uma invenção e Santos-Dumont de forma proposital deixou sua invenção cair em domínio público. Por isso os irmãos Wright jamais conseguiram tirar qualquer patente de um aparelho motorizado em virtude do primeiro vôo ser atribuído a Santos-Dumont. Nem mesmo dentro do território Norte-Americano foi lhes concedido uma patente. Os irmãos Wright são a maior fraude do século XX. Eles são apenas figuras que refletem o nacionalismo norte-americano. Mais nada!

  96. henrique lima

    -

    05/02/2010 às 15:22

    Tenho sinceras dúvidas sobre o heroísmo de Chico Mendes, ele não citou este personagem no livro. Chico Mendes era mesmo um defensor dos índios e garimpeiros?

  97. Arnaldo

    -

    05/02/2010 às 13:50

    Já comprei este livro e está na minha fila de leitura.

    Para o Leandro, já existe um livro que desmonta certos mitos universais: As Mais Famosas Lendas, Mitos e Mentiras da História do Mundo, por Richard Schenkman. Pena que é curtinho. Eu adoraria outro livro com mais correções históricas.

    Quanto à invenção do avião, passei a minha vida ouvindo a defesa que Cristiano fez às 12:04hs (lógico que sem tantos detalhes). Mas, por outro lado, sempre achei estranho o fato do Brasil ser o único país que acreditava ser o Santos Dumont o inventor do avião. Seria uma conspiração mundial contra um pobre país do terceiro-mundo? Ou seria pressão do poderio econômico norte-americano?

  98. Cristiano

    -

    05/02/2010 às 12:04

    Outros antes dos Irmãos Wright tinham inventado o avião, mas eles davam pulinhos mesmo ou tombavam para frente. Os irmãos Wright de fato inventaram a asa funcional, aquela que voa como uma asa delta. Dessa asa surgiram projetos para fazer o primeiro avião deles. Só que um avião de verdade ele tem que ter motor, rodas, poder decolar e descer por meios próprios. Os Wright inventaram o paraglide e depois aquele planador com dois motores que tinha que ser cataputado porque os dois motores não tinham força para decolá-lo. O avião do Santos Dumont é de fato o primeiro avião funcional que decola por meios próprios. E ele só não voôu mais longe porque o campo parisiense era curto. Outra coisa que as pessoas ignoram foi a fórmula de equilíbrio estrutural de aeronaves que o Dumont fez e que é usada até hoje.

    Eu costumo a dizer, vários criaram o avião, mas o primeiro avião funcional foi mesmo o de Dumont. Isso é fato, não é uma questão de nacionalismo. E saibam que sou apaixonado pelos aviões da Boeing!

  99. Nausícaa

    -

    05/02/2010 às 11:26

    Caro Augusto Nunes,

    A melhor lição novidadeira que eu aprendi desse livro foi a atitude despretensiosa do autor com relação ao nosso presente, portanto nadica revolucionário-para-a-construção-de-um-mundo-perfeitamente-possível. Adorei sua idéia de que os jovens leiam o livro com a mesma atitude de quem compra cigarro escondido, genial!

    Parabéns, pelo reforço nesta entrevista.

  100. Egon

    -

    05/02/2010 às 10:05

    Dizer que Santos Dumont não inventou o avião é revelar profundo desconhecimento básico história da tecnologia aeronáutica. Só um ser profundamente ignorante afirma algo assim!

  101. Licínio Miranda

    -

    05/02/2010 às 9:40

    Comprei o livro pouco antes do Natal. Lembro bem que ao ver a capa e o título logo imaginei: “Iihh… mais um livro revisionista escrito por algum esquerdista cretino!”

    Mas fui logo atrás de ler a parte referente a Guerra do Paraguai e quando percebi que seguia a mesma línha de raciocínio da obra “Maldita Guerra” do historiador Francisco Doratioto, vi que era confiável e comprei. Não me arrependi! O livro é muito bom!

    Só não nego que fiquei incomodado com a linguagem popular em alguns trechos, que acaba tirando um pouco da seriedade do livro.

  102. Coutinho

    -

    05/02/2010 às 9:23

    Fiquei foi muito satisfeito, pois me esclareceu as dúvidas. Eu ficaria aborrecido se ele falasse que o Brasil não inventou o Lula, a Dilma, e a jabuticaba.

  103. Cléa

    -

    05/02/2010 às 8:07

    Se algum de voces perguntarem quem inventou o aviäo na Italia, eles lhe diräo Leonardo Da Vinte. Na época em que Zumbi viveu os costumes eram outros, ele é mais admirado pela rebeldia. Eu sempre ouvi dizer que o Samba nasceu na Bahia com o samba de roda. Quanto a Feijoada vc esta certissimo, eu ja provei a cassarole e é aparentemente a mesma, tambem na Italia existe um prato muito parecido. Näo podemos nega que tivemos muita influencia europeia, porem isso näo diminui a nossa Historia.

  104. Milena

    -

    05/02/2010 às 7:40

    Augusto,

    Eu não consegui ver a entrevista (o vídeo não roda no computador do trabalho), mas a respeito de Santos-Dumont, se o autor fala que os inventores do avião foram os irmãos Wright, ele comete uma grande injustiça, pois deixa de citar pioneiros como Otto Lilienthal e Sir George Cayley (pioneiro da engenharia aeronáutica), Samuel Langley (um dos centros de pesquisa da Nasa leva o nome dele). O avião está longe de ser invenção de um só. E, se me pedissem para dar um único nome, eu falaria em Sir George Cayley. Vale a pena ler a respeito dele.

    Quanto a Zumbi, ele realmente tinha escravos e, quanto à feijoada, sou capaz de citar pelo menos dois pratos europeus tradicionalíssimos que são anteriores a ela: o cassoulet (francês) e um prato eslavo que lembra muito o cassoulet, mas é feito com feijão marrom.

  105. Nando Esposito

    -

    05/02/2010 às 0:15

    Se for a fundo descobrirá a maior empulhação do pseudo-heroismo da história brasileira: Tiradentes. Tiradentes foi inventado pela ala positivista na instalação do novo regime em 1889. No Império, ninguem sabia quem era. Sobrou pro alferes na Republica. Era o menos influente, o menos culto e de menor conta bancária. O frete do exilio pra Africa não pagava a despesa. Seu unico fato heroico em vida foi ter nascido e morrido pobre. Nasceu e morreu com a corda no pescoço.

    nandoesposito35anossaopaulosp

  106. carlos

    -

    04/02/2010 às 2:38

    Legal. Em um próximo volume, o Leandro não pode deixar de incluir alguns fatos constrangedores sobre a Revolução Farroupilha (ou Guerra dos Farrapos, depois de 11 de setembro de 1836), orgulho maior da gauchada aqui do Rio Grande. Como por exemplo a aparente incompatibilidade entre os ideais liberais exaltados pelos revolucionários e sua luta por protecionismo econômico ou a manutenção de escravos por vários próceres supostamente guiados pelos ideais iluministas.

  107. Thuya/MG

    -

    03/02/2010 às 22:44

    Adorei. Alguém estava mesmo precisando dar uma chamuscada nessa história que ninguém quer ler.
    Cansei do ufanismo destemido que assolou as escolas até os anos 60 (que prosseguiu e intensificou no tempo da Redentora, diga-se de passagem), do marxismo desmedido que assombra os estudantes atualmente.
    A história de vencedores e vencidos, das pobre vítimas do capitalismo-imperialista. Dos aparelhos ideológicos de estado. Cansei de tudo isso.

    Está mesmo na hora de reescrever a história desse país, e com bom humor. Vou ler com certeza.
    Parabéns pela entrevista.

 

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