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23/06/2011

às 16:12 \ Direto ao Ponto

O Brasil saúda o campeão da Libertadores

“Na  próxima quarta-feira, o Santos só precisa vencer no Pacaembu o mesmo Peñarol para conquistar a Libertadores pela terceira vez”, dizia o último parágrafo do texto publicado no dia 19 na seção História em Imagens, apoiado em vídeos que eternizaram imagens de sonho. “Tomara que seja o começo de uma saga semelhante à que deslumbrou o mundo entre 1962 e 1970″. Ontem à noite, a torcida por uma versão século 21 da magnífica história escrita nos anos 60 foi reforçada pelo próprio Pelé. Quando o gol de Danilo ampliou a vantagem inaugurada por Neymar, a euforia do Rei do Futebol num camarote no Pacaembu só não o fez repetir o célebre soco no ar por falta de espaço. Ele também gostaria de rever o que viveu.

O Santos foi a segunda preferência de todos os torcedores de outros times cuja infância o destino premiou com a contemplação de um elenco de superprodução hollywoodiana. A plasticidade dos voos de Gilmar, a elegância de Mauro, a bravura do líder Zito, a canhoneira de Pepe, a ginga de Dorval, o minimalismo mágico de Coutinho — como não se render a essa admirável constelação regida por Pelé, o astro mais que perfeito? Aquilo foi mais que um grande time de futebol. Foi um corpo de baile incomparável, um grupo de iluminados vestidos de branco. Era natural que o Santos disputasse jogos decisivos no Maracanã. Uma paixão nacional rima com o templo maior.

Neymar e Ganso também já estão acima das preferências clubísticas. Craques geniais são amados por milhões de torcedores que amam o futebol acima de todas as cores. Tomara que fique cada vez mais parecido com a equipe de Pelé. O país saúda o campeão da Libertadores. E que venha o Barcelona.

19/06/2011

às 22:00 \ História em Imagens

O reinado planetário do Santos de Pelé começou com uma vitória sobre o Peñarol

O reinado planetário do Santos, que se estenderia até o fim daquela década, começou a tomar forma em 30 de agosto de 1962, quando o novo ocupante do trono ocupado pelo Real Madrid venceu o Peñarol em Buenos Aires por 3 a 0 e conquistou pela primeira vez a Libertadores da América. Depois da vitória em Montevidéu por 2 a 1 e da derrota na Vila Belmiro por 3 a 2, o time que entrou em campo para a finalíssima no Estádio Monumental de Nunez incluiu o grande ausente das partidas anteriores: Pelé.

Veja no vídeo abaixo o gol de Coutinho que abriu o placar e os dois golaços do melhor jogador de futebol de todos os tempos.

O vídeo seguinte, um compacto de 38:20 minutos, mostra como jogou naquele dia o timaço escalado pelo técnico Lula no sistema 4-2-4:  Gilmar; Lima, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe.

Em 11 de outubro de 1962, em Lisboa, o Santos goleou o Benfica por 5 a 2 e se tornou campeão do mundo. As cenas exibidas no terceiro vídeo resumem o que foi considerada a maior exibição da mítica equipe comandada pelo Rei do Futebol.

Na próxima quarta-feira, o Santos só precisa vencer no Pacaembu o mesmo Peñarol para conquistar a Libertadores pela terceira vez. Tomara que seja o começo de uma saga semelhante à que deslumbrou o mundo entre 1962 e 1970.

07/05/2010

às 2:37 \ Sanatório Geral

Dono da bola

“Vocês sabem que eu estou meio triste porque o Flamengo ganhou. O Flamengo marcou um gol mixuruca no Corinthians. Eu não sei que campeonato é esse que o time marca dois gols e o outro time faz um e leva vantagem. De qualquer forma, como bom esportista, estou aqui já pensando na próxima vitória”.

Lula, animado com o atropelamento diário das leis eleitorais, agora querendo aprovar uma nova regra do futebol segundo a qual, seja qual for o resultado do jogo, o Corinthians será considerado vencedor.

30/03/2010

às 20:50 \ Sanatório Geral

Meu garoto

“Amanhã pela libertadores jogam um monte de reis x um monte de gays”.

Luiz Cláudio Lula da Silva, o Lulinha Segundo, integrante da comissão técnica do Corinthians porque o pai é o Primeiro Torcedor, analisando pelo twitter, com a elegância estilística e o vocabulário cavalheiresco que caracterizam os pronunciamentos da família, o jogo entre o São Paulo e o Monterrey.

 

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