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Itália

05/09/2011

às 13:44 \ Sanatório Geral

Falta cadeia

“As pessoas me falam: ‘Cesare, e a revolução? Que revolução? Isso é uma piada. Eu tinha 16 anos quando entrei no ativismo, não sou mais essa pessoa. Se eu continuasse um revolucionário hoje, seria um idiota”.

Cesare Battisti, terrorista de estimação do governo brasileiro, em entrevista à Folha, revelando que acha uma piada os quatro assassinatos que cometeu.

02/09/2011

às 21:59 \ Sanatório Geral

Renegando a obra

“Estou enojado. Vou-me embora deste país de m****”.

Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, querendo distância do que fez.

28/08/2011

às 22:10 \ Sanatório Geral

Valeu a pena

“Não me arrependo de nada”.

Cesare Battisti, terrorista de estimação do governo brasileiro, feliz com a vida na praia, avisando que, se pudesse voltar no tempo, repetiria os quatro assassinatos que cometeu na Itália só para envelhecer sem trabalhar no Brasil do companheiro Lula.

26/08/2011

às 9:37 \ Frases

Praticamente em casa

“Sou quase um brasileiro. Já posso abrir conta no banco e tirar o CPF”.

Cesare Battisti, terrorista italiano.

25/08/2011

às 18:48 \ Sanatório Geral

O avesso das coisas

“Cesare Battisti pode agora levar uma vida absolutamente normal, sem nenhum risco”.

Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado e hospedeiro do assassino de estimação do governo brasileiro, confirmando que, com um cliente desses em liberdade, o que está em risco é a vida dos outros.

24/08/2011

às 6:32 \ Sanatório Geral

Cabo eleitoral

“Se tiver uma oportunidade e não atrapalhar a agenda dele, gostaria de conhecê-lo pessoalmente e agradecê-lo pela minha liberdade”.

Cesare Battisti, terrorista de estimação do governo, informando que gostaria de dizer pessoalmente a Lula que, na próxima eleição, vai usar o prestígio consolidado por quatro assassinatos para pedir aos descendentes de italianos que não deixem de votar no Padroeiro dos Companheiros Bandidos.

17/06/2011

às 1:11 \ Sanatório Geral

Faltou intérprete

“Não considero que esse tema ameace o relacionamento bilateral Brasil/Itália. Estive recentemente em Roma com o chanceler Franco Frattini e posso assegurar que recolhi uma atitude de respeito por parte da Itália sobre a decisão da Justiça brasileira”.

Antonio Patriota, sobre os desdobramentos da decisão de libertar e acolher o assassino Cesare Battisti, fazendo de conta que não entendeu direito o que Franco Frattini quis dizer com a frase “Lula cometeu um gravíssimo erro”.

11/06/2011

às 20:43 \ Sanatório Geral

Cinismo é pouco

“Não vejo nenhuma razão para a Itália não tratar isso como uma questão da normalidade democrática e soberania do Brasil. O que eu fiz está exatamente no tratado que temos com a Itália. Acho normal algumas pessoas reclamarem e outras ficarem felizes”.

Lula, sobre a libertação de Cesare Battisti, explicando que ele próprio, por exemplo, reagiu à decisão do Supremo com a alegria que as famílias das vítimas do terrorista de estimação não conseguem sentir.

10/06/2011

às 10:35 \ Sanatório Geral

Pergunta fácil

“O que a Itália acha que a Justiça brasileira é?”

Marco Aurélio de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal , depois de votar contra a extradição de Cesare Battisti, fingindo ignorar que a Itália inteira acha que a Justiça brasileira não é séria.

08/06/2011

às 22:05 \ Direto ao Ponto

O desfecho do caso Battisti é vergonhoso. Mas nada tem de surpreendente

A trama destinada a impedir que o assassino Cesare Battisti fosse extraditado para a Itália começou a ser forjada quando Tarso Genro virou ministro da Justiça do governo Lula. Dois posts de 2009, reproduzidos na seção O País quer Saber, ajudam a desmontar o embuste concluído nesta quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal. A decisão de manter Battisti por aqui, aprovada por 6 votos a 3, consumou um aleijão jurídico perturbador: voluntariamente, a maioria dos ministros entregou ao chefe do Executivo poderes que a Constituição atribui ao STF. E a libertação de um condenado por quatro homicídios avisa que a impunidade institucionalizada dos bandidos com amigos poderosos passou a valer também para estrangeiros.

É um desfecho vergonhoso. Mas nada tem de surpreendente.


 

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