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10/03/2015

às 12:45 \ Direto ao Ponto

Enquanto o general da banda podre ocupa las calles da Venezuela, os democratas indignados tomam as ruas do Brasil

Exortado por Lula a ocupar com seu exército as ruas do Brasil, João Pedro Stédile foi combater no campo: sempre distante da frente de batalha, ordenou a um destacamento feminino do MST que atacasse o centro de pesquisas da FutureGene, em Itapetininga, interior de São Paulo. Orientadas pelo líder camponês que ignora a diferença entre um arado e uma aroeira, centenas de mulheres depredaram e destruíram mudas de eucaliptos transgênicos que eram objeto de estudo havia 15 anos.

Em seguida, o general da banda podre deslocou-se para o front venezuelano. Entrincheirado num palanque, passou cinco minutos mandando chumbo na verdade, no bom senso, nos fatos e, com especial ferocidade, no idioma espanhol. Chefe da delegação brasileira presente a uma cerimônia que recordou a data em que Hugo Chávez virou passarinho, o chefão do MST ensinou que as soluções para os problemas do século 21 estão no século 19.

Já no começo do vídeo, Stédile descobriu que Deus e o bolívar-de-hospício são compatriotas. “Chávez era brasileño”, garantiu. Depois, comunicou que o companheiro Lula o encarregara de dar um abraço em Maduro e em cada venezuelano que aparecesse pela proa. No resto do falatório, o chefão do MST confirmou que, como avisa o programa da sigla financiada pelo governo federal, os baderneiros que a dirigem “possuem um sonho revolucionário que é construir sobre os escombros do capitalismo uma sociedade socialista“.

Durante quatro minutos, excitou-se com a luta de classes, insultou a burguesia, renovou a declaração de guerra ao “Império” e criticou o monopólio dos meios de comunicação diante de Maduro, que detém o monopólio dos meios de comunicação. No fecho glorioso, recomendou ao parceiro que continue a assassinar e prender militantes da oposição.

“No tenga miedo desses mierdas que solo tienem dinero e manipulam  la ideologia”, berrou em dilmês castelhano. “Nosotros tenemos la calle”. Pode ser que sim — mas na Venezuela, e só enquanto o governo chavista mantiver o controle de espaços urbanos com a mobilização de tropas do Exército e milícias paramilitares com licença para matar. No Brasil, Stédile não manda sequer na quadra onde mora.

Neste domingo, as dimensões do panelaço reafirmaram que as ruas passaram a vocalizar a exaustão dos milhões de brasileiros que já não suportam tanta roubalheira, tanta incompetência, tanto cinismo, tanta arrogância. O prazo de validade do lulopetismo está no fim. Stédile morreu de velhice sem ter chegado à idade adulta.

 

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22/01/2015

às 1:36 \ Direto ao Ponto

A mentirosa compulsiva fustigada por Aécio não é a única face escura de Dilma

No vídeo divulgado nas redes sociais, Aécio Neves foi direto ao ponto: “Dilma mentiu”, constatou. Em 73 segundos enfileirou algumas das incontáveis provas de que a Doutora em Nada caçou a reeleição disparando vigarices, fantasias fraudulentas, tapeações estatísticas e invencionices de grosso calibre. Fora o resto.

Ao qualificar a adversária de “leviana” num debate na TV, o candidato tucano provocou na seita lulopetista um cômico surto de cavalheirismo. Caprichando na pose de última virgem do bordel, marafonas profissionais fingiram indignar-se com a gravíssima ofensa a uma senhora tão ética, tão frágil, tão doce. Pois leviana é quase um elogio para uma figura com insanáveis defeitos de fabricação.

Dilma começou a tratar a verdade a pontapés quando ainda engatinhava ─ e nunca mais parou de mentir. No convívio com Lula, perdeu a vergonha de vez. Fez o diabo para manter o emprego. Para não perdê-lo antes da hora, fará coisas de que até Deus duvida. Mas estará condenada a um final infeliz se a oposição intensificar a ofensiva, aprender a opor-se o tempo todo e, sobretudo, escancarar aos olhos do país, e fustigá-las incessantemente, todas as faces escuras da presidente.

A que exibe a mentirosa compulsiva é só uma delas. Outras mostram (ou camuflam)  fustigar a supergerente de araque, a carrancuda insegura, a desastrada política aprendiz, a usina de frases sem pé nem cabeça, a campeã da inépcia, a arrogante  Doutora em Nada, a protetora de quadrilheiros e a madrinha dos corruptos de estimação, fora o resto. Há dinamite para todas. Com os desdobramentos do Petrolão, que vai sobrar munição.

Dilma e seu governo são um caso sem cura, e como tal deve ser tratado. Sem clemência.

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16/11/2014

às 18:44 \ Direto ao Ponto

Jornais que sofrem de miopia seletiva não conseguem enxergar a manifestação nas ruas de São Paulo que aparece no vídeo

A manifestação de protesto promovida em São Paulo será comentada num post de bom tamanho. Antecipei a divulgação do vídeo de 7min37 para que todos os leitores vejam o que vi — e que não foi visto nos jornais que sofrem de miopia seletiva. Nas edições deste domingo, textos e fotos reduziram o volume da multidão de indignados e, claro, ampliaram as dimensões da minoria de cretinos fundamentais que reivindicam uma “intervenção militar”.

O vídeo desmoraliza as duas espertezas. Só não enxergaram muito mais que 10 mil manifestantes — o que já seria de bom tamanho — repórteres que contam gente com a mesma precisão exibida por Guido Mantega quando calcula o pibinho do trimestre ou a inflação mensal. E tanto as inscrições nas faixas ou cartazes quanto o conteúdo das palavras de ordem escancaram a ampla hegemonia dos democratas.

A segunda mobilização antipetista em 15 dias confirma que São Paulo compreendeu que é preciso deter o avanço da seita fora-da-lei. Surrada nas urnas do mais desenvolvido dos Estados, a companheirada começou a acumular derrotas também nas ruas. Sanduíches de mortadela e tubaína ajudam, mas não fazem milagre. Mesmo reforçado com duplas sertanejas, o kit-comício será incapaz de evitar a agonia do bando em território paulista.

A anemia eleitoral manifestou-se em todas as regiões onde as urnas são menos vulneráveis ao Bolsa Família, o maior programa oficial de compra de votos do mundo.  O Brasil que pensa e vê as coisas como as coisas vai entendendo que o PT e seus comparsas foram longe demais com a revogação da fronteira que separa coisas da política e casos de polícia.

Lula e Dilma, aqueles que fingem não saber de nada porque sempre souberam de tudo, provavelmente não sabem disso. Logo saberão.

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25/08/2014

às 11:33 \ Direto ao Ponto

Dilma ressuscita na TV a obra invisível que, em parceria com Lula, fingiu inaugurar duas vezes para tapear eleitores nordestinos

ATUALIZADO ÀS 11H33

Em 2009, Lula voltou a jurar de morte o fenômeno que atormenta o Nordeste desde o século 19: a seca acabaria para sempre. Não em 2010, como prometera em 2008, mas dali a três anos, assim que fosse concluída a transposição das águas do Rio São Francisco: “Vai sê inaugurada definitivamente em 2012, a não sê que aconteça um dilúvio ou qualquer coisa”, garantiu o palanque ambulante.

Em 2012, Dilma Rousseff confirmou que, como avisara o padrinho, o sertão iria mesmo virar mar. Mas só em 2014. Dilúvio não houve, nem se soube de qualquer coisa suficientemente poderosa para ordenar ao São Francisco que permanecesse onde sempre esteve. O que teria acontecido? A obra foi subestimada pelos responsáveis, explicou a responsável pela obra.

Meses atrás, convidada a justificar o prosseguimento dos trabalhos de parto iniciados há cinco anos sob a supervisão da Mãe do PAC, Dilma irritou-se com Dilma: “Num acredito que uma obra dessas em qualquer lugar do mundo leve dois anos pra sê feita”. Só no Brasil Maravilha que o padrinho criou e a afilhada aperfeiçoa. Tanto assim que, na semana passada, a candidata à reeleição confessou que o deslumbramento fluvial não se tornará visível tão cedo.

De volta ao São Francisco para gravar cenas planejadas pelo marqueteiro João Santana, a supergerente caprichou no dilmês de comício para explicar os motivos de mais um adiamento: Tente entender o palavrório reproduzido sem retoques nem correções:

“Acho que uma parte significou a chamada curva de aprendizado, você tem de aprender a fazer. A segunda parte, eu acho que a complexidade da obra é maior do que se supunha, principalmente quando você considera que não é pura e simples a abertura de canal. É também estações de bombeamento”.

Cenas da visita ao rio que teima em não sair do leito ilustraram a ressurreição da vigarice franciscana no horário eleitoral da TV. Além de exterminar a seca, o milagre das águas agora também vai “irrigar esperanças e secar muita lágrima dos nordestinos”. Basta votar em Dilma e ter paciência para esperar mais um ano e pouco. Ou mais um mandato. Ou mais um século. Haja cinismo.

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15/08/2014

às 16:22 \ História em Imagens

Um vídeo que Eduardo Campos e Marina Silva prepararam para o horário eleitoral na TV

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09/04/2014

às 22:56 \ Sanatório Geral

Dose tripla

“É uma montagem da mais grotesca (sic). Não faça mais isso. É um desrespeito ao Senado do Brasil”.

Vanessa Grazziotin, senadora pelo PCdoB do Amazonas, sobre o vídeo apresentado no Senado pela deputada venezuelana Maria Corina Machado, que documenta selvagens agressões da polícia e de milícias chavistas aos manifestantes oposicionistas, aparteando a visitante para assassinar a  gramática na primeira frase, ganhar a taça da grosseria na segunda e fazer uma piada na terceira.

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08/03/2014

às 23:29 \ Sanatório Geral

Conta outra, prefeito

“O vídeo em questão, efetivamente, não mostra Paes jogando ao chão um pedaço de fruta. Mas ele acredita que, conforme o próprio vídeo indica, tenha lançado o resto de fruta na direção de uma lixeira mais afastada, ou para que um de seus assessores fizesse o descarte em local adequado. Na dúvida, já que o prefeito não se lembra do ocorrido, determinou que a Comlurb emita uma multa a ele próprio, e pede desculpas por um eventual equívoco”.

Eduardo Paes disfarçado de nota oficial da prefeitura do Rio, sobre o vídeo em que aparece jogando lixo na rua, decidido a provar que, se fosse multado a cada mentira que conta, estaria na miséria há muito tempo.

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18/02/2014

às 8:11 \ História em Imagens

Em menos de um minuto e meio, o vídeo do Implicante desmoraliza o palavrório ufanista do padroeiro da Copa da Roubalheira

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14/12/2013

às 0:37 \ Direto ao Ponto

1 minuto com Augusto Nunes: O medo de ouvir do governo é a maior prova de que Tuma Jr. tem muito a dizer

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10/12/2013

às 17:02 \ Feira Livre

Águas de junho

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