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FHC

12/11/2014

às 17:37 \ Sanatório Geral

Coisa do FHC

“Quem tinha um programa de 20 anos de poder eram o Sérgio Motta e o Fernando Henrique. Nós não tínhamos nem de quatro anos. E o povo nos deu 16 anos”.

Rui Falcão, presidente nacional do PT, explicando que também a permanência no poder da seita lulopetista faz parte da herança maldita de FHC.

07/11/2014

às 17:05 \ Opinião

‘A aflição oculta de Dilma’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta sexta-feira

A presidente Dilma Rousseff agarrou-se ao que seria a “consciência democrática” para dar um verniz de grandeza política à hipocrisia de propor o desmonte dos palanques em obediência ao imperativo de “saber ganhar e saber perder”. A sua invocação, em um encontro com a cúpula do PSD de Gilberto Kassab – candidato a ministro das Cidades em troca de seu apoio ao Planalto -, não passa de uma tentativa esfiapada de ocultar o que de fato a aflige.

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30/10/2014

às 5:49 \ Sanatório Geral

Coração de mãe

“Agora é hora de todos nós nos unirmos para garantirmos um futuro melhor para o país e abrir um diálogo amplo com todas as forças produtivas, sociais e o setor financeiro também. O clima é de construção de pontes e não de buscar a diferença entre as pessoas”.

Dilma Rousseff, revelando que, terminada a eleição, descobriu que Marina Silva não é traidora nem chorona, que Aécio Neves é um abstêmio especialmente carinhoso com mulheres e que até Lula acha que o melhor presidente da história do Brasil foi FHC.

06/10/2014

às 17:45 \ História em Imagens

Na TVeja, um resumo do mais emocionante outubro da história política do Brasil

02/10/2014

às 17:22 \ Direto ao Ponto

No Aqui entre Nós, Joice Hasselmann e Augusto Nunes comentam a histórica entrevista em que FHC desmonta as vigarices do PT e desafia: ‘Cadê o Lula para falar da corrupção na Petrobras?’

03/09/2014

às 16:47 \ Sanatório Geral

Boa dupla

“Marina é o FHC de saias um pouco mais ortodoxo”.

Humberto Costa, líder do governo no senado, uma Ideli Salvatti de terno e mais heterodoxa.

28/08/2014

às 16:36 \ História em Imagens

Tapeação no horário eleitoral: Dilma finge que é a mãe do sistema cujo pai é FHC

No horário eleitoral do PT, Dilma Rousseff inclui entre as proezas do seu governo a criação do Sistema Interligado Nacional, que unificou a rede de distribuição de energia em todo o país. Quer dizer que é ela a mãe do SIN? NÃO, corrige o  Exilado TV, especializado na captura das mentiras recitadas pela candidata à reeleição. Amparado num texto publicado pelo Globo, o vídeo de 34 segundos atesta que a inovação ocorreu em 1998. O pai do SIN, portanto, é FHC.

23/06/2014

às 11:37 \ Direto ao Ponto

No vídeo, o ex-presidente que odeia doutores e livros confessa: ‘Eu sou muito preguiçoso. É uma questão de hábito’

Atualizado às 11h30

O almoço que precedeu a convenção nacional do PT deve ter sido bastante animado, sugere a frase em que Lula acusou a imprensa independente de fazer o que anda fazendo o orador há 40 anos: “A mídia golpeia, falseia, manipula, distorce, censura e suprime fatos”. O palanque ambulante quis caricaturar jornalistas que insistem em ver as coisas como as coisas são. Acabou desenhando um autorretrato.

E a sobremesa foi longe, informa o trecho da discurseira em que Lula reincidiu na celebração da ignorância. “Esse país foi a vida inteira governado por doutores, engenheiros e intelectuais, mas eu não vou citar nomes porque ele vai pensar que eu estou falando dele”, recitou. (“Ele”, claro, é FHC, que está para Lula como a kriptonita para o Super-Homem). “Por que, então, essa gente não resolveu o problema da educação no Brasil?”

Se não resolveram o problema por inteiro, os presidentes que sabiam ler e escrever ao menos evitaram que a rede de ensino público se transformasse na imensa usina de analfabetos funcionais inaugurada pelos inventores do Brasil Maravilha. E nenhum deles precisou fantasiar-se de doutor honoris causa para esconder o cérebro baldio, filho da vadiagem intelectual confessada por Lula no vídeo de 31 segundos.

Numa noite de 1981, intrigado com meia dúzia de citações declamadas pelo entrevistado do programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, o teatrólogo Flávio Rangel resolveu desvendar o enigma. “Você não está estudando nada? Você sente necessidade de estudar?”, pergunta Rangel ao líder metalúrgico que no ano anterior fundara o PT.

Daqui a muitas décadas, quando este estranho início de século for apenas um asterisco nos livros de História do Brasil, multidões de visitantes continuarão a aglomerar-se diante do vídeo exposto no Museu da Era da Mediocridade, assombrados com o que diz um futuro presidente da República.

A resposta se compõe de cinco frases. Nas quatro primeiras, Lula sucumbe a um surto de sinceridade:

“Primeiro, eu acho que eu sou muito preguiçoso. Até pra ler eu sou preguiçoso. Eu não gosto de ler, eu tenho preguiça de ler. Pelo hábito, isso é questão de hábito. Tem companheiro que passa um dia lendo um livro. Eu não consigo”.

A confissão do preguiçoso sem cura é interrompida pela quinta e última frase, que denuncia um feroz inimigo da verdade:

Eu tô com um livro pra ler, aquele, “1964, A Conquista do Estado”, e faz três meses que eu tô na página 300″.

A cara de quem está contando outra mentira confirma que, se é que abrira o livro, não havia chegado a 300 linhas. Passados mais de 30 anos, Lula não lê nem 30 palavras.

15/05/2014

às 23:26 \ Sanatório Geral

A kriptonita do Superlula

“A verdadeira disputa não é entre Dilma e Lula. A verdadeira disputa é se continua Lula e Dilma ou volta FHC”.

Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, provando que nenhum petista jamais esquecerá as duas derrotas no primeiro turno.

10/05/2014

às 12:13 \ Opinião

‘O Brasil está com ódio de si mesmo’, de Arnaldo Jabor

Publicado no Estadão

ARNALDO JABOR

O Brasil está irreconhecível. Nunca pensei que a incompetência casada com o delírio ideológico promoveria este caos. Há uma mutação histórica em andamento. Não é uma fase transitória; nos últimos 12 anos, os donos do poder estão a criar um sinistro “espírito do tempo” que talvez seja irreversível. A velha “esquerda” sempre foi um sarapatel de populismo, getulismo tardio, leninismo de galinheiro e agora um desenvolvimentismo fora de época. A velha “direita”, o atraso feudal de nossos patrimonialistas, sempre loteou o Estado pelos interesses oligárquicos.

A chegada do PT ao governo reuniu em frente única os dois desvios: a aliança das oligarquias com o patrimonialismo do Estado petista. Foi o pior cenário para o retrocesso a que assistimos.

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