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direita

17/07/2011

às 11:56 \ Vídeos: Entrevista

Augusto Nunes, jornalista (parte 4): “A roubalheira está indo longe demais”

“Fiquei encantado com a coluna na internet, pela rapidez e pela resposta imediata. Mas também aparece o que há de pior no ser humano: o cara que se refugia no anonimato para insultar, ofender. Outro problema é o maniqueísmo, que não deixa espaço para o que há em qualquer país do mundo: o democrata, que aceita naturalmente a existência de todas as correntes políticas”.

13/07/2011

às 1:38 \ Sanatório Geral

Crise existencial

“Nem a esquerda e nem a direita conseguem entender quem somos nós. É uma zona de grande preconceito”.

José Luiz Penna, deputado federal  e presidente do PV, traindo a esperança de que pelo menos o PSD de Gilberto Kassab, que não é de direita, nem de esquerda e nem de centro, consiga entender o partido de quem é dono há 12 anos.

11/10/2010

às 22:04 \ Sanatório Geral

Confusão em casa

“É uma campanha medieval e de direita. Vamos acabar com essa hipocrisia”.

José Eduardo Dutra, ao comentar o desempenho de Dilma Rousseff no debate deste domingo, aparentemente irritado, por motivos desconhecidos, com a ala medieval liderada por José Sarney, com a direita dirigida por Fernando Collor e com a bancada da hipocrisia chefiada por ele mesmo.

30/07/2010

às 19:45 \ Sanatório Geral

Companheiros golpistas

“Foi no governo que aprendemos que a esquerda faz oposição e a direita tenta dar golpe a cada 24 horas neste País”.

Lula, depois do almoço desta quinta-feira em Porto Alegre, qualificando de golpistas em tempo integral os direitistas juramentados José Sarney, Fernando Collor, Severino Cavalcanti e outros neocompanheiros que, antes da assinatura do contrato de prestação de serviços, vivia chamando de “filhotes da ditadura militar”.

17/03/2010

às 15:54 \ Sanatório Geral

Isso não pode

“Eu acho que o Brasil deve estar disposto a conversar com quem quer que seja. Não existe força política, de direita ou de esquerda, que, se puder ajudar, o Brasil não tenha disposição de conversar”.

Lula, na entrevista coletiva concedida ao lado do presidente da Autoridade Nacional Palestina, afirmando que, no momento, topa conversar com todos, desde que não sejam defensores de presos políticos cubanos ou democratas hondurenhos.


20/11/2009

às 17:58 \ O País quer Saber

Entrevista com FHC: a última etapa do passeio pela história real de um Brasil desmemoriado

Na América do Sul, governos que se qualificam de esquerdistas usam o Estado como instrumento de dominação e procuram consolidar o populismo autoritário, constatou Fernando Henrique Cardoso no terceiro e último bloco da entrevista concedida a VEJA.com. Uma semana depois, no artigo publicado pelo Estadão com o título Para onde vamos?, o ex-presidente se apoiaria nessa frase para desenvolver a tese segundo a qual a democracia brasileira se arrisca a desembocar num “subperonismo”.

Nesse e em vários outros momentos ─ ao rever os conceitos de “esquerda” e “direita”, por exemplo ─ fundiram-se no entrevistado o político FHC e o sociólogo que reivindica com naturalidade a condição de intelectual. “Intelectual é alguém que formula imagens da sociedade e, nesse sentido, é claro que sou”, resume, contendo o espanto que lhe causa a conotação negativa atribuídas ultimamente a palavras como intelectual ou elite. Mas continuará nadando contra a corrente com prazer ─ e alguma ironia, sugere o título do próximo livro: “Lembrando o que escrevi”.

O ex-presidente completou o passeio de quase duas horas pela história real do Brasil com escalas em numerosas estações, todas relevantes. Recordou os programas sociais localizados na gênese do Bolsa Família, analisou o sistema de saúde e questões ligadas à educação, alertou para a obesidade da máquina administrativa, discorreu sobre as diferenças entre a política externa adotada por seu governo e a instituída desde janeiro de 2003.

No mesmo tom de voz, registrou o crescente prestígio internacional do Brasil, lastimou os equívocos cometidos na crise em Honduras e, sempre bem humorado, atribuiu a agressividade crescente de Hugo Chávez ao preço do petróleo. “O Chávez que conheci foi o do barril a 15 dólares”, comparou. Longe da aposentadoria, como reitera diariamente a agenda movimentadíssima, nem sequer examina a possibilidade de voltar a ocupar cargos públicos. “Cada um é bom para determinado momento”, repete. “E o Brasil fica melhor a cada governo, até porque não para de crescer”.

A entrevista com Fernando Henrique Cardoso confirma que, nem faz tanto tempo assim, existiu vida inteligente no centro do poder. Também ensina que é possível fazer política sem revogar o convívio dos contrários e sem recorrer à lei da selva para ganhar a eleição.

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18/09/2009

às 0:09 \ Sanatório Geral

Evolução das espécies

“A eleição presidencial de 2010 vai ser a primeira que não terá nenhum troglodita de direita como candidato”.

Lula, fazendo de conta que nem notou que Fernando Collor e outros gênios da raça hoje preferem prestar serviços ao governo na ala dos trogloditas da base alugada.


 

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