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educação

08/02/2012

às 18:56 \ Sanatório Geral

Ministro do Analfabetismo

“Os jovens estão indo para o mercado de trabalho cada vez mais cedo em vez de estudar”.

Aloizio Mercadante, ministro da Educação, explicando que 3,8 milhões de crianças e jovens em idade escolar não têm vontade de estudar porque, no Brasil Maravilha, todo mundo quer ser Lula quando crescer.

08/02/2012

às 16:52 \ Sanatório Geral

Herói da Rendição

“Estamos sentindo que o tempo de construção está lento”.

Aloizio Mercadante, Herói da Rendição disfarçado de ministro da Educação, em entrevista ao Globo, sobre as 6 mil creches que ainda não desceram do palanque da candidata Dilma Rousseff, confessando que só ficarão prontas quando as crianças que ouviram a promessa já tiverem netos.

05/01/2012

às 22:02 \ Sanatório Geral

Herói da Rendição (326)

“Existe muita sinergia entre educação, ciência e tecnologia.”

Aloizio Mercadante, economista, explicando que quem não fez nada de útil no Ministério da Ciência e Tecnologia pode perfeitamente passar alguns anos sem fazer nada de aproveitável no Ministério da Educação.

30/11/2011

às 16:15 \ Sanatório Geral

Homenagem a Lula

“Numa reforma ministerial, defendo que o Trabalho poderia ir para outro partido. Seria um rodízio de gestão interessante. Fora o Trabalho, a pasta que tem mais afinidade com o PDT é a Educação.”

André Figueiredo, presidente do PDT, revelando que, em homenagem ao compenhairo Lula, que não tem emprego regular desde 1978 e nunca estudou, o partido resolveu adotar  o lema “EDUCAÇÃO e TRABALHO”.

09/11/2011

às 17:38 \ Direto ao Ponto

No País do Carnaval a mentira vive mais. Mas também morre sem aviso prévio

Nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff ocupou por quase 10 minutos uma cadeia nacional de rádio e televisão. Poderia ter contado o que tem feito ou pretende fazer para abrandar os efeitos sobre o Brasil da crise econômica europeia. Ou fixado alguma data para o encerramento da procissão de ministros corruptos. Ou explicado por que ainda não conseguiu desengavetar uma única promessa recitada durante a campanha eleitoral. Ou esclarecido o mistério do trem-bala que fica mais caro a cada mês sem ter saído do papel. Ou, ainda, poderia ter tranquilizado milhões de brasileiros com a notícia de que, neste verão, os estragos provocados pela temporada das chuvas serão menos apavorantes que os registrados no começo do ano.

Em vez disso, preferiu iludir os desinformados com mais promessas que não serão cumpridas. Os assombros da vez contemplaram um sistema de saúde que Lula e Dilma até recentemente achavam quase perfeito (embora ambos sempre tenham preferido refugiar-se no Sírio-Libanês quando a coisa aperta). A fórmula se repete há quase nove anos, comprova o vídeo de dois minutos e meio na seção O País quer Saber: quando problemas de bom tamanho afligem o Brasil, o governo contorna a verdade pela trilha da enganação.

No País do Carnaval, a mentira tem uma expectativa de vida muito mais elevada que a registrada em lugares majoritariamente habitados por gente com vergonha na cara. Mas não dura para sempre. E com frequência morre sem aviso prévio.

09/11/2011

às 16:54 \ O País quer Saber

A afilhada desmente o padrinho e confessa que o Brasil Maravilha só existe no cartório

O vídeo de 2min35 resume a farsa que começou há quase 10 anos e só vai acabar quando o eleitorado enxergar a diferença entre gente séria e embusteiros vocacionais. Confira.

25/10/2011

às 20:17 \ Direto ao Ponto

Vaia e pito estragam a festa de Cid Gomes

Neste domingo, o governador Cid Gomes resolveu encerrar com a inauguração de uma promessa o fim de semana em Sobral. Devia ter combinado com a plateia. Vaiado por professores e estudantes insatisfeitos com o sistema de ensino cearense, sugeriu que um representante dos descontentes usasse o microfone. Má ideia: depois de levar um pito, continuou a ouvir a vaia. Confira na seção História em Imagens.

25/10/2011

às 20:12 \ História em Imagens

A vaia e o pito que estragaram o domingo festivo de Cid Gomes na cidade natal

Quando resolveu comparecer à assinatura de uma promessa no centro histórico de Sobral, o governador cearense Cid Gomes certamente imaginou que encerraria festivamente, na noite de domingo, o fim de semana na cidade natal. Protagonizou um fiasco inesquecível. Nem o show do cantor Zeca Baleiro melhorou o humor da plateia atulhada de professores e estudantes descontentes com o sistema de ensino. Surpreendido pela vaia intensa e ininterrupta, Cid interrompeu a discurseira e sugeriu que algum dos insatisfeitos usasse o microfone. Má ideia, comprova o vídeo abaixo.

O professor Jander Alcântara subiu ao palanque e , com notável concisão, deu seu recado: “A maioria aqui são jovens, são conscientes do papel da educação”, informou, de frente para o governador. “E eu acho que você também deveria estar. Então, a dica para você, para os seus próximos mandatos, se acontecerem, e eu espero que não: tome cuidado com as suas palavras, certo? Só tome cuidado com suas palavras”.  Feita a advertência, Jander devolveu o microfone e desceu.

Desconcertado, Cid perguntou se alguém mais queria falar. Como só ouviu apupos, retomou o palavrório tropeçando em advérbios e redundâncias. “Eu sinceramente estou pessoalmente sentido, em encontrar na minha cidade, na cidade em que eu nasci, na cidade em que eu fui prefeito, na cidade em que eu sempre tive todo carinho, uma reação como essa”, lastimou, para em seguida tentar a contra-ofensiva:  “Quero dizer ao jovem que durante esses quatros anos e dez meses que sou governador do Estado sempre procurei tratar com muito respeito os profissionais da educação. Não misture isso com política!”, advertiu. O som que sublinha o restante do vídeo demonstra que o truque não funcionou.

18/10/2011

às 19:18 \ Vídeos: Entrevista

João Carlos Di Genio, diretor do Colégio Objetivo e reitor da Unip: Nada é mais importante que a capacitação do professor

Diretor do Colégio Objetivo e reitor da Unip, João Carlos Di Genio acumula mais de quarenta anos de experiências ─ todas bem sucedidas ─ à frente de instituições de ensino. Há dias, por exemplo, o Ministério da Educação revisou os resultados do Enem-2010 e informou que o Objetivo é o melhor colégio de São Paulo. Ótimo sinal, sorri o vencedor da disputa entre as mais competentes escolas privadas. “As questões do Enem também levam em conta a compreensão dos textos das perguntas”, ressalta Di Genio. Ele acredita que os resultados deveriam ser adotados como critério de seleção para o vestibular pela USP e pela Unicamp. “O Enem poderia ser transformado na primeira fase”,  sugere Di Genio, convencido de que só a adesão das duas maiores universidades do estado vai acabar com o desinteresse de muitos alunos paulistas pelo exame instituído pelo Ministério da Educação.


Na segunda parte da entrevista, Di Genio critica o peso atribuído à prova de redação no ranking do Enem. “Em nenhum lugar do mundo a redação chega a valer metade da prova”, argumenta. Sejam quais forem os critérios utilizados, contudo, ele acredita que o Objetivo estará no topo do ranking. “Nós focalizamos as competências e habilidades e temos 50 anos”, lembra.


Na terceira parte da conversa, o entrevistado comenta a superioridade do ensino particular sobre a rede pública. O que faz a diferença é a capacitação do professor, resume. No Colégio Objetivo, por exemplo, existe uma Comissão de Qualificação de Aprendizagem, encarregada de avaliar regularmente o desempenho dos professores.


Na última parte da entrevista, João Carlos Di Genio afirma que a tecnologia é uma grande aliada da educação e registra com orgulho algumas ações pioneiras. Ele foi o primeiro a instalar e utilizar computadores em salas de aula. “É um instrumento de informação”, constata. “E é importante mostrar para o professor que a tecnologia não vai substituí-lo.”


23/09/2011

às 9:51 \ Sanatório Geral

Metade é pouco

“Um dos maiores problemas da educação brasileira está na questão da desigualdade de aprendizado entre os alunos. Metade dos brasileiros tem já alto desempenho escolar.”

Fernando Haddad, ministro da Educação, explicando que os analfabetos viscerais, os analfabetos funcionais, os que não sabem ver as horas no relógio, os que só conseguem escrever o nome, os que dizem “nós pega os peixe” e Lula, somados, representam apenas metade da população brasileira.


 

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