Blogs e Colunistas

Joaquim Barbosa

03/03/2015

às 14:58 \ Opinião

Valentina de Botas: Na São Paulo de Haddad, Hugo Chávez é culturalmente mais negro do que um Joaquim Barbosa

VALENTINA DE BOTAS

Os fatos, sempre eles; J. R. Guzzo, sempre ele. Parafraseando o grande texto, se alguém quiser impedir que alguma tarefa útil para o país seja executada, basta recorrer a qualquer ministério dos 39 à disposição do lulopetismo. Pois à disposição do país é que não estão. Mas, sim, o Ministério da Cultura. O que é, para que serve e o que faz um ministério da cultura? Aliás, o que é cultura? É uma coisa que eu digo assim “vamos ali fazer cultura?”, ou seja, é ato de vontade e consciente?

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19/02/2015

às 21:33 \ Sanatório Geral

Faroeste brasileiro

“O ex-ministro Joaquim Barbosa tem todo direito de falar o que ele quiser. Mas é no mínimo inusitado que, no meio da Sapucaí, pulando carnaval, o ministro que nunca recebia advogados quando estava na presidência do Supremo, numa postura autoritária, critique o ministro da Justiça e peça que ele venha a pedir a sua demissão”.

Gleisi Hoffmann, senadora do PT paranaense, ao confirmar, com a autoridade de quem sempre proclamou a inocência do cabo eleitoral André Vargas, que o faroeste brasileiro é o único em que a bandidagem passa o filme inteiro tentando prender o xerife.

18/02/2015

às 22:58 \ Opinião

Oliver: TV Panfleto

VLADY OLIVER

A TV Panfleto, também conhecida como o canal de notícias da platinada, aquela que costuma fazer seus jornalistas darem suas versões de cócoras e cacarejar para a torcida tudo aquilo que a cretinália do governo quer que eles cacarejem, teve hoje que dar a notícia – ou a versão bolivarianóide da notícia – de que o ex-ministro Joaquim Barbosa pediu em rede social a demissão daquele ministro do governo de tanga.

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10/12/2014

às 20:18 \ Direto ao Ponto

A proeza de Vargas: cair fora dessa Câmara por falta de decoro é como ser expulso de um hospício por excesso de maluquice

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Eleito deputado federal em 2006, reeleito em 2010 por milhares de paranaenses irresponsáveis, o companheiro André Vargas entrou para a história da Câmara no mesmo instante em que dali saiu. Pelo conjunto da obra, ele já garantira uma jaula de luxo no zoológico que abriga esquisitices da fauna política tropical. O despejo consumado nesta quarta-feira transformou-o num assombro sem similares. Num Congresso que lembra uma Papuda sem grades, ter o mandato cassado por falta de decoro equivale a ser expulso do hospício por excesso de loucura ─ e por decisão dos demais malucos.

Já em fevereiro, depois de assumir a vice-presidência da Câmara, Vargas decidiu chegar ao comando da Casa do Espanto pela rota dos ineditismos. Ao debochar do ministro Joaquim Barbosa na sessão de abertura do ano legislativo, foi o primeiro parlamentar a insultar um chefe do Poder Judiciário. Nos meses seguintes, seria também o primeiro deputado a fazer companhia a Alberto Youssef no noticiário político-policial e o primeiro figurão do PT punido por um partido que absolve até ladrões capturados no interior do cofre. Desde hoje, é o primeiro gatuno que a seita lulopetista ajudou a perder o emprego.

É uma ficha e tanto, valorizada pelas anotações que mudaram dramaticamente os horizontes de Vargas. Ele começou 2014 convencido de que terminaria o ano como candidato imbatível à presidência da Câmara. Vai começar 2015 procurando emprego. E tentando escapar da candidatura (que a Polícia Federal tornou irreversível) a uma vaga na população carcerária do Brasil.

13/10/2014

às 9:44 \ Opinião

‘Dilma e a Polícia Federal’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão

Para tentar impedir que o escândalo do mensalão e as denúncias de corrupção contra o governo respinguem sobre sua campanha pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff vem alegando que concedeu à Polícia Federal (PF) total liberdade para investigar as denúncias de corrupção na Petrobrás, inclusive orientando-a a instaurar inquéritos criminais e a adotar medidas para acabar com o uso de caixa 2 pelos partidos políticos e esquemas de lavagem de dinheiro para financiar campanhas eleitorais.

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02/10/2014

às 20:15 \ Direto ao Ponto

Francisco Rezek, ex-ministro do STF, em entrevista à Jovem Pan: ‘Negar carteira de advogado a Joaquim Barbosa é mancha na história da OAB’

 

01/10/2014

às 21:01 \ Direto ao Ponto

A OAB do Distrito Federal não tem vaga para Joaquim Barbosa. Os motivos são dois: vergonha na cara e excesso de altivez

Joaquim-Barbosa-Foto-Nelson-Jr-STF1

Além de admiráveis mestres do Direito, juristas de fina linhagem e profissionais que amam a Justiça acima de todas as coisas, a Ordem dos Advogados do Brasil abriga bacharéis de quinta categoria, doutores em patifarias, rábulas mequetrefes, vigaristas de porta de cadeia, pombos-correio de organizações criminosas, analfabetos funcionais, coiteiros de matadores, estafetas de narcotraficantes, gigolôs de extorsões trabalhistas, achacadores de agentes carcerários, contrabandistas de celulares, estupradores da lei, chicaneiros compulsivos, josés-dirceus e outras ramificações degeneradas da tribo que tem nos tribunais seu habitat. Todos são portadores da carteirinha da OAB.

É tão portentoso e prolífico esse agrupamento de obscenidades que vai minguando o espaço ocupado pelos que simplesmente advogam — ou pretendem advogar, como Joaquim Barbosa. Nesta terça-feira, o país foi surpreendido pela notícia de que a OAB do Distrito Federal fechou as portas da entidade ao ex-ministro do Supremo. Presidente da seccional brasiliense e responsável pelo veto, um certo Ibaneis Rocha decidiu que Barbosa não merece exercer a profissão de advogado. Motivo: “falta de idoneidade moral”. O episódio infame confirma que certas manifestações de covardia exigem mais coragem do que qualquer demonstração de bravura em combate: Ibaneis, admita-se, esbanja ousadia.

O que falta ao relator do pedido de carteirinha é a vergonha na cara que sempre sobrou ao relator do processo do mensalão.

13/07/2014

às 0:01 \ Opinião

‘O país da Felipona’, de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

O ex-ministro Delfim Netto, um dos conselheiros econômicos de Lula, costuma dizer que, se o Governo comprar um circo, o anão vai crescer. O economista Milton Friedman tem frase semelhante: se o Governo administrar o Deserto do Saara, em poucos anos vai faltar areia. O ministro dos Esportes de Dilma, Aldo Rebelo, do PCdoB, cuja única ligação prévia com o Esporte era torcer pelo Palmeiras, defende maior intervenção estatal no setor. Sem palpite estatal, o Brasil foi cinco vezes campeão do mundo. Com palpite estatal, perdeu duas Copas em casa, em 1950 e 2014. Mas, quando os fatos vão contra a ideologia vigente, pior para os fatos. O mundo que mude para amoldar-se aos preconceitos.

O Estado já se intrometeu em Copas. Em 1950, não houve governante que não aparecesse na concentração para tirar sua casquinha. Em 1954, um dirigente indicado pelo Governo exigiu dos atletas que vingassem os mortos de Pistóia (se bem que Pistóia fique na Itália, onde brasileiros morreram na luta contra o nazismo e o fascismo; a Copa se realizasse na Suíça; e o principal adversário fosse a Hungria). Em 1970, o presidente Médici exigiu que o centroavante Dario, do Atlético Mineiro, fosse convocado. Foi, mas não jogou. O Brasil ganhou a Copa. Agora, com declarações diárias de Dilma “É Tóis”, a Copa deu no que deu.

Se a sugestão de Médici, que adorava futebol, era ruim, imagine as de Dilma, que disse ter visto jogos no Mineirão antes que o estádio existisse. Até garantiu, em julho de 2013, que seu Governo era “padrão Felipão”.

Não é que tinha razão?

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03/07/2014

às 12:24 \ Opinião

‘As preocupantes declarações de Joaquim Barbosa’, editorial do Globo

Publicado no Globo desta quinta-feira

Bem ao seu estilo, o ministro Joaquim Barbosa se despediu do Supremo Tribunal Federal sem cumprir o protocolo. Para não ouvir os discursos de praxe de colegas e evitar qualquer pronunciamento formal, Barbosa saiu antes de encerrada a sessão de terça-feira, a sua última no STF. Agora, espera a publicação da aposentadoria no Diário Oficial.

Mas já aproveitou os primeiros momentos fora da Corte para, em entrevista, dar opiniões fortes sobre a atuação de ministros. No julgamento do mensalão, de que foi relator, já fizera acusações a alguns de seus pares de atuar com o objetivo de ajudar condenados.

Terça, sem a toga, foi mais explícito: “Aqui (STF) não é lugar para pessoas que chegam com vínculos a determinados grupos. Não é lugar para privilegiar determinadas orientações”. E mais adiante: “(…) aquilo que falei da constante queda de braço, da tentativa de utilização da jurisdição para fins partidários, de fortalecimento de grupos, de certas corporações, isso é extremamente nocivo, em primeiro lugar, à credibilidade do tribunal, e também à institucionalidade do nosso país”.

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22/06/2014

às 10:07 \ Opinião

‘Acorda, jornalista!’, de Fernão Lara Mesquita

Publicado no Blog Vespeiro

FERNÃO LARA MESQUITA

Um golpe contra a democracia está em curso desde o último dia 26 de maio e a circunstância que o torna mais ameaçador do que nunca antes na história deste país é a atitude de avestruz que a imprensa tem mantido, deixando de alertar a população para a gravidade dessa agressão.

O decreto nº 8.243, assinado por Dilma Rousseff, que cria um “Sistema Nacional de Participação Social”, começa por decidir por todos nós que “sociedade civil” deixa de ser o conjunto dos brasileiros e seus representantes eleitos por voto secreto, segundo padrão universalmente consagrado de aferição da legitimidade desse processo, e passa a ser um grupo indefinido de “movimentos sociais” que ninguém elegeu e que cabe ao secretário-geral da Presidência, e a ninguém mais, convocar para examinar ou propor qualquer lei, política ou instituição existente ou que vier a ser criada daqui por diante em todas as instâncias e entes de governo, diretas e indiretas, o que afeta também os governos estaduais e municipais hoje na oposição.

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