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vaias

25/10/2011

às 18:54 \ Sanatório Geral

The book is on the table

“Ai, meu Deus do céu, I know. Gente, agora dá um tempinho, né? Estou muito feliz de estar aqui inaugurando esse monumento à altura do aniversário da cidade, prorrogando a Zona Franca de Manaus.”

Dilma Rousseff, depois de informada pelo senador Eduardo Braga que as vaias da plateia eram endereçadas ao prefeito Amazonino Mendes, não à presidente, revelando que o neurônio solitário, quando se sente aliviado, mistura inglês e dilmês para não falar coisa com coisa.

17/02/2011

às 15:46 \ Sanatório Geral

Fundo sonoro

“Tenho certeza de que as vaias vão se transformar em aplausos ano que vem”.

Vicentinho, deputado do PT paulista e ex-presidente da CUT, ao ser vaiado por líderes sindicais e populares que acompanhavam a votação do aumento do salário mínimo da galeria da Câmara, pensando em contratar parentes, vizinhos, amigos e simpatizantes para aplaudi-lo na próxima votação do salário mínimo.

26/11/2009

às 15:22 \ Sanatório Geral

Vaia consagradora

“Falava em nome de todos, mas não pretendia dizer isso. Falei algo sincero. O discurso era político no sentido geral, mas não político-partidário. esse detalhezinho não teria escrito, mas saiu pela emoção de ver o time de futebol completo que você gosta”.

Aderbal Freire-Filho, depois da solenidade no Rio em que apresentou Dilma Rousseff como “futura presidente” e ouviu em resposta uma consagradora vaia da maior parte da plateia que acreditava representar.

25/11/2009

às 18:51 \ História em Imagens

O campeão de popularidade e o Teste do Maracanã

Confiante nos institutos de pesquisa, Lula acha que a taxa de popularidade, entre o Natal e o Ano Novo, vai bater nos 100% (ou 103%, se a margem de erro oscilar inteira para cima). Desconfiada dos institutos de pesquisa, a oposição acha que só a multidão dos que desancam o governo na internet já passa de 10% da população nacional.

Resolvida a liquidar a controvérsia, a coluna propõe ao presidente uma segunda edição do Teste do Maracanã. O primeiro ocorreu na abertura dos Jogos Panamericanos de 2007 e, como comprova o video, custou ao campeão de popularidade uma vaia de constranger até juiz assumidamente ladrão. Os companheiros alegam que, na época, a taxa de sucesso era de apenas 60%.

Vem aí a última rodada do campeonato brasileiro. Para saber-se quem tem razão, basta que Lula entre no estádio discretamente, peça licença ao locutor e surpreenda a arquibancada com o cumprimento amplificado pelo sistema de som: “Boa tarde, companheiros e companheiras!” Como reagirá o distinto público? Com a ovação consagradora? Ou com outra vaia desmoralizante? 

Vai nessa, presidente.




 

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