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tucanos

29/03/2011

às 18:38 \ Sanatório Geral

Neurônio apaixonado

“Lá, eu adoro os tucanos, como são lindos!”

Dilma Rousseff, no jantar com mulheres jornalistas e cineastas, ao lhe perguntarem se preferia morar no Palácio da Alvorada ou na Granja do Torto, mostrando que não perde chance de provocar o padrinho.

28/02/2011

às 20:55 \ Sanatório Geral

Está no DNA

“Os tucanos têm memória mais curta que os reajustes salariais aplicados em seus governos. Eles, sim, fazem generosidade com o chapéu alheio e não pagam o piso regional aos servidores públicos”.

Antonio Mentor, líder do PT na Assembleia Legislativa paulista, irmão do mensaleiro e deputado federal José Mentor, que junto com os companheiros que votaram a favor do salário mínimo de R$ 545 gastou mais de R$ 200 mil em gasolina só em fevereiro.

02/11/2010

às 4:22 \ Sanatório Geral

Nobel do Cinismo

“A agressividade dos tucanos à companheira Dilma Rousseff é uma coisa que eu imaginava que já tivesse terminado na política brasileira. Fui candidato cinco vezes, perdi três, e vocês nunca me viram com a agressividade dessa campanha”.

Lula, que chamou José Sarney de “ladrão” em 1988, Fernando Collor de “corrupto” em 1989, Fernando Henrique Cardoso de “estelionatário eleitoral” em 1994 e 1988, José Serra de “capacho” em 2002, Geraldo Alckmin de “oportunista” em 2006 e José Serra de “mentiroso” em 2010.

24/10/2010

às 0:21 \ Sanatório Geral

Ministério do Cinismo (114)

“Houve um trabalho, muito bem feito pelos tucanos, por dentro da maioria da mídia, não toda, que funcionou como bloco auxiliar de sustentação da candidatura do Serra e contra nós”.

Tarso Genro, governador eleito no Rio Grande do Sul, enxergando complôs da mídia golpista onde existem muitos bandidos de estimação, muitos pais-da-pátria safados e muitos companheiros que, em vez do Ministério da Justiça, mereciam uma temporada na cadeia por excesso de cinismo.

21/10/2010

às 18:14 \ Sanatório Geral

A bênção do padroeiro

“Todo mundo sabia e todo mundo sabe a quem interessavam aquelas denúncias do famoso dossiê, que vão ser explicadas aos poucos. Só que nós não podemos falar com irresponsabilidade. Nós temos que falar com base nos laudos, na investigação e no inquérito. E quem tem que falar isso é a própria Polícia Federal, não o presidente da República”.

Lula, Padroeiro dos Companheiros Bandidos, garantindo que a Polícia Federal logo provará que o sigilo fiscal de dirigentes tucanos foi estuprado a pedido das vítimas.

21/10/2010

às 15:02 \ Sanatório Geral

Neurônio irrecuperável

“Esse sigilo fiscal, como a PF diz, foi quebrado em setembro e outubro, quando não existia campanha nem pré-campanha. Não tinha nem organização de campanha. O próprio jornalista, em depoimento à PF, conforme li na internet, declarou que ele fez o trabalho dentro de um conflito entre dois candidatos à Presidência, dos tucanos”.

Dilma Rousseff, em São Paulo, jurando que não está em campanha desde 2007 e confirmando que mente desde que nasceu.

08/10/2010

às 16:38 \ Feira Livre

A ex-petista Soninha explica o apoio a Serra

O comentarista Luiz Cazetta encaminhou à coluna o texto enviado pela jornalista Soninha Francine, ex-vereadora pelo PPS, em resposta a um eleitor que cobrou explicações sobre o apoio da antiga militante do PT ao candidato José Serra. O depoimento merece ser exposto na Feira Livre.

Soninha Francine

Posso explicar, sim. Talvez não em poucas palavras, mas em muitas informações sobre o que vi, vivi e aprendi nos últimos anos. Pra não deixar sem nenhuma resposta agora, posso resumir assim:

- Descobri que o meio em que eu vivia – de petistas – inventava muitas barbaridades sobre o Serra. Por que o Serra? Não sei, talvez porque ele tenha sido o candidato do governo à sucessão do Fernando Henrique, portanto rival direto do Lula na disputa presidencial…

Porque os petistas já pintavam os tucanos como o fel da terra (e eu, mesmo quando era do PT, achava isso um pouco absurdo), e o Serra como o próprio Satanás. Só que os fatos, mesmo vistos de longe, já desmentiam algumas coisas que diziam sobre ele: como ele podia ser “queridinho” da grande mídia quando comprava briga contra a publicidade de cigarro, por exemplo – que era uma baita fonte de receita para os meios de comunicação? E como ele era parte da elite imperialista internacional, quando foi à OMC e lutou contra os lobbys e cartéis da indústria farmacêutica, conseguindo as quebras de patente em nome da saúde pública dos países mais pobres?

Mesmo com esses fatos, eu acreditava nas versões do PT… Afinal, o PT era o meu partido, eu tendia a concordar com tudo… Pensava: “Ok, eles fez uma ou duas coisas importantes, corajosas, mas nem por isso é uma pessoa decente”. O PT dizia que ele era covarde, porque tinha “fugido” da ditadura… Que era um manipulador ardiloso, porque “armou” um flagrante pra Roseana Sarney (se bem que eu já pensava naquela época: o marido da Roseana Sarney tem um milhão e meio de reais de origem desconhecida e a culpa é do Serra?).

Enfim, eu o detestava. Até ser vereadora e ele, prefeito. E descobrir que o demônio que pintavam não era nada daquilo. Mal humorado, impaciente, carrancudo, ríspido demais às vezes? Sim. Mau caráter? Não.

Em 2005, começo do meu mandato, o Serra me recebeu (a meu pedido), ouviu atentamente tudo o que eu disse e reconheceu que estava equivocado em algumas medidas que havia tomado como prefeito. Na manhã seguinte, desfez o que tinha feito. Depois, me procurou inúmeras vezes para perguntar de assuntos que acreditava que eu conhecesse melhor do que ele – políticas de juventude, meio ambiente, cultura. Cansei de vê-lo pedindo idéias, sugestões, opiniões. O contrário do que diziam dele…

Enquanto isso, o PT – que era o meu partido – continuava inventando, mentindo. Uma barbaridade. Analisava um projeto de lei enviado á Câmara pelo prefeito, concluía que o projeto era muito bom e… No plenário da Câmara, fazia DE TUDO para barrar o projeto. Saía do plenário para não dar quórum, subia na tribuna e passava meia hora falando horrores de um projeto que TINHA CONSIDERADO BOM – apenas para prejudicar “os tucanos” na eleição seguinte. Mesmo assim, mesmo no meio da guerra mais suja – petistas espalhavam mentiras para assustar a população, uma coisa realmente horrorosa – se chegasse um Projeto de Lei de um vereador do PT e ele considerasse o projeto bom para a cidade, ele sancionava (isto é, aprovava).

E se chegasse um Projeto de Lei de um vereador do PSDB e ele considerasse o projeto ruim para a cidade, ele vetava. Aliás, nós ficamos amigos, e ele… vetou vários projetos meus. Ou seja, um comportamento REPUBLICANO, de respeito à Casa Legislativa e ao interesse coletivo. Mas o PT continuava espalhando que ele era autoritário, mentiroso, privatista, neoliberal… E que era repressor, “inimigo dos pobres”, “amigo das elites”, tudo de pior no mundo.

Mas o Serra ia fazendo coisas muito legais na cidade – criou a Coordenadoria da Diversidade Sexual, a Secretaria da Pessoa com Deficiência… O Centro de Juventude da Cachoeirinha, que é do cacete… Pegou um esqueleto que estava lá abandonado desde o Janio Quadros e fez um troço muito legal. Terminou o primeiro trecho do maldito Fura-Fila do Pitta, que também estava abandonado. Voltou atrás na história dos CEUS – porque essa foi uma das coisas que eu consegui convencê-lo de que ele estava errado – e mandou fazer vários outros, mantendo o nome “CEU” (bandeira da Marta…). Idem com os Telecentros – que os petistas diziam que ele ia “destruir”, transformar em Acessa São Paulo, que era bem diferente…

Criou a Virada Cultural. Fez os benditos hospitais de Cidade Tiradentes e do M’Boi Mirim – que o PT anunciava que a Marta tinha feito, quando na verdade ela não tinha começado nem a cavar o alicerce… Sem falar que a Marta, que passou os 2 primeiros anos de seu governo sanando as contas da prefeitura detonadas pelo Pitta, passou os dois últimos anos destroçando as contas da prefeitura – e deixou dívidas absurdas, contratos temerários de 20 anos assinados “no apagar das luzes”… O Serra deu muita força para a Secretaria do Meio Ambiente, que sempre era das mais pobrezinhas. E chamou para trabalhar com ele pessoas que tinham trabalhado com a Marta, sem a menor hesitação, sem rancor e ressentimento, porque considerava que elas eram competentes.

Enfim, eu VI, eu testemunhei, condutas absurdas do meu partido – e condutas admiráveis do Serra, que o meu partido pintava como o enviado do capeta.

Resultado: (lembre-se, este é um resumo, a história completa é uma enciclopédia) saí do PT, que foi se distanciando barbaramente dos ideais que pregava, adotando o “vale tudo” (pra governar, pra ser oposição), e fui para um partido de oposição. Que hoje apóia o Serra para presidente, assim como eu.

E eu nem falei do governo do estado… De mais uma seqüência enorme de mentiras e terrorismos, como de costume (“ele vai privatizar o metrô!”; “ele publicou decretos para acabar com a autonomia universitária!”), e, da parte dele, realizações admiráveis, mais ainda para quem ficou 3 anos e pouco no governo (e 1 ano e meio na prefeitura). Uma lista de pontos em que a atuação dele me agrada muito: trens metropolitanos, metrô, meio ambiente, cultura, pessoa com deficiência… E outros mais.

Se você odeia o Serra como eu odiava, eu sei que não vai mudar de idéia assim tão fácil. Não tenho essa pretensão. Mas gostaria que você acreditasse em mim: é com muita convicção que eu voto nele, baseada nos meus 6 anos de vida mergulhada integralmente na política.

Abração

Soninha

27/09/2010

às 22:01 \ Feira Livre

Qual oposição?

ARTIGO PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA SEGUNDA-FEIRA.

Denis Lerrer Rosenfield

Em recente evento no Secovi-SP, seu presidente, João Crestana, numa mesa-redonda, colocou a seguinte questão: “Qual o papel da oposição num mais que provável governo Dilma Rousseff?” De minha parte, respondi: “Qual oposição? Não consigo bem entender a pergunta!”

A questão provocou uma indagação relativa ao que tem sido o exercício das oposições e, mais particularmente, dos tucanos na campanha presidencial. Com efeito, a oposição não agiu enquanto tal, salvo, agora, de forma atabalhoada, quando a derrota se vislumbra no horizonte imediato. Uma oposição digna desse nome deveria ter apresentado propostas, mostrado o seu contraste com o governo, expondo o que fez no passado e sugerindo medidas alternativas. Não deveria ter-se escondido enquanto oposição, fingindo ser uma outra forma da situação.

A oposição tucana alçou Lula a um pedestal, como se ele estivesse acima do bem e do mal. Colocou-se, numa espécie de servidão voluntária, na posição de continuação do atual governo, interditando-se qualquer crítica ao atual mandatário. A chiadeira atual de que ele está ameaçando as instituições nada mais é do que o resultado de sua incompetência, o fruto desse reconhecimento preliminar de que a condenação do atual governo não deveria fazer parte de sua agenda política. É o estertor de uma política que não deu certo!

Nesse sentido, foi forjada a ideia de que Lula não é o PT. Logo, se ele não é o PT, como sua criatura seria a representante mesma do partido? Ela deveria ser “lulista”, e não “petista”, se essa distinção fizesse sentido. Em certo sentido, porém, ela faz sentido, porque Lula se mostrou maior do que o PT. Entretanto, em outro sentido, Lula é também o partido, sendo seu fundador e seu mais eminente representante. O fato de ele se ter afastado das posições mais radicais do seu partido não o faz um não membro partidário. Lula não existiria sem o PT.

Não deveria, pois, surpreender a declaração do ex-ministro José Dirceu de que a diferença principal entre Lula e Dilma reside em que o primeiro é “duas vezes o tamanho do PT”, enquanto a segunda é menor do que o partido. O que disse foi simplesmente uma verdade. A celeuma, nessa perspectiva, não tem nenhuma razão de ser, na medida em que pode ser constatada por qualquer pessoa preocupada em compreender a realidade tal como ela é. Outra pessoa tivesse dito a mesma coisa, a controvérsia nem se teria estabelecido nem os juízos de valor sobre a pessoa que a enunciou.

A propaganda eleitoral tucana que trata o ex-ministro como um representante do “mal” é só uma forma de continuar preservando a figura de Lula como encarnando o “bem”, procurando dessa maneira atingir a candidata Dilma. Não dá para entender. Fica-se com a impressão de que Dirceu é ainda ministro da Casa Civil, ou mesmo candidato, ou, ainda, que Dilma é sua criatura. A confusão é total. O ex-ministro foi, mesmo, utilizado como bode expiatório do próprio Lula, que assim se preservou. Em linguagem lulista, uma vez tendo entregue à execração o seu ministro mais importante, dedicou-se depois a reescrever a história, apresentando o mensalão como uma “tentativa de golpe”. E a oposição o que fez? Vociferou sem muita convicção e caiu no jogo ─ jogo esse que mostra agora seu desfecho.

Consequentemente, o PT tende a ter maior protagonismo no governo Dilma. Nada mais normal para um partido que vence a eleição. Qualquer partido vencedor tende a assumir essa posição. A questão, porém, não reside aqui, mas no que significa o PT novamente no poder. Formadores de opinião e setores do empresariado contentaram-se com os dois mandatos de Lula por ter este se afastado das posições mais radicais do seu partido. Festejaram a ruptura que não houve, embora tivesse sido anunciada.

Criou-se, assim, a ficção de que Lula não é o PT e que as posições mais revolucionárias do partido estariam descartadas. Não o foram, pois elas continuam animando boa parte de suas tendências. Acontece que o PT não é um bloco, que pensa de maneira uniforme. Ele só o é em período eleitoral, porque o objetivo maior, a conquista do poder, se torna um forte fator de coesão interna. Suas distintas alas se congregam desse modo, embora essa coesão seja também passageira, pois logo dará lugar às divergências explícitas entre suas várias correntes. Trata-se de algo difícil de compreender para os tucanos, que não conseguem unir-se nem em período eleitoral, expondo suas divergências até em público.

O período que se abre num mais que provável governo Dilma é o de como o PT vai resolver suas contradições internas. O que se convencionou chamar de “lulismo”, e outros chamam de “pragmatismo” petista, expressa a predominância de correntes internas que optaram por abandonar a ruptura com o capitalismo, visando à instauração de uma sociedade socialista autoritária no Brasil. Apesar de o discurso ideológico não ter essa clareza, por causa precisamente das disputas internas, o embate que se anuncia é o de se o PT vai perseverar na gestão responsável do capitalismo, numa via social-democrata de inclusão social, ou se optará por voltar à suas políticas irresponsáveis de antanho.

O PMDB, não esqueçamos, faz parte da aliança governamental e pelas boas e más razões não embarcará numa aventura revolucionária. Quanto mais não seja, para não perder os benefícios que extrai do status quo. A atual situação é-lhe mais que favorável e tudo fará para que não se altere. Ele continuará compartilhando o “pão”, talvez com mais voracidade. Há um novo jogo aqui, o das disputas internas do PT, que se tornará mais complexo com a atuação do PMDB, procurando ocupar os mesmos espaços. As oposições, que sairão derrotadas deste pleito, serão, num primeiro momento, meras espectadoras. Terão, preliminarmente, de responder à pergunta “qual oposição?”, se pretenderem, num segundo momento, um papel de protagonismo.

21/09/2010

às 1:30 \ Sanatório Geral

Herói da Rendição (461)

“Acho que quem está baixando o nível da campanha são os tucanos e, lamentavelmente, parte da imprensa está participando disso”.

Aloizio Mercadante, Herói da Rendição, acusando a oposição e a imprensa de insistirem em divulgar delinquências e bandalheiras que, em campanhas eleitorais de alto nível, não devem ser comentadas na presença de mulheres, crianças, policiais que prendem, promotores de Justiça que acusam e magistrados que condenam.

04/09/2010

às 0:05 \ Direto ao Ponto

O pastor espertalhão não ouviu o que disse

Para evitar a ampliação do estrago causado pelo estupro do sigilo fiscal de políticos tucanos, eles esconderam o caso de Verônica Serra. Para reduzir o impacto da violência imposta à filha de um candidato à Presidência, eles providenciaram uma procuração falsificada. Para diminuir o assombro provocado pela descoberta da fraude, eles escalaram para o papel de culpado um contador especializado em maracutaias no Fisco. Para abrandar a perplexidade decorrente da notícia de que o contador é um petista de carteirinha, eles agora costuram às pressas a mentira de amanhã.

Nesta quinta-feira,  em entrevista ao Jornal Nacional, o contador Antonio Carlos Atella Ferreira garantiu que nunca fora filiado a partido nenhum. “Se alguém me filiou, nem conheço quem é, se caso eu tiver filiado”, gaguejou. A mentira foi implodida 24 horas depois: hoje, o JN informou que Atella foi adepto da seita entre 20 de outubro de 2003, quando assinou a ficha de inscrição no PT de Mauá, e 21 de novembro de 2009, menos de dois meses depois da violação do sigilo de Verônica Serra.

Atella primeiro jurou que não se lembrava dos seis anos de militância. Logo admitiu que pode ter assinado alguma ficha “num momento de empolgação”. Foi socorrido por José Eduardo Dutra, presidente nacional do partido. Até o fim da tarde, Dutra nunca ouvira falar em Atella. Descobriu em menos de duas horas que o contador bandido “nunca teve participação política dentro do PT”. Se existiu, declamou o companheiro, a filiação foi “apenas cartorial”.

Em 17 de julho de 2005, levado às cordas pelo escândalo do mensalão, o presidente Lula usou uma entrevista ao programa Fantástico para esquivar-se da saraivada de golpes e escapar do nocaute. “Trabalhar com a verdade é muito melhor”, disse com pose de professor de jardim de infância. “A desgraça da mentira é que, ao contar a primeira, você passa a vida inteira contando mentiras para justificar a primeira que você contou”.

Verdade. Só que o pastor espertalhão não prestou atenção no que dizia. Nem o rebanho.


 

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