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governo

22/05/2015

às 2:04 \ Direto ao Ponto

1 minuto com Augusto Nunes: Tudo o que os brasileiros ganharam em cinco meses de trabalho será engolido pelos impostos que sustentam a gastança dos donos do poder

Vejam só o que diz uma das notas publicadas nesta quarta-feira na coluna do jornalista Carlos Brickmann. “COMEMORE!”, convida o título. O texto tem pouco mais de 50 palavras:

“Dentro de poucos dias, em 31 de maio, o caro leitor concluirá seu período de trabalho anual dedicado exclusivamente ao pagamento de impostos. Foram 151 dias destinados ao sustento da máquina estatal. A partir de 1º de junho, o caro leitor poderá trabalhar para seu próprio sustento e o de sua família. Viva!” .

De novo: 151 dias são consumidos no pagamento da gastança do mamute estatal.  Sobram 214 para sobreviver-se ao Brasil. O ministro Joaquim Levy não vê nada demais nessa desfaçatez. Já aumentou a carga tributária europeia retribuída com serviços de qualidade africana. E quer mais aumentos de impostos.

Dilma Rousseff é a mesmíssima Dilma Rousseff que atravessou a campanha eleitoral acusando Aécio Neves de pretender fazer o que a presidente reeleita tem feito desde o início do segundo mandato. Ela não mexeria nos impostos nem que a vaca tossisse. A vaca foi o brejo e tosse de meia em meia hora. Mas Joaquim Levy não se comove com tosses bovinas ou mugidos de gente.

Até onde a vista alcança, não há perigo de melhorar.

04/04/2015

às 19:33 \ Sanatório Geral

Pânico na plateia

“Vamos racionalizar e continuar fazendo o que a gente sempre faz”.

Dilma Rousseff, apavorando a plateia com o aviso: o elenco pode até ficar menor, mas não haverá mudanças no roteiro do filme de horror que protagoniza em dupla com Lula.

25/03/2015

às 2:33 \ Sanatório Geral

É mas não é

“Não temos como defender o governo, mas também não temos como não defender”.

André Singer, cientista político filiado ao PT, ensinando o que deve dizer um cientista político filiado ao PT quando já não consegue enxergar a diferença entre um partido e uma organização criminosa.

19/03/2015

às 13:09 \ Opinião

Roberto DaMatta: ‘A hora do cidadão comum’

Publicado no Globo

ROBERTO DAMATTA

Passei a semana acompanhando a CPI da Petrobras, lendo os jornais mais importantes do Brasil e seguindo pessoalmente as manifestações. Não fui ao Rio, mas fiquei numa Niterói ilhada por obras que, espero, venham a melhorar a minha vida: a vida de um homem comum que, durante décadas, tem trabalhado no Rio e em todo lugar. Sujeito que subiu em ônibus, tomou barca, lotação e foi do tempo do andar de bicicleta e a pé.

Dizer que há uma guerra entre ricos e pobres ou afirmar, como fazem os áulicos da presidente Dilma, que “o contra” é mais motivador do que o “a favor” é ficar no mais imbecil dos sofismas.

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18/03/2015

às 15:27 \ Sanatório Geral

Fora do barco

“O governo é uma coisa e o partido é outra”.

Rui Falcão, presidente do PT, insinuando que o partido que Lula governa apoiou clandestinamente Aécio Neves.

16/03/2015

às 14:46 \ Sanatório Geral

Vem pra rua (2)

“Não consideramos que nosso governo esteja fragilizado”.

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, mostrando que acompanhou o 15 de março longe das ruas e perto dos analistas do Datafolha.

16/03/2015

às 7:47 \ Opinião

Eliane Cantanhêde: ‘Crise grave, mas sem saída’

Publicado no Estadão

ELIANE CANTANHÊDE

O Brasil tem agora o antes e depois de 15 de março de 2015. Mais de um milhão de pessoas foram às ruas para protestar contra a presidente Dilma Rousseff e contra o PT, que, desde 1980, era quem tinha força e capacidade de mobilização.

Quem poderia imaginar que o PT mudaria de lado e passaria a ser alvo, após 30 anos de glórias e de jogar as ruas contra tudo e contra todos em nome da ética? Bastaram 12 anos de poder para o caçador virar caça. E isso tem um lado dramático. Mas cada um colhe o que plantou.

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27/02/2015

às 9:57 \ Opinião

Fernando Gabeira: ‘Os saqueadores da lógica’

Publicado no Estadão

FERNANDO GABEIRA

Se o PT pusesse fogo em Brasília e alguém protestasse, a resposta viria rápida: onde você estava quando Nero incendiou Roma? Por que não protestou? Hipocrisia.

Com toda a paciência do mundo, você escreve que ainda não era nascido, e pode até defender uma ou outra tese sobre a importância histórica de Roma, manifestar simpatia pelos cristãos tornados bodes expiatórios. Mas é inútil.

Você está fazendo , exatamente, o que o governo espera. Ele joga migalhas de nonsense mo ar para que todos se distraiam tentando catá-las e integrá-las num campo inteligível.

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22/02/2015

às 18:52 \ Sanatório Geral

Amiga do cara

“É um político, um cara que pode… O que é que você faz? Tem um governo, o governo é político, você vai procurar as pessoas que estão no governo, não tem ninguém no governo, ninguém mais se dizia responsável. Você está tendo uma resultante social que é o fato de o governo não pagar suas obrigações. O Instituto Lula é ligado aos trabalhadores, defende emprego. A gente vai lá para o ex-presidente procurar a amiga dele e dizer: ‘Amiga, veja o que você faz. Obrigação tem que pagar’”.

João Santana, presidente da Constran, uma das empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, ao contar por que procurou Lula e Paulo Okamotto para solucionar os problemas da empresa, sem esclarecer se a “amiga dele” é a Dilma Rousseff  ou Rosemary Noronha.

21/02/2015

às 15:37 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘Dilma vs. Dilma’

Publicado no Estadão

A presidente Dilma Rousseff voltou de seu retiro de carnaval no litoral da Bahia aparentemente cheia de ideias para reverter a agenda negativa que a atormenta desde que assumiu o segundo mandato. Já no fim da tarde da Quarta-Feira de Cinzas reuniu-se no Palácio da Alvorada com os ministros de seu círculo mais íntimo para alinhavar iniciativas em dois âmbitos: o político e o da comunicação. Em ambos, porém, Dilma vai ter de se entender primeiro consigo mesma, se alimenta realmente a esperança de dissipar o ambiente carregado de más notícias e péssimas perspectivas que ela própria se encarregou de criar para o País.

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