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Mario Couto

06/04/2014

às 11:11 \ Direto ao Ponto

No vídeo, Jarbas Vasconcelos e Mário Couto denunciam no Senado a trama forjada para assassinar a CPI da Petrobras

Na sessão de 2 de abril, os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Mário Couto (PSDB-PA) falaram pelos brasileiros decentes. Confira:

14/06/2012

às 1:02 \ Sanatório Geral

Coisa de macho

“Eu sou macho!”

Mário Couto, senador pelo PSDB do Pará, olhando feio para adversários petistas durante a sessão da CPI do Cachoeira.

“Normalmente, os que gritam que são machos…”

Luiz Sérgio, deputado federal pelo PT do Rio, engrossando a voz para deixar claro que só quem é muito macho tem coragem para, depois de ser demitido com humilhação de dois ministérios, continuar prestando vassalagem ao governo.

12/05/2012

às 13:27 \ Sanatório Geral

Tiro na testa

“Nós somos uns falsos moralistas. Não é só o Demóstenes, não”.

Mário Couto, senador pelo PSDB do Pará, confirmando que, se a lei valer para todos os atuais inquilinos, a Casa do Espanto pode ser fechada por falta de quórum.

09/02/2012

às 23:52 \ Sanatório Geral

Biografia não-autorizada

“Político que só militou na política e vira rico de uma hora para outra é ladrão!”

Mario Couto, senador (PSDB-PA), resumindo a biografia não-autorizada do colega e conterrâneo Jader Barbalho, do PMDB.

 

25/08/2011

às 23:59 \ Sanatório Geral

Troca de ideias

“Débil mental, sim. Você está pensando que eu sou moleque? Vai ter de aprender a respeitar os outros”.

Humberto Costa, líder do PT no Senado, indignado com as críticas do colega Mário Couto ao esforço feito pelo governo para matar no berço a CPI da Corrupção.

“Você é um safado! Você é que responde a processo na Justiça. Da próxima vez, vou dizer isso da tribuna”.

Mário Couto, senador do PSDB do Pará, explicando que Humberto Costa não é apenas um moleque.

11/07/2011

às 16:15 \ Feira Livre

‘Reféns de Pagot’, de Ricardo Noblat

COLUNA DE RICARDO NOBLAT, PUBLICADA NO JORNAL O GLOBO DESTA SEGUNDA-FEIRA

Ricardo Noblat

Quem tem medo de Luiz Antonio Pagot, Diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura (Dnit) do Ministério dos Transportes, que a presidente Dilma Rousseff tentou afastar do cargo? Pagot bateu o pé e não se afastou. A Casa Civil da presidência da República achou melhor autorizá-lo a entrar de férias. O Congresso ouvirá Pagot esta semana.

O coração do governo bate acelerado. Pagot fazia parte do bando dos quatro auxiliares do ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, desalojados dos seus postos por suspeita de envolvimento com irregularidades – licitações fraudulentas, contratos superfaturados, enriquecimento ilícito e cobrança de comissão para o PR.

Os outros três membros do bando acataram a decisão de Dilma. Pagot, não – desafiou Dilma e venceu por ora. Voou para Cuiabá, onde tem casa. E ameaça jogar titica no ventilador. É o que assombra Dilma, Lula, a quem Pagot deve o cargo, ministros e o PT, dono de uma das diretorias do Dnit.

Bem feito! Quem mandou nomear um sujeito como Pagot para administrar um dos maiores orçamentos da República? O Dnit tem para gastar R$ 17 bilhões somente este ano. Pagot foi parar no Dnit em 2007 a pedido de Blairo Maggi, na época governador do Mato Grosso, de quem foi sócio e a quem serviu como secretário de Estado.

Na ocasião, o Ministério Público do Mato Grosso investigava um negócio suspeito feito entre Pagot quando era Secretário de Infra-Estrutura, e Moacir Pires, secretário de Meio Ambiente. Empresa de Pires ganhou licitações na secretaria de Pagot. Dois anos antes, Pires havia sido preso pela Polícia Federal e denunciado por extração ilegal de madeira.

O negócio suspeito: Pagot admitiu à Justiça ter morado de graça durante 22 meses em um apartamento de Pires. Disse que levou quase três anos para comprar o apartamento a prestações. E que pagou por ele R$ 205 mil com dinheiro que guardava em casa. E que entregou o dinheiro em mãos de Pires. E, por fim, que não tinha recibo da transação.

Quer mais? Entre abril de 1995 e junho de 2002, Pagot servira no Senado como secretário do senador Jonas Pinheiro (DEM-MT). No mesmo período era acionista e diretor da Hermasa Navegação da Amazônia, empresa do grupo empresarial de Blairo, com sede em Itacoatiara, a 240 quilômetros de Manaus.

Além de carecer do dom da ubiqüidade para estar ao mesmo tempo em Itacoatiara e em Brasília, separadas por 3.490 quilômetros, Pagot não poderia acumular a função de servidor do Senado com a de sócio de uma empresa privada, segundo a lei 8.112 que “dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União”.

Crime de falsidade ideológica ocorre quando se omite “em documento público ou particular declaração que dele devia constar”. Para trabalhar no Senado, Pagot omitiu que era sócio e trabalhava para Blairo. Quando precisou da aprovação do Senado para assumir o Dnit, omitiu no seu currículo que fora servidor do Senado.

Lula desconhecia o passado de Pagot quando o nomeou para o Dnit? E Dilma quando o manteve ali? Que nada! Antes de o Senado aprovar a nomeação, o passado de Pagot foi dissecado pelo senador Mário Couto (PSDB-PA) em inflamados discursos. Lula, primeiro, e Dilma depois, queriam, sim, agradar Blairo, que doou dinheiro para suas campanhas.

Como chefe da Casa Civil, Dilma monitorou de perto os ministérios com maior número de obras do Programa de Aceleração do Crescimento – e o dos Transportes era um deles. Lula disse que Dilma era melhor executiva do que ele. Então pergunto: escapou a Dilma o que se passava nos Transportes? De nada sabia? Nada mesmo? Só acordou quando soube que a Polícia Federal colecionava provas da bandalheira e estava perto de agir? Foi quando disse que o ministério precisava de babás quando na verdade precisava de uma rigorosa faxina?

Pagot avisou aos interessados que eram colegiadas as decisões tomadas no Dnit. E que muitos contratos foram superfaturados para ajudar a pagar despesas da campanha de Dilma. Será possível? Por sua vez, Dilma mandou dizer ao PR que o ministério dos Transportes continuará sob o controle do… PR. E despachou emissários para acalmar Pagot. Triste começo de governo. Mas coerente com o anterior.

16/02/2011

às 14:19 \ Sanatório Geral

Título merecido

“Dois minutos para encerrar, por favor”.

Marta Suplicy, vice-presidente do Senado, depois de permitir que o companheiro Jorge Viana (PT-AC) discursasse 10 minutos além do prazo regimental, ao interromper o tucano paraense Mario Couto, que criticava duramente o governo Lula na tribuna, justificando o título de Primeira-Dama das Cavalariças.

 

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