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Roda Viva

30/03/2015

às 11:01 \ Direto ao Ponto

Marília Gabriela é a entrevistada do Roda Viva desta segunda-feira

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A entrevistada do Roda Viva desta segunda-feira é a jornalista, apresentadora, cantora e atriz Marília Gabriela. Serão abordados, entre outros assuntos, os novos rumos de sua carreira e a empreitada no teatro como protagonista da peça “Vanya e Sonia e Masha e Spyke”. A bancada de entrevistadores será formada por Luiz Felipe Pondé, filósofo, Jorge Takla, diretor teatral, e pelos jornalistas Carlos Graieb, diretor de redação do site de VEJA, Murilo Bomfim, repórter do Estadão, e Rose Nogueira. O programa, transmitido ao vivo pela TV Cultura, começa às 10 da noite.

27/03/2015

às 15:36 \ História em Imagens

Vejam o achado do Setti: Lula quer censurar a imprensa (pelo menos) desde 1989

Publicado na coluna do Ricardo Setti

“Não existe no mundo alguém que tem o poderio que tem a Rede Globo no Brasil”.

“É uma provocação ao Estado, é uma provocação às instituições”.

Esses exageros apocalípticos são alguns dos comentários feitos por Lula sobre (e contra) a Rede Globo de Televisão a 8 de agosto de 1989, no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, parte da série de entrevistas com os presidenciáveis daquele ano.

Foi em resposta a uma pergunta que eu lhe fiz a respeito das declarações do então candidato Leonel Brizola, do PDT, em relação ao que chamava, impropriamente, de “monopólio da Globo”, contra o qual — dizia Brizola — ele tomaria providências no primeiro dia de governo, se eleito.

Ou seja, Lula, já naquele tempo — confiram no vídeo –, queria “regular a mídia”, palavrório bonito para significar o controle bolivariano sobre a imprensa independente, tal como passou a defender o setor mais radical do PT depois que o partido chegou ao poder, hoje capitaneado pelo comissário Ricardo Berzoini, “ministro das Comunicações”.

Na época desta entrevista, eu era diretor regional do Jornal do Brasil em São Paulo. E o apresentador do Roda Viva, tal como hoje, era Augusto Nunes.

Houve problemas de áudio quando eu me dirigia a Lula, como vocês constatarão.

24/03/2015

às 22:12 \ Vídeos: Entrevista

Rogério Chequer, porta-voz do Vem pra Rua, comenta no Roda Viva a reação de Dilma e seus aliados às manifestações de 15 de março: ‘Eles não entenderam nada’

O entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira foi o engenheiro e empresário Rogério Chequer, porta-voz do Vem pra Rua, um dos grupos que organizaram as manifestações de 15 de março. Entre vários outros temas, Chequer tratou das origens e dos rumos da onda de protestos que se muliplicam por todo o país e esclareceu a posição do Vem pra Rua diante de um possível pedido de impeachment da presidente da República.

“Eles não entenderam nada”, resumiu o entrevistado ao comentar o comportamento da presidente e de seus ministros frente à maior mobilização popular ocorrida no país desde a campanha das Diretas Já, em 1984. Depois de responsabilizar o ex-presidente Lula pelo aguçamento da polarização política, Chequer confirmou que centenas de milhares de manifestantes voltarão às ruas no dia 12 de abril.

A bancada de entrevistadores foi formada por Mauro Paulino, diretor do Instituto Datafolha, pela advogada Luiza Nagib Eluf e pelos jornalistas Gabriel Manzano Filho (Estadão), Carla Jimenez (El País) e Daniela Lima (Folha de S. Paulo).

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17/03/2015

às 17:20 \ Vídeos: Entrevista

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, no Roda Viva desta segunda: ‘Os alvos das manifestações de 15 de março foram o governo e a corrupção’

“O governo parece ter visto outra manifestação”, afirmou no Roda Viva desta segunda-feira o deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara. “O povo saiu às ruas para protestar contra o governo e a corrupção”. Além da mobilização popular deste domingo, Cunha comentou, entre vários outros assuntos, o escândalo do Petrolão, a inclusão do seu nome na lista encaminhada ao STF pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e as fraturas na base governista no Congresso. Participaram da bancada de entrevistadores o presidente do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), João Doria Jr, e os jornalistas Luiz Antônio Novaes (O Globo), Maria Cristina Fernandes (Valor Econômico), José Alberto Bombig (Época) e Vera Magalhães (Folha).

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04/03/2015

às 14:02 \ Vídeos: Entrevista

O Roda Viva com Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia

O convidado do Roda Viva desta segunda-feira foi o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Paraense de Belém, trocou a profissão de engenheiro pela carreira política aos 21 anos, quando se elegeu vereador em Manaus. Antes de tornar-se senador pelo PMDB em janeiro de 2011, foi deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito da capital, prefeito e governador do Amazonas por duas vezes. Na liderança do governo no Senado desde 2012, ingressou no primeiro escalão no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, na vaga de Edison Lobão.

No programa, o ministro tratou, entre outros temas, dos problemas que afligem o sistema energético, dos riscos de racionamento e do escândalo do Petrolão. Participaram da bancada os jornalistas André Lahóz (Exame), Carla Jimenez (El País), João Gabriel de Lima (Época) e Renée Pereira (Estadão) e por Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral da ONG WWF-Brasil.

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28/02/2015

às 16:51 \ Vídeos: Entrevista

O Roda Viva com Cacá Diegues

O cineasta Cacá Diegues foi o entrevistado do Roda Viva de 26 de janeiro. Autor do recém lançado Vida de Cinema – Antes, durante e depois do Cinema Novo, autobiografia que demorou seis anos para ficar pronta, Diegues dirigiu clássicos como Xica da Silva, Bye, Bye Brasil ou Tieta. Além de incursionar por bastidores do Cinema Novo, o programa tratou dos horizontes da indústria cinematográfica nacional e de sua importância na cultura brasileira. A bancada de entrevistadores foi formada pelos jornalistas João Gabriel de Lima (Época) e Ivan Finotti (Folha de S. Paulo), pela cineasta Laís Bodanzky, por Renata Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e pelo documentarista e professor Sylvio do Amaral Rocha.

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24/02/2015

às 21:33 \ Vídeos: Entrevista

O Roda Viva com Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia até dezembro passado, Denise Steiner foi a entrevistada do Roda Viva de 12 de janeiro. Além de expor didaticamente a abrangência da especialidade que se destacou, Denise respondeu com clareza e segurança a perguntas sobre o uso de hidrogel, o culto exagerado à beleza, o papel da Anvisa e vários outros temas vinculados à medicina. A bancada de entrevistadores foi formada por Andresa Boni (programa JC Debate), Ana Clara Costa (VEJA), Cláudia Collucci (Folha de S. Paulo)Fabiana Cambricoli (Estadão) e Maria Clara Póvia (revista Marie Claire).

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15/02/2015

às 13:27 \ Vídeos: Entrevista

Roda Viva com o jornalista britânico Andrew Jennings

O jornalista britânico Andrew Jennings, responsável por investigar denúncias de corrupção contra membros da Fifa, foi o entrevistado do Roda Viva de 2 de fevereiro. Jennings, que esteve no Brasil durante a Copa do Mundo, associou a metodologia da máfia italiana, que investigou nos anos 80, ao comportamento das entidades que controlam o futebol em vários países. A bancada de entrevistadores foi formada por Luiz Antônio Prósperi (Estadão), Marcelo Damato (Lance!), Vladir Lemos (TV Cultura), Marcelo Duarte (ESPN) e Suzana Singer (Folha).

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12/02/2015

às 14:57 \ Vídeos: Entrevista

O Roda Viva com o economista francês Thomas Piketty

O entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira foi o economista francês Thomas Piketty, autor do best-seller O Capital no Século XXI. A bancada de entrevistadores foi formada pelo economista André Lara Resende, um dos pais do Plano Real, e pelos jornalistas Vinicius Torres Freire (Folha de S.Paulo), José Paulo Kupfer (Estadão), Robinson Borges (Valor Econômico) e Ricardo Ferraz (Jornal da Cultura).

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16/12/2014

às 20:15 \ Vídeos: Entrevista

Modesto Carvalhosa no Roda Viva: uma aula sobre a corrupção que infesta o país

No Roda Viva desta segunda-feira, o advogado Modesto Carvalhosa valeu-se dos conhecimentos acumulados em 82 anos para ministrar um cursinho intensivo de 90 minutos sobre a praga da corrupção e o que fazer para combatê-la. O escândalo que devasta a Petrobras foi o assunto dominante nas perguntas formuladas pelo advogado criminal Eduardo Muylaert e pelos jornalistas Frederico Vasconcelos (Folha), Sonia Racy (Estadão), Zínia Baeta (Valor Econômico) e Rodolfo Borges (El País).

Com a segurança de quem lida desde a juventude com temas de alto teor explosivo, Carvalhosa contestou enfaticamente a ofensiva destinada a desqualificar a delação premiada. Sem esse instrumento legal, afirmou, seria muito mais complicado desmontar uma organização criminosa do porte da investigada pela Operação Lava Jato. Além de complexa, observou o entrevistado, a quadrilha é protegida pelo Planalto, que continua empenhado em desfigurar a Lei Anticorrupção para assegurar a impunidade de bandidos de estimação.

Para Carvalhosa, é ingenuidade qualificar de omisso o comportamento do governo frente ao maior escândalo político-policial da história republicana. Os donos do poder, advertiu no Roda Viva, não param de movimentar-se para livrar os culpados de qualquer castigo legal. “O homem da CGU é Hage, que só fala, não age”, exemplificou o professor de Direito inconformado com o palavrório alarmista do ministro Jorge Hage, chefe da Controladoria Geral da União. A ofensiva dos comparsas nada tem de surpreendente: como o Mensalão, o Petrolão é fruto do projeto concebido pelo PT para eternizar-se no poder.

O partido do governo e seus aliados vêm aparelhando há 12 anos todas as instituições e todas as ramificações da máquina administrativa. A Petrobras é o caso mais ousado ─ e de consequências mais desastrosas. Mas não é o primeiro e dificilmente será o último. Depois de ressalvar que, neste momento, um pedido de impeachment seria prematuro, o entrevistado constatou que muito mais precipitada, além de insolente, é a tentativa de estigmatizar como “golpe” a eventual abertura de um processo do gênero contra Dilma Rousseff. Qualquer governante que tenha cometido crime de responsabilidade tem de submeter-se às normas constitucionais, ensinou o professor de Direito.

“O país não vai parar por causa disso”, reiterou. “A corrupção é que prejudica a governabilidade”. Para Carvalhosa, essa espécie de argumento é só uma esperteza diversionista encampada pelo governo para proteger os quadrilheiros. “O Brasil também não vai parar se as empreiteiras que infringiram a lei forem declaradas inidôneas”, emendou. “Parado o país está há tempos, porque os contratos não são cumpridos e as obras não são entregues”.

Modesto Carvalhosa recomendou ao longo do programa a imediata adoção de medidas de combate à corrupção já testadas com êxito em outros países. “O essencial é a quebra da interlocução entre o poder contratante e a empreiteira que for contratada”, resumiu, localizando nesse acasalamento promíscuo a origem da praga que infesta o país. Confira o vídeo. Somados, os ensinamentos do entrevistado atestam que o caminho que leva para longe das cavernas é menos extenso do que parece. Mas é preciso começar a percorrê-lo agora.

 

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