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educação

20/01/2016

às 19:05 \ Opinião

Eduardo Oinegue: O desperdício nosso de cada dia

Publicado no Globo

A astronomia desconhece unidades de medidas cotidianas, como metro e quilômetro. Tudo é, no mínimo, bilhão. São 5,9 bilhões de quilômetros da Terra a Plutão, e 263 bilhões da Terra ao centro da Via Láctea. Assimilá-las não é trivial. Acontece o mesmo com as despesas do Estado, listadas em bilhão, dezenas de bilhão, centenas de bilhão de reais, tudo astronômico e desafiador como as distâncias cósmicas. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

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11/01/2016

às 14:09 \ Opinião

Editorial do Globo: Blindar o currículo básico contra erros e ‘contrabandos’

Publicado no Globo

Uma das questões consensuais no Brasil é a necessidade de se aprimorar a Educação, em especial o ensino básico. Entendimento importante, porque dá lastro a ações conjuntas entre governos e organizações da sociedade. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

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08/01/2016

às 20:23 \ Opinião

Valentina de Botas: Só será possível conter a marcha delinquente metendo o pau no PT até não haver mais PT para se meter o pau

VALENTINA DE BOTAS

“Eu te proponho, não dizer nada, seguirmos juntos a mesma estrada…”. Envolvida na rotina maluca que me faz normal, ainda não tinha lido o artigo de Marco Antonio Villa sobre mais um crime lulopetista contra a finada educação brasileira. Já sabia do vilipêndio do cadáver na forma das tais mudanças no currículo de História, mas só soube do texto do Villa quando me enviaram um artigo sobre ele, cujas peculiaridades quero comentar. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

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07/01/2016

às 21:06 \ Direto ao Ponto

Marco Antonio Villa com Augusto Nunes no Sem Edição: Os embusteiros do MEC tentam assassinar o ensino de História com a adoção do Evangelho segundo o PT

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05/01/2016

às 16:09 \ Opinião

Mais uma aula de Marco Antonio Villa: A Revolução Cultural do PT

Publicado no Globo

O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural que transformará Mao Tsé-Tung em um moderado pedagogo, quase um “reacionário burguês.” Sob o disfarce de “consulta pública”, pretende até junho “aprovar” uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a “Base Nacional Comum Curricular.”

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24/10/2015

às 21:49 \ Sanatório Geral

Tiro no pé

“A gente tem se dedicar a uma prioridade. Não dá só para ficar só olhando o Levy, o Renan, a Dilma, a inflação. Só vamos mudar isso quando fizermos a revolução da educação neste país”.

Lula, nesta sexta-feira, em Salvador, defendendo uma revolução na educação que, se for bem sucedida, enfiará na cabeça de todo brasileiro, por exemplo, que instalar na Presidência alguém que não sabe escrever e nunca leu um livro é a mesma coisa que dar um tiro no próprio pé.

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14/03/2015

às 16:54 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘Pátria deseducadora’

Publicado no Estadão

No discurso de posse do segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a educação seria prioritária em sua gestão e anunciou que o lema de seu governo seria Pátria Educadora. Mas a área educacional enfrenta sucessivos problemas decorrentes de falta de projetos, incompetência administrativa e carência de recursos.

O mais recente é o adiamento das aulas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), uma das principais bandeiras da campanha pela reeleição. Lançado em 2011, o Pronatec teve 8 milhões de alunos matriculados, em 4 anos de funcionamento. Na campanha, Dilma prometeu chegar a 12 milhões de alunos, em 220 cursos técnicos e 640 cursos de qualificação, sem, contudo, informar de onde sairiam os recursos. Em 2014, o programa teve 440 mil alunos e os repasses às instituições privadas totalizaram R$ 640 milhões.

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10/09/2014

às 0:01 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: Talvez por falta de verba para o canil, a presidente que vê um cachorro oculto atrás de toda criança não construiu nem metade das 6 mil creches que prometeu na campanha de 2010

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12/05/2014

às 18:05 \ Direto ao Ponto

Na Olimpíada de Matemática, a economista Dilma bate todos os recordes em Nada Sincronizado, Pensamentos com Obstáculos, Barbarismos sem Barreira, Apedeutismo Feminino e Arremesso de Anacolutos

CELSO ARNALDO ARAÚJO

Cidade das Artes, Rio de Janeiro. A imaginária pistola de partida é acionada, autorizando a largada. Diante de uma plateia de autênticos campeões – os 500 jovens medalhistas da nona edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – Dilma Rousseff se põe na pista com um sprint fenomenal:

“Eu gostaria inicialmente de comprimentá a cada um dos medalhistas de ouro e a cada uma das medalhistas de ouro”.

Sua próxima meta é revisar o pétreo artigo 5 da Constituição, que passará a ser escrito: “Todos e todas são iguais perante a lei”.

Mas já nas primeiras passadas, ela deixa claro que serão, como sempre, 100 metros de ideias rasas:

“Dizer para vocês que este é um momento especial pra vocês, para a família de vocês e pro Brasil. E isso significa que nós temos um grande orgulho e por isso eu estou aqui. Por isso, como presidenta da República, eu represento este país que quer, que tem ânsia, que deseja que a educação seja o principal caminho dos jovens, das crianças, dos homens e das mulheres deste país”.

Ânsia tem a ver com a vertigem produzida pelo tropel de palavras tontas que correm para um lado, enquanto o país real vai para outro: a Economist Intelligence Unit acaba de divulgar um ranking da qualidade da educação em 40 nações pesquisadas. O Brasil, há 11 anos e meio governado pelo lulopetismo, é o 38º colocado, só à frente de México e Indonésia – e vem se esforçando, nesse período, para ser o lanterninha.

Mas a matemática pode ser nossa redenção.

“Porque a matemática, ela tem um poder muito interessante. Ela é a base de todas as ciências, ou seja, a matemática pode ser usada em todas as áreas da ciência. Pode também… é um elemento fundamental para que nós tenhamos capacidade e melhor condição de usar isso que nos distingue, que é o conhecimento e que é a aplicação da lógica e de todos os recursos que a matemática pode trazer para o país”.

Explicar a matemática em dilmês é um problema insolúvel. Mas ok. Só que, no caso da refinaria de Pasadena, a matemática foi ingrata e nos roubou recursos. Mas a presidente continua uma entusiasta do raciocínio lógico, filho da aritmética.

“Por isso, esse ano, não na formatura de vocês, mas a próxima edição, será a 10ª edição, essa foi a 9ª, a próxima, de 2014, que vamos nós vamos fazer em 2015, será a 10ª. É algo que nós devemos considerar como sucesso”.

Sim: um sucesso o 10 vir depois do 9, num país onde o PAC 2 vem antes da conclusão do PAC 1.

Mas é aos 31min47s da prova que – na linguagem dos maratonistas – Dilma bate no muro.

“Nós somos um país excepcional. Nós somos 201 milhões de brasileiros. É pouco, pouco pro tamanho do território. Cês olham só a Índia e a China, uma tem 1 bilhão e 300 mil pessoas, pessoas, a outra tem 1… Um trilhão, aliás, não é? Não, é um bilhão, 1 bilhão e 850 mil, que é a Índia. Cinquenta milhões (sopro), obrigada, tão ótimos hoje”.

Na linha de chegada, não foi difícil constatar que qualquer um dos 500 adolescentes ali presentes sabe mais matemática, geografia, português e lógica do que a presidente da República – que não domina sua própria língua e que, num lampejo, criou um país habitado por mais de um trilhão de habitantes. Ninguém no mundo havia pensado nisso antes, nem como ato falho.

Pensando bem: uma tremenda injustiça a má colocação da Educação brasileira no ranking da Economist.

Ouça aqui a íntegra do discurso de Dilma Rousseff

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10/05/2014

às 0:22 \ Direto ao Ponto

1 minuto com Augusto Nunes: Num ranking sobre a qualidade da educação em 40 países o Brasil aparece em 38º lugar. O governo exige a lanterninha

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