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Feira Livre

16/05/2013

às 22:04 \ Direto ao Ponto

45° debate sobre o julgamento do mensalão

Quem não pôde acompanhar a transmissão ao vivo pelo site de VEJA pode ver como foi o debate desta quinta-feira na seção Feira Livre. O vídeo já está no ar.

12/04/2013

às 11:45 \ Direto ao Ponto

Carlos Alberto Sardenberg: ‘A falta que nos faz uma boa direita’

Trecho: Eis o que sempre nos faltou: uma boa direita, moderna, capaz de ganhar uma eleição com uma agenda liberal e implementá-la rigorosamente. E depois abrir espaço para uma boa esquerda, também moderna, que se eleja para fazer o seu serviço, que é gastar com educação, saúde e segurança. Mas gastar com eficiência e sem atrapalhar a economia privada.

Leia a íntegra na seção Feira Livre.

11/04/2013

às 14:27 \ Direto ao Ponto

Normas para a publicação de comentários foram atualizadas e aperfeiçoadas

Confira na seção Feira Livre.

10/04/2013

às 16:26 \ Direto ao Ponto

Seis notas de Carlos Brickmann

Confira na seção Feira Livre.

08/04/2013

às 16:48 \ Direto ao Ponto

Um filme assustador sobre sequestros

Durante quatro anos, o documentarista Wolney Atalla acompanhou o trabalho da Divisão Anti-Sequestro da Polícia Civil de São Paulo. O resultado foi condensado no filme Sequestro. Ao mesmo tempo fascinante e assustador, o documentário leva os expectadores a uma conclusão aterradora: os autores desse tipo de crime são inexperientes e, a maioria dos alvos, não faz parte das camadas sociais mais altas. Confira  trailer na seção Feira Livre.

08/04/2013

às 15:44 \ Direto ao Ponto

Ricardo Noblat: ‘A que vem Eduardo Campos’

Trecho: Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo no início da semana passada, Roberto Amaral exaltou a proposta de o seu partido ter candidato a presidente. Elogiou Eduardo, mas fez juras de amor a Dilma. Disse de saída: “Eu não vejo nossa candidatura [a de Eduardo] como de oposição.” Bem, se não for de oposição será do quê mesmo? De brincadeira? Para matar o tempo? “[O projeto do PSB] pode se apresentar como alternativa, como continuidade, como um avanço, como autoafirmação”, acrescentou Roberto. Alternativa por que o governo de Dilma é ruim? Roberto não esclareceu.

Leia a íntegra na seção Feira Livre.

07/04/2013

às 15:20 \ Direto ao Ponto

FHC: Razão e bom senso

Trecho: Quanto a nós, brasileiros, parece que tampouco aprendemos muito com equívocos voluntaristas do passado. Somos reincidentes. Juntamos aos impulsos movidos por boa vontade certa grandiosidade que não corresponde à realidade. Ao desejar sair da ameaça de baixo crescimento econômico a todo custo, vão sendo anunciados a cada dia novos planos e programas. Entretanto, só saem do papel morosamente e muitas vezes, nem isso. Por quê? Talvez porque acreditemos demais em grandes planos salvadores e menos no método, na rotina, na persistência e na inovação para acelerar o caminho. O governo, por exemplo, percebeu que o futuro depende do conhecimento e que existe um quase apagão de gente qualificada para o país encarar o futuro com maior otimismo. Logo, havia que propor a “grande solução”: em vez de termos minguados 8.500 bolsistas no exterior, passaríamos logo a 100 mil em quatro anos! Resultado: uma profusão de bolsas, um menoscabo da capacidade universitária já instalada e o envio ao exterior de muitos que nem sequer conhecem bem a língua do país onde vão estudar.

Leia a íntegra na seção Feira Livre.

06/04/2013

às 14:22 \ Direto ao Ponto

Rolf Kuntz: Circo Brasil

Trecho: “Menos modesto e muito menos realista, o governo brasileiro insiste, no entanto, em se alinhar a emergentes muito mais dinâmicos, como se o uso de um crachá dos Brics fosse um atestado de competência e dinamismo. A presidente Dilma Rousseff esbraveja quando se cobra uma política mais eficaz contra a inflação, sem gastar um minuto para olhar outros latino-americanos, como Colômbia, Chile, Peru e México. Todos esses países têm crescido mais que o Brasil, nos últimos anos, com preços muito menos instáveis”.

Leia a íntegra na seção Feira Livre.

06/04/2013

às 13:54 \ Direto ao Ponto

Mauro Pereira: Os programas assistencialistas do governo institucionalizam a pobreza

Trecho: Filho bastardo de programas sociais de governos que o antecederam o do PT, o Bolsa-Família não demorou muito para ser desmascarado pelos próprios petistas, alguns de alta patente, como um projeto de institucionalização da miséria com finalidades sordidamente eleitoreiras. Indagado pelo ex-petista Hélio Bicudo sobre os objetivos do programa, José Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo Lula, foi taxativo: “Serão 12 milhões de bolsas que poderão se converter em votos em quantidade três ou quatro vezes maior. Isso garantirá a reeleição de Lula”.

Leia a íntegra na seção Feira Livre.

05/04/2013

às 19:49 \ Direto ao Ponto

Carlos Brickmann comenta a gafe de Mujica, uma discurseira em dilmês, o passarinho de Maduro e a gastança na Petrobras

Confira as seis notas reproduzidas na seção Feira Livre.

 

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